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Aula inicial economia

Aula de economia

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Aula inicial economia

  1. 1. Economia e Gestão Básica •VASCONCELLOS, Marco A. Sandoval de. Economia: Micro e Macro. São Paulo. Atlas, 2002.
  2. 2. Economia e Gestão •CUNHA, Fleury Cardoso da – 2011 – Microeconomia –Alínea Editora – Campinas- SP
  3. 3. Economia A Economia abrange inúmeras questões, como por exemplo: • Aumento de preço de bens e serviços; • Desemprego; • Valorização e desvalorização da taxa câmbio; • Taxas de juros; • Inflação; • Diferença de renda entre regiões do país; • Elevação de impostos e tarifas públicas; • Ociosidade em alguns setores de atividade, entre outros.
  4. 4. Economia O estudo da Ciência Econômica tem como objetivo analisar os problemas econômicos e formular soluções para resolvê-los, de forma a melhorar nossa qualidade de vida. Objetivo
  5. 5. Economia
  6. 6. Economia como Ciência Social As ciências sociais ocupam-se dos diferentes aspectos do comportamento humano. A economia repousa sobre os atos humanos e é por excelência uma ciência social.
  7. 7. Economia como Ciência Social A economia abrange apenas uma fração das Ciências Sociais. A palavra economia deriva do grego oikosnomos (oikos, casa, e nomos, lei), que significa a administração de uma casa, ou do Estado.
  8. 8. Economia como Ciência Social • É a ciência social que estuda a produção, a circulação e o consumo dos bens e serviços que são utilizados para satisfazer as necessidades humanas. A economia1 define-se de várias maneiras: A economia não é uma ciência exata cujas leis ou proposição sejam passíveis de verificação ou de experimentação em laboratório. 1. Segundo o famoso economista Alfred Marshall (1842-1924): “Economia é o estudo das atividades cotidianas da humanidade”
  9. 9. Economia como Ciência Social Como trata-se de uma ciência social, já que objetiva atender às necessidades humanas. Depende de restrições físicas, provocadas pela escassez de recursos produtivos ou fatores de produção (mão-de-obra, capital, terra, matérias- primas).
  10. 10. Economia como Ciência Social A Economia estuda, pois, a relação que os homens têm entre si na produção dos bens e serviços necessários à satisfação dos desejos e aspirações da sociedade. Necessidade Humana Infinitas Ilimitadas ou
  11. 11. Economia como Ciência Social Por outro lado: Recursos Produtivos Finito Limitado ou
  12. 12. Economia como Ciência Social • Economia é o estudo das escolhas das pessoas face à escassez.  Escassez é uma situação em que os recursos são limitados e podem ser usados de diferentes maneiras, de tal modo que devemos sacrificar uma coisa por outra.
  13. 13. Economia como Ciência Social Como surge a escassez? Surge em virtude das necessidades humanas ilimitadas e da restrição física de recursos.
  14. 14. Economia como Ciência Social Se não houvesse escassez de recursos, ou seja, se todos os bens fossem abundantes (bens livres), não haveria necessidades de estudarmos questões como: •Inflação; •Crescimento econômico; •Déficit no balanço de pagamentos; •Desemprego; •Concentração de renda etc.
  15. 15. Economia como Ciência Social As escolhas feitas por indivíduos, firmas ou governos determinam as escolhas da sociedade e respondem a três questões básicas:
  16. 16. Economia como Ciência Social • Que bens e serviços produzimos? Ao decidir quanto de cada bem produzir defrontamo-nos com importante trade-offs (troca). A sociedade deve decidir se produz mais bens de consumo ou bens de capital.
  17. 17. Economia como Ciência Social • Como produzimos esses bens e serviços? Devemos decidir como usar os recursos para produzir o que desejamos, isto é, trata-se de uma questão de eficiência produtiva.
  18. 18. Economia como Ciência Social • Quem consome os bens e serviços que são produzidos? Devemos decidir como os produtos da sociedade serão distribuídos entre as pessoas da nossa sociedade, isto é, quais os setores que serão beneficiados na distribuição do produto.
  19. 19. Economia como Ciência Social Necessidade humana ilimitada X Recursos produtivos escassos Escassez Escolha O que e quanto produzir Como produzir Para quem produzir
  20. 20. Economia I
  21. 21. Sistema Econômico Um sistema econômico pode ser definido como sendo a forma política, social e econômica pela qual está organizada uma sociedade afim de desenvolver as atividades econômicas.
  22. 22. É a forma como a sociedade está organizada para desenvolver as atividades econômicas, são: • Produção; • Circulação; • Distribuição e consumo de bens e serviços. Sistema Econômico
  23. 23. Sistema Econômico Bens: • Consumidos  Desapareceria • Guardado  Gera novos bens ou riquezas através do processo produtivo.
  24. 24. Tendo em vista que as necessidades humanas são ilimitadas e os recursos produtivos são limitados, originou-se os chamados problemas econômicos fundamentais: Sistema Econômico
  25. 25. O que produzir Como produzir Para quem produzir Sistema Econômico
  26. 26. O que e quanto produzir? Sistema Econômico
  27. 27. A sociedade terá que fazer uma escolha, dentro do leque de possibilidade de produção que tenha, quais os produtos e respectivas quantidades que serão fabricadas (produção). Sistema Econômico Isto quer dizer, a sociedade deve decidir se produz mais bens de consumo ou bens de capital.
  28. 28. Como produzir? Sistema Econômico
  29. 29. A sociedade terá que escolher também quais os recursos produtivos que serão utilizados para produção de bens e serviços, dado o nível tecnológico nela existente. Sistema Econômico Trata-se de uma questão de eficiência produtiva. Isto depende da disponibilidade de recursos de cada país
  30. 30. Como esses recursos são escassos, é sempre conveniente que sejam utilizados da forma mais eficiente para que o custo de produção seja o menor possível. Sistema Econômico
  31. 31. Para quem produzir? Sistema Econômico
  32. 32. A sociedade terá também que decidir como seus membros participarão da distribuição dos resultados de sua produção, ou seja, se todos participarão igualmente desses resultados ou, em caso contrário, quais deles serão os mais ou menos beneficiados. Sistema Econômico
  33. 33. Sistema Econômico Os elementos básicos de um sistema econômico são: • Estoques de recursos produtivos ou fatores de produção; • Complexo de unidade de produção: constituído pelas empresas; • Conjunto de instituições políticas, jurídicas, econômicas e sociais: que são a base da organização da sociedade.
  34. 34. Sistema Econômico Os sistemas econômicos podem ser classificado em: • Economia de Mercado • Economia Planificada
  35. 35. Sistema Econômico •Sistema capitalista, ou economia de mercado: É aquele regido pelas forças de mercado, predominado a livre iniciativa e a propriedade privada dos fatores de produção;
  36. 36. Sistema Econômico O capitalismo, é o sistema econômico em que os meios de produção são de propriedade privada e com fins lucrativos; decisões sobre oferta, demanda, preço, distribuição e investimentos não são feitos pelo governo. • Sistema de Concorrência Pura • Sistema de Mercado Misto
  37. 37. Sistema Econômico • Sistema de Concorrência Pura • Mercado provê todos os serviços • Mecanismo dos preços (excesso de oferta x excesso de demanda) • Liberalismo • O que? (Produtores) • Como? (Empresas) • Para quem? (Definido pelo Sistema de preços)
  38. 38. Sistema Econômico As críticas mais frequentes a esse tipo de sistema econômico são as seguintes: ● Trata-se de uma grande simplificação da realidade; ● Os preços nem sempre flutuam livremente, ao sabor do mercado, em virtude de fatores como: →Força dos sindicados sobre a formação dos salários; →Poder dos monopólios e oligopólios sobre a formação de preços no mercado;
  39. 39. Sistema Econômico Sistema de Mercado Misto • Com a Revolução Industrial, predominava um sistema de mercado muito próximo da concorrência pura. • Século XX e suas crises econômicas indicaram a deficiência do mercado como operador unitário da economia
  40. 40. Sistema Econômico →Intervenções do governo, via: • Impostos, subsídio, tarifas e preços públicos (água, energia, IPTU, IPVA etc.); • Política salarial (fixação de salário mínimo, reajustes, prazos de dissídios etc.); • Fixação de preços mínimos; • Congelamento e tabelamento de preços; • Política cambial. • Fixação de salário mínimo • Taxa de câmbio • Taxa de juros
  41. 41. Sistema Econômico •Sistema socialista, ou economia centralizada, ou ainda economia planificada: É aquele em que as questões econômicas fundamentais são resolvidas por órgão central de planejamento, predominando a propriedade pública dos fatores de produção. A propriedade dos recursos (chamados de meios de produção, nesses sistemas) é do Estado (ou seja, os recursos são de propriedade pública).
  42. 42. Sistema Econômico •Recursos produtivos no Sistema socialista são de propriedade do estado: • Máquinas • Edifícios • Residências • Terra • Entidades financeiras • Matérias-primas
  43. 43. Sistema Econômico •Os meio de sobrevivência pertencem aos indivíduos: • Carros • Roupas • Acessórios • Eletrodomésticos, etc
  44. 44. Sistema Econômico • Empresas tem cotas de matérias-primas definidas pelo governo • Preços determinados pelo governo • Repartição dos lucros
  45. 45. Sistema Econômico A economia socialista de mercado é consequência não apenas de uma função reguladora do Governo, mas do domínio absoluto pelo Estado, de todos os bens produtivos, ou seja, pela prática da coletivização de todos os meios e bens de produção. Resumindo, o Estado tem propriedade e responsabilidade pela economia, e todos os setores produtivos, e possui ainda toda a terra, gado e equipamento agrícola.
  46. 46. Sistema Econômico Já que falamos em “socialismo”, não podemos deixar de falar em “comunismo”: O comunismo é uma estrutura socioeconômica e uma ideologia política, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida (sem nacionalidade, sem fronteira, sociedade livre, sem classe ou divisões raciais, todos iguais). Segundo Karl Marx (1818 – 1883), postulou que o comunismo seria a fase final na sociedade humana, o que seria alcançado através de uma revolução proletária.
  47. 47. Sistema Econômico O “comunismo puro”, no sentido marxista refere-se a uma sociedade sem classe, sem Estado e livre de opressão, onde as decisões sobre o que produzir e quais as políticas devem prosseguir são tomadas democraticamente, permitindo que cada membro da sociedade possa participar do processo decisório, tanto na esfera política e econômica da vida. Trabalhadores (Proletário) Não produz, concentra renda e explora o proletariado... Empresário (Burguesia, capitalismo, imperialismo, nacionalismo) São os principais produtores de riqueza na sociedade
  48. 48. Sistema Econômico Para finalizar, Karl Marx, nunca forneceu uma descrição detalhada de como o comunismo poderia funcionar como um sistema econômico (Lenine, Revolução Russa de 1917), mas subtende- se que uma economia comunista consistiria de propriedade comum dos meios de produção. Nome completo Jesus de Nazaré Nascimento 8-4? a.C.[1] Belém, Judéia [nota 1] Morte 29-36? d.C.[1] Jerusalém, Judéia[nota 2] Etnia Judeu Ocupação Carpinteiro, profeta itinerante e rabino
  49. 49. Sistema Econômico As diferenças entre os sistemas de economia de mercado e economia centralizada podem ser resumido em dois aspectos: ● Propriedade pública X propriedade privada dos meios de produção; ● Os problemas econômicos fundamentais (o que e quanto, como e para quem produzir) são resolvidos ou por um órgão central de planejamento, ou pelo mercado.
  50. 50. Economia no Brasil Militar  Dados  Crescimento Econômico BR (1948-1963): 7,12%  Crescimento Econômico BR (1964-1984): 6,15%  Crescimento Médio Mundial (1964-1984): 3,66%  Taxa média Inflação (1964-1984): 58%  Taxa média Mundial Inflação (1964-1984): 9,4%  Manutenção das Desigualdades sociais  Excessiva Estatização no País (monopólio do Estado)
  51. 51. Economia no Brasil Militar  Estatais Brasileiras (Regime Militar)  Eventuais Lucros eram repassados para salários e benefícios dos empregados  Eventuais prejuízos era socializados por meio de transferências governamentais  Itaipu, Programa Nuclear, Industria Siderurgica, transportes urbanos, ferrovia do aço, telecomunicações, programa Rodoviário, etc...
  52. 52. Economia no Brasil Militar  Estatais Brasileiras (Regime Militar)  Eventuais Lucros eram repassados para salários e benefícios dos empregados  Eventuais prejuízos era socializados por meio de transferências governamentais  Itaipu, Programa Nuclear, Industria Siderurgica, transportes urbanos, ferrovia do aço, telecomunicações, programa Rodoviário, etc...
  53. 53. Sistema Econômico Composição do Sistema Econômico
  54. 54. Sistema Econômico Entretanto, apesar de diferentes objetivos das inúmeras unidades produtoras, podemos classificá-las de acordo com as unidades fundamentais de sua produção. Veremos que as unidades produtoras podem ser agrupados em três setores básicos, que compõem o sistema econômico:
  55. 55. Sistema Econômico • Setor Primário Constituído pelas unidades produtoras que utilizam intensamente os recursos naturais e não introduzem transformação substânciais em seus produtos.
  56. 56. Sistema Econômico Podemos citar como exemplo: neste setor, estão as unidades produtoras que desenvolvem as atividades agrícolas, pecuárias e extrativas, sejam elas minerais, animais ou vegetais.
  57. 57. Sistema Econômico • Setor secundário Constituído pelas unidades produtoras dedicadas às atividades industriais, por meio das quais os bens são transformados.
  58. 58. Sistema Econômico Caracteriza-se pela intensa utilização do fator de produção de capital, sob forma de máquinas e equipamentos. As montadoras de automóveis, a indústria de bebidas, as indústria de confecções, a indústria naval, são alguns exemplos de unidades produtoras no setor secundário.
  59. 59. Sistema Econômico • Setor terciário Este setor se diferencia dos outros pelo fato de seu produto não ser tangível, concreto, embora seja de grande importância no sistema econômico.
  60. 60. Sistema Econômico É composto pelas unidades produtoras que prestam serviços, como instituições financeira e de capitais, as escolas (nível fundamental, médio e superior), as empresas de transportes, o comércio entre outros.
  61. 61. Economia I
  62. 62. Fatores de Produção Os recursos de produção são também denominado fatores de produção. Eles são constituídos pelas dádivas da natureza, pela população economicamente mobilizável, pelas diferentes categorias de capital e pelas capacidade tecnológicas e empresarial.
  63. 63. Fatores de Produção A maioria dos economistas classificam os fatores de produção da sociedade em três categorias: • Recursos naturais ou Terra: são criados pelos atos da natureza e utilizados para produzir bens e serviços; • Mão-de-obra ou Trabalho: é o esforço usado para produzir bens e serviços, incluindo esforço físico e mental; • Capital físico: é o objeto final produzido por seres humanos utilizado na produção de bens e/ou serviços.
  64. 64. Fatores de Produção Terra São os recursos naturais disponíveis. Elementos naturais incorporáveis às atividades econômicas. (Evolução tecnológica, avanço da ocupação Territorial, das facilidades de transportes etc.)
  65. 65. Fatores de Produção Trabalho Constituí-se de todas as pessoas disponíveis para trabalhar. Potencial de mão-de-obra no sistema econômico. É o principal fator de produção
  66. 66. Fatores de Produção Capital Riquezas acumuladas pela sociedade. (fábricas, edifícios, máquinas, escolas etc.) O estoque de capital de uma economia é fundamental na eficiência do trabalho humano.
  67. 67. Fatores de Produção Característica dos Fatores de Produção Terra Trabalho Capital É remunerada com aluguel É remunerado com salário É remunerado com juros
  68. 68. Fatores de Produção Remuneração do Negócio TERRA Imóveis, Matéria-prima, Insumos, etc. TRABALHO Mão-de-obra Capital Dinheiro ALUGUEL SALÁRIO JUROS Oportunidades do negócio e Capacidade empresarial EXCEDENTE LUCRO E M P R E S A
  69. 69. Fatores de Produção Bens e Serviços Bens de Capital Bens de Consumo Bens Intermediários
  70. 70. Fatores de Produção Bens de Capital São os bens utilizados na fabricação de outros bens, mas não se desgastam totalmente no processo produtivo. Eles não atendem às necessidades humanas (máquina, estradas etc).
  71. 71. Fatores de Produção Bens de Consumo Destina-se à satisfação direta das necessidade humanas. Pode ser bens de consumo duráveis e bens de consumo não duráveis.
  72. 72. Fatores de Produção Bens Intermediários São bens transformados ou agregados na produção de outros bens e são consumidos totalmente no processo produtivo. São bens que devem sofrer novas transformações para se tornarem bens de consumo (minério de ferro, trigo etc.)
  73. 73. Economia I
  74. 74. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção A questão de escassez de recursos, e as alternativas que as sociedades dispõem para resolver seus problemas econômicos fundamentais, a teoria econômica apresenta dois importantes conceitos:
  75. 75. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção A Curva de Possibilidade de Produção (CCP), também chamada de Curva de Transformação; O Custo de Oportunidade.
  76. 76. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Curva de Possibilidade de Produção
  77. 77. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Trata-se de um conceito teórico, com o qual se ilustra como questão da escassez impõe um limite à capacidade produtiva de uma sociedade, que terá de fazer escolhas entre alternativas de produção.
  78. 78. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Exemplo: Suponha uma empresa que fabrica dois tipos de produto, em que temos 10 máquinas e 40 operários. Neste caso, esses produtos tem um prazo determinado de fabricação.
  79. 79. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção As seguintes hipóteses são levantadas: • A empresa não pode comprar mais máquinas; • A empresa não pode contratar mais operários; • Por um período de tempo, nenhuma inovação tecnológica no processo de fabricação; • Serão utilizadas a forma mais possível e eficiente possível de todos os fatores de produção.
  80. 80. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção No planejamento de produção foi destacado: A B 20 0 18 1 15 2 11 3 6 4 0 5 Produtos
  81. 81. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Curva Possibilidade de Produção 0 1 2 3 4 5 6 0 5 10 15 20 25 Produto A ProdutoB (11;3) (6;4) (15,2) (18;1)
  82. 82. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção A CPC é o limite máximo de produção, com recursos de que a sociedade dispõe, num dado momento. Se todos os recursos produtivos da indústria fossem utilizados somente para a produção do produto A, obter-se-iam 20 unidades do mesmo.
  83. 83. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Caso se desejasse produzir uma unidade do produto B, recursos produtivos alocados na fabricação do produto A deveriam ser deslocados para B e haveria uma perda de 2 unidades de A.
  84. 84. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Resumindo: Aumentos sucessivos na produção de B levariam a redução também sucessivas na fabricação de A até atingir-se um outro ponto-limite: caso todos os fatores fossem utilizados na produção de B, obter-se-iam 5 unidades deste tipo de produto.
  85. 85. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Curva Possibilidade de Produção 0 1 2 3 4 5 6 0 5 10 15 20 25 Produto A ProdutoB (11;3) R Q (6;4) (15,2) (18;1) P
  86. 86. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Um ponto dentro da curva significa uma produção abaixo ou aquém das possibilidades da empresa. Um ponto fora da curva significa uma produção acima ou além das possibilidades da empresa.
  87. 87. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção • Pleno desemprego - 0 • Pleno emprego - P • Capacidade ociosa - Q • Nível de impossibilidade de produção - R
  88. 88. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Custo de Oportunidade
  89. 89. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Custo de Oportunidade É o verdadeiro custo ao se escolher uma alternativa em detrimento de outra, ou seja, é alguma coisa que você sacrifica para obtê-lo outro. Em outras palavras, é o grau de sacrifício que se faz ao optar pela produção de um bem, em termos da produção alternativa sacrificada.
  90. 90. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Suponha que empresa produza 3 unidade do produto B e 11 unidade do produto A, operando em toda capacidade máxima de produção, podemos concluir que está em equilíbrio. Com referência ao primeiro exemplo:
  91. 91. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Curva Possibilidade de Produção 0 1 2 3 4 5 6 0 5 10 15 20 25 Produto A ProdutoB (11;3) R Q (6;4) (15,2) (18;1) P
  92. 92. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Caso haja um aumento pela procura do produto A, a empresa aumente sua produção de 11 para 15. Mas em favor dessa decisão, eles serão obrigado reduzir a produção de 3 para 2 do produto B. A redução de 1 unidade do produto B, é o que denominamos de custo de oportunidade, em detrimento do aumento de 4 unidades do produto A.
  93. 93. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Curva Possibilidade de Produção 0 1 2 3 4 5 6 0 5 10 15 20 25 Produto A ProdutoB (11;3) R Q (6;4) (15,2) (18;1) P
  94. 94. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Deslocamento da Curva de Possibilidade de Produção A CPP é um conceito estático (refere-se aos recursos disponíveis em dado momento de tempo) Evidente, se houver aumento/redução na disponibilidade de recursos produtivos, ou desenvolvimento tecnológico, acarretará um deslocamento na CPP.
  95. 95. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção O deslocamento da CPP para direita indica que o país está crescendo. Isto pode ocorrer fundamentalmente tanto em função:
  96. 96. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção • Expansão da CPP: • Aumento da quantidade física dos fatores de produção • Maior aproveitamento dos recursos já existente dos fatores de produção • Progresso tecnológico • Eficiência produtiva e organizacional das empresas • Melhor grau de qualificação da mão-de-obra
  97. 97. Escassez e a Curva de Possibilidade de Produção Desse modo, a expansão dos recursos de produção e os avanços tecnológicos, que caracterizam o crescimento econômico, mudam a curva de possibilidade de produção para acima e para a direita, permitido que a economia obtenha maiores quantidades de ambos os bens.
  98. 98. Economia I
  99. 99. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado Numa visão simplificada do funcionamento de uma economia de mercado, podemos distinguir dois agentes econômicos: Unidade Produtiva Unidade Consumidoras Empresas Famílias
  100. 100. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado Fluxo Econômico Fundamental Unidade Consumidora (Famílias) Unidade Produtiva (Empresa) Mercado de Serviço de Fatores de Produção (Setor Real) Mercado de Bens e Serviços Finais (Setor Monetário) Fornecimento de Fatores de Produção Remuneração aos Fatores de Produção Pagamento pelos Bens e Serviços Consumidos Suprimento de Bens e Serviços Finais Renda Dispêndio
  101. 101. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado Unidade Produtiva São unidades produtoras de bens e serviços. Tal produção (economia de mercado) é efetuada por pessoas jurídicas denominadas empresas, utilizando os fatores de produção. Esses fatores de produção (cedido pelos proprietários) é mantido no mercado, em troca de uma remuneração, que é denominado renda.
  102. 102. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado Renda Remuneração paga pelas empresas pelo uso dos fatores de produção, é classificadas pelos economistas em quatro categorias:
  103. 103. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado • Salário Remuneração do fator de produção trabalho. Nesta categoria são incluídas: comissões, os honorários de profissionais liberais, os ordenados dos executivos, enfim todas as remunerações relativas ao trabalho.
  104. 104. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado • Juros e Lucro Remuneração do fator de produção de capital. Quando o lucro não é distribuídos com os funcionários, é reinvestidos na empresa, ou distribuídos com os sócios e ou acionistas, neste caso é considerado renda.
  105. 105. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado • Alugueis Remuneração dos proprietários dos recursos naturais e de bens de capital arrendados a terceiros.
  106. 106. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado Unidade Consumidora São famílias, empresas e governos que pagam pelo uso dos fatores de produção.
  107. 107. Fluxo Econômico numa Economia de Mercado O mecanismo de equilíbrio entre essas duas forças (unidade produtora e unidade consumidora) se dá no mundo onde são determinados os preços e quantidades transacionadas dos diversos bens e serviços.
  108. 108. Economia I
  109. 109. Mercado Em sentido restrito e estritamente geográfico, local determinado, onde compradores e vendedores se encontram para o exercício de suas transações comerciais, i. é., onde se ofertam e se demandam bens reais, serviços finais, mão-de-obra, títulos e dinheiro, em qualquer sistema econômico moderno.
  110. 110. Mercado Podemos classificar o mercado em: • Mercado de Bens Reais e de Serviços Finais • Mercado de Trabalho • Mercado Financeiro
  111. 111. Mercado • Mercado de Bens Reais e de Serviços Finais Atualmente, a teoria econômica é dividida em dois ramos básicos que não se excluem, mas, pelo contrário, se complementam.
  112. 112. Mercado Microeconomia; Que se preocupa em estudar os elementos mais simples do sistema econômico, como o consumidor individual, ou seja, a pessoa que se dirige ao mercado com determinada renda para adquirir bens e serviços.
  113. 113. Mercado Outra maneira de definir microeconomia É o ramo da Teoria Econômica que estuda o funcionamento do mercado de um determinado produto ou grupo de produtos, ou seja, o comportamento dos compradores e vendedores de bens e serviços.
  114. 114. Mercado A análise microeconômica, ou Teoria dos Preços, como parte da Ciência Econômica, preocupa-se em explicar como se determina o preço dos bens e serviços, bem como dos fatores de produção.
  115. 115. Mercado A Teoria Microeconômica não é um manual de técnicas para tomada de decisões do dia-a-dia, mesmo assim ela representa uma ferramenta útil para estabelecer políticas e estratégias, dentro de um horizonte de planejamento, tanto ao nível de empresas quanto ao nível de política econômica.
  116. 116. Mercado A nível de empresas, a análise microeconômica pode subsidiar as seguintes decisões: • Política de preços da empresa; • Previsões de demanda e de faturamento; • Previsões de custo de produção;
  117. 117. Mercado • Decisões ótimas de produção(escolha de melhor alternativa de produção, isto é, da melhor combinação de fatores de produção); • Avaliação e elaboração de projetos de investimentos(análise custo-benefício da compra de equipamentos, ampliação da empresa etc.);
  118. 118. Mercado • Política de propaganda e publicidade (como as preferências dos consumidores podem afetar a procura do produto); • Localização da empresa (se a empresa deve situar-se próxima aos centros consumidores ou aos centros fornecedores de insumos); • Diferenciação de mercados (possibilidade de preços diferenciados, em diferentes mercados consumidores do mesmo produto).
  119. 119. Mercado A nível de política econômica, a Teoria Microeconômica pode contribuir na análise e tomada de decisões nas seguintes questões:
  120. 120. Mercado • Efeito de impostos sobres mercados específicos; • Política de subsídios(nos preços de produtos como trigo e leite, ou na compra de insumos como máquina, fertilizantes etc.); • Fixação de preços mínimos na agricultura; • Controle de preços; • Política salarial; • Políticas de tarifas públicas(água, luz etc.)
  121. 121. Mercado • Política de preço públicos(petróleo, aço etc.); • Leis antitruste(controle de lucro de monopólio e oligopólio).
  122. 122. Mercado Leis Antitruste: atuam sobre a formação de preços em mercados monopolizados e oligopolizados, e sobre a conduta das empresas.
  123. 123. Mercado TRUSTE: União, em associação permanente, de várias empresas em uma só, sob direção única, com objetivo principal de racionalizar serviços e custos para melhoria da produção, para o domínio do mercado e para eliminação da concorrência. Trustes se denominam, igualmente, organizações de forte poderio financeiro.
  124. 124. Mercado Característica da microeconomia • Outro exemplo do objeto de estudo da microeconomia é a unidade produtora (bens e serviços) tomada isoladamente, que passaremos a chamar de empresa.
  125. 125. Mercado • A microeconomia estuda a maneira como o consumidor gasta a sua renda, de forma de ter o maior grau de satisfação possível. • Estuda, também, a maneira como a empresa os fatores de produção (salários, alugueis, lucros) para obter uma maximização de lucro.
  126. 126. Mercado Esse ramo da economia tem como objetivo estudar o comportamento de dois agentes econômicos: • O consumidorTeoria do Consumidor; • O produtor (empresário)Teoria da Empresa.
  127. 127. Mercado • Teoria do Consumidor Estuda o comportamento das pessoas quando compram bens e serviços, isto é , o agente econômico que necessita de bens e serviços para satisfazer às suas necessidades.
  128. 128. Mercado • Teoria da Empresa Estuda o comportamento do empresário ao produzir os bens e serviços que serão vendidos aos consumidores, isto é, aquele que produz esses bens e serviços, para que seja consumido.
  129. 129. Mercado Macroeconomia. Preocupa-se em estudar o conjunto dos consumidores de uma sociedade, assim como o conjunto de empresas dessa sociedade. Seu interesse é determinar os fatores que influenciam o nível total de renda e do produto do sistema econômico.
  130. 130. Mercado Outra maneira de definir macroeconomia É o ramo da Teoria Econômica que estuda o funcionamento da economia como um todo, procurando identificar e medir as variáveis que determinam o volume da produção total, o nível de emprego e o nível geral de preços do sistema econômico, bem como, a inserção do mesmo na economia mundial.
  131. 131. Mercado A macroeconomia analisa e determina o comportamento de grandes agregados, como:
  132. 132. Mercado • Renda e produtos nacionais; • Nível geral de preços; • Emprego e desemprego; • Estoque de moeda e taxa de juros; • Balança de pagamento e taxas de câmbio.
  133. 133. Mercado Podemos verificar no esquema abaixo: Observação Atividade Econômica Teoria Econômica Estuda os agentes econômicos individualmente Estuda os fatores que determinam o nível de renda e do produto Microeconomia Macroeconomia
  134. 134. Mercado Mercado Financeiro Podemos definir mercado financeiro como o lugar pelo qual se produz um intercâmbio de ativos financeiros e se determinam seus preços.
  135. 135. Mercado Com isso, podemos afirmar que o mercado financeiro transfere as poupanças dos agentes superavitários para os deficitários de uma economia.
  136. 136. Mercado O mercado financeiro devem cumprir as seguintes funções: • Estabelecer o contato entre agentes superavitários e deficitários; • Ser um mecanismo eficiente de fixação de preços para o ativo; • Proporcionar liquidez aos ativos; • Reduzir os prazos e os custos de intermediação.
  137. 137. Mercado Mercado de Trabalho Neste mercado tem a finalidade de se estudar através da Administração de Recursos Humanos.
  138. 138. Mercado • Salário; • Curriculum; • Perfil; • Treinamento, outros.
  139. 139. Mercado Antigamente, a palavra mercado tinha uma conotação geográfica que hoje não mais subsiste, uma vez que os avanços tecnológicos nas comunicações permitem que haja transações econômicas até sem contato físico entre comprador e vendedor.
  140. 140. Mercado Os economistas classificam os mercados da seguinte forma; • Concorrência perfeita; • Monopólio; • Oligopólio; • Monopsônio; • Oligopsônio; • Concorrência Monopolística.
  141. 141. Economia I
  142. 142. Economia Positiva e Economia Normativa A teoria econômica, como qualquer teoria, deve respeitar alguns critérios que a tornam aceitável pela comunidade científica, a ser composta de variáveis e hipóteses que ajudam a explicar e a prever alguns fenômenos. A teoria econômica utiliza-se de argumento positivo (economia positiva) e argumento normativo (economia normativa).
  143. 143. Economia Positiva e Economia Normativa Economia normativa: contém um juízo de valor, subjetivo. Economia positiva: é um conjunto de conhecimentos objetivos, que respeita todos os canônes (norma, regra, métodos) científicos. Concluindo: os argumentos normativos referem-se ao que deveria ser, e os argumentos positivos ao que é.
  144. 144. Economia Positiva e Economia Normativa Vejamos o seguinte exemplo: Quando dizemos que deveria ocorrer uma melhoria na distribuição de renda, expressamos um juízo de valor em que acreditamos, isto é, se uma coisa é boa ou má. Então esse é um argumento da economia normativa. Já a economia positiva ajudará a escolher o instrumento de política econômica mais adequada para diminuir a concentração de renda (política salarial, política tributária etc.)
  145. 145. Economia Positiva e Economia Normativa O principal instrumento que a economia utiliza para analisar a realidade são os modelos. Os modelos são simplificações da realidade, que buscam captar sua essência. Os modelos têm que ser logicamente consistentes e podem ser apresentados de muitas formas: verbais, algébricos, por representação gráficas etc.
  146. 146. Economia Positiva e Economia Normativa Os modelos captam algum aspecto relevante da realidade. Podemos citar como exemplo: O modelo macroeconômico que será visto no próximo período. Ele é representado por poucas equações.
  147. 147. Economia Positiva e Economia Normativa O ramos da economia que está voltado para quantificar os modelos é chamado de Econometria, que combina teoria econômica, matemática e estatística. Os modelos também pode ter uma conotação verbal, como uma explicação marxista para fundamentar a evolução histórica da economia. Assim, utilizam-se exemplos históricos para fundamentar empiricamente a análise econômica.
  148. 148. Economia Positiva e Economia Normativa Finalizando, os modelos privilegiam apenas aspectos da realidade, eles podem mostrar-se muito adequados em algumas situações e impróprios em outras. A teoria econômica avança pelo aprimoramento dos modelos utilizados, seja porque a base econômica muda, seja porque surgem novos problemas econômicos que devem ser resolvidos.
  149. 149. Economia I
  150. 150. A Relação da Economia com as demais ciências Procuraremos estabelecer os pontos de contatos entre a Teoria Econômica e outras áreas do conhecimento. Na chamada pré-economia, isto é, antes da Revolução Industrial do século XVIII, que corresponde ao período da Idade Média, a atividade econômica era vista como parte integrante da Filosofia , Moral e Ética. O início do estudo sistemático da Economia coincidiu com os grandes avanços na áreas de Física e Biologia nos séculos XVIII e XIX.
  151. 151. A Relação da Economia com as demais ciências A construção do núcleo científico da Economia foi desenvolvido com base nas chamadas concepções organicistas e mecanicistas. Grupo Organicistas, a Economia se comportaria como um órgão vivo, daí se utilizarem termos como órgão, funções, circulação, fluxos, na Teoria Econômica. Grupo Mecanicista, as leis da Economia se comportaria como determinadas leis da Física. Daí advêm os termos estática, dinâmica, aceleração, velocidade, forças etc.
  152. 152. A Relação da Economia com as demais ciências Com o passar do tempo, predominou uma concepção humanística, que coloca em plano superior os móveis psicológicos da atividade humana. Muitos dos avanços obtidos na Teoria Econômica advierem da pesquisa histórica, pois a História facilita a compreensão do presente, e ajuda nas previsões para o futuro, com base nos fatos do passado. Há também uma grande conexão entre Economia e Geografia.
  153. 153. A Relação da Economia com as demais ciências Quanto à relação entre Economia e Política, torna-se difícil estabelecer um nexo de causalidade (causa e efeito) entre essas duas áreas do conhecimento. Nesse sentido, a atividade econômica subordina-se à estrutura e regime político do país. Entretanto, por outro lado, a estrutura política encontra-se muitas vezes, subordinada ao poder econômico.
  154. 154. A Relação da Economia com as demais ciências Ao que se refere ao relação com o Direito, as normas jurídicas estão subjacentes (que jaz ou está por baixo) à teoria econômica, assim como os problemas econômicos podem modificar o quadro existente de normas jurídicas.
  155. 155. A Relação da Economia com as demais ciências Finalmente, cabe destacar como a Economia, a Matemática e a Estatística estão correlacionadas. A utilização da Matemática e da Estatística, servem como ferramentas úteis para estabelecer relações entre variáveis econômicas. A Matemática permite escrever de forma resumida importante conceitos e relações de Economia, permitindo a análise econômica sob a forma de modelos analíticos, com poucas variáveis estratégica, que resume os aspectos essenciais da questão em estudo.
  156. 156. Economia I
  157. 157. Divisão do Estudo Econômico A análise econômica, para fins metodológicos e didáticos, é normalmente dividido em quatro áreas de estudo, segundo Marco Antônio S. Vasconcelos e Manuel E. Garcia em seu livro Fundamentos de Economia editado pela Saraiva:
  158. 158. Divisão do Estudo Econômico • Microeconomia; • Macroeconomia; • Economia Internacional; • Desenvolvimento Econômico.
  159. 159. Divisão do Estudo Econômico • Microeconomia e Macroeconomia Quanto a micro e macro já foi definido quanto aos aspectos da Teoria Econômica.
  160. 160. Divisão do Estudo Econômico • Economia Internacional Estuda as relações econômicas entre residentes e não residentes do país, quais envolvem transações com bens e serviços e transações financeiras.
  161. 161. Divisão do Estudo Econômico • Desenvolvimento Econômico; Preocupa-se com a melhoria do padrão de vida da coletividade ao longo do tempo. O enfoque é também macroeconômico, mas centrado em questões estruturais e de longo prazo, por exemplo:
  162. 162. Divisão do Estudo Econômico • Melhoria tecnológica, que aumenta a eficiência na utilização do estoque de capital; • Estratégias de crescimento equilibrado econômico e auto sustentado; • Eficiência organizacional, ou seja, eficiência na forma como os instrumentos interagem etc.

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