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Boletim o pae marco 2020

BOLETIM INFORMATIVO

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Boletim o pae marco 2020

  1. 1. 1 Advertimos a urgente necessida- de do estudo continuado do Livro dos M�diuns, um comp�ndio insuper�vel para o entendimento e pr�tica da me- diunidade. No item 200, de O Livro dos M�diuns, Allan Kardec deixa claro que n�o h� sen�o um �nico meio de constatar a exist�ncia da faculdade medi�nica em algu�m: a experimenta��o. Ou seja, s� poderemos saber se uma pessoa � m�dium, ob- servando se ela �, efetiva- mente, capaz de servir de intermedi�ria aos esp�ritos desencarnados Incorre em erro grave quem queira for�ar, a todo custo, o desenvolvimento de uma faculdade que ain- da n�o aflorou, pois, como sabemos todos os homens t�m o seu grau de mediunidade, nas mais varia- das posi��es evolutivas. Ningu�m de- ver� for�ar o desenvolvimento dessa ou daquela faculdade, porque, nesse terreno, toda a espontaneidade � ne- cess�ria; observando-se, contudo, a flora��o medi�nica espont�nea, nas express�es mais simples, deve-se aceitar o evento com as melhores dis- posi��es de trabalho e boa-vontade. Recordemos, por�m, que a edu- ca��o medi�nica promovida nos cen- tros esp�ritas n�o deve, jamais, ser entendida como aprendizado de t�c- nicas e m�todos para fazer surgir a mediunidade, mas, exclusivamente, como aperfei�oamento e norteamento eficaz para o equil�brio das faculdades brotadas naturalmente. Isso conduz ao aper- fei�oamento moral do m�- dium por meio do estudo s�rio e de seus esfor�os continuados para o ajuste de suas pr�ticas �s reco- menda��es evang�licas. O exerc�cio da mediunidade nas tarefas esp�ritas exige larga disciplina mental, moral e f�si- ca, assim como grande equil�brio das emo��es. Mediunidade sem estudo s�rio da Doutrina Espirita e sem Jesus sedi- menta a emiss�o e recep��o de for�as mentais delet�rias, abrindo espa�o � persegui��o dos esp�ritos envolvidos com o mal. Informativo Mensal do Posto de Assist�ncia Esp�rita - Ano VI, N�mero 54 - Mar�o/2020. Editorial / Jorge Hessen Sobre a mediunidade, uma reflex�o Boletim O PAE �rg�o de divulga��o Esp�rita Crist�o
  2. 2. 2 Mensagem dos amigos espirituais Vener�vel mediunidade Nos mecanismos do desenvolvimento da alma, diferentes experi�ncias desafiadoras surgir�o a fim de que advenha o necess�rio ajuizamento da conduta pessoal, sob a �tica das prov�veis conquistas intelecto-morais. A cada dia surgem ocorr�ncias como leg�timos apelos �s reflex�es individuais, que s�o instrumentos imprescind�veis para aferi��o do progresso espiritual. Ao abra�armos o exerc�cio medi�nico como instrumentos de reajuste da pr�pria consci�ncia, � urgente conquistarmos a atitude de autoavalia��o. Se n�o nos permitirmos ociosidades, ante as tarefas crist�, pelos arrastamentos da pregui�a moral, haveremos de conquistar a recompensa relativa a pleni- tude. Sempre sob o apoio dos convites de Jesus, os nossos passos de servi�os espirituais ser�o para frente e para o alto e sem espa�os poss�veis para recuos ou estacionamentos improf�cuos. O bom desempenho dos compro- missos assumidos consigo mesmo, visando o exerc�cio do bem, constituir� a caminhada por logradouros seguros, propiciando o necess�rio resgate das pend�ncias dos deslizes cometidos no pret�rito. No exerc�cio da sacrossanta mediunidade � constitu�do o inevit�vel mo- mento da conquista da atual trajet�ria reencarnat�ria. Por isso mesmo, n�o ser� atrav�s do menor esfor�o que nos reergueremos dos abismos do pas- sado delituoso, pois somente atrav�s do emprego justo da disciplina, da vi- gil�ncia e do esfor�o cont�nuos que os vanguardeiros mediadores das duas dimens�es da vida conseguir�o , n�o somente resistir aos �bices da cami- nhada, mas sobretudo escalar os degraus rumo �s mais elevadas culmin�n- cias do al�m-tumba. O exerc�cio da mediunidade com Jesus � a sublime oportunidade da defi- nitiva ascens�o espiritual. Os desafios di�rios surgir�o como amorosos con- vites do Excelso Criador da vida, visando o processo do autoburilamento no campo emotivo e sentimental. Desta forma, a mediunidade n�o deve ser interpretada como um compromisso sacrificial , por�m como uma inadi�vel oportunidade que o senhor nos concede para a decisiva conquista da autoilu- mina��o. N�o se pode ceder a entraves que incitem o m�dium � deser��o. Cora- gem e entusiasmo s�o virtudes conquist�veis para aqueles que amam com boa-f� o exerc�cio da mediunidade com Jesus. Que os esp�ritos que coordenamos as tarefas espirituais deste grupo con- tinuemos investindo os �nimos do desinteresse e do entusiasmo nos cora- ��es de todos. Paz ! Irm� Miguelina Psicografado no grupo de desobsess�o do s�bado - 08/02/2020.
  3. 3. 3 ............ Espa�o da Codifica��o ............ O Livro dos M�diuns Cap. XXXI, Sobre os m�diuns Todos os homens s�o m�diuns, todos t�m um Esp�rito que os dirige para o bem, quando sabem escut�-lo. Agora, que uns se comuniquem diretamente com ele, valendo-se de uma mediunidade especial, que outros n�o o escutem sen�o com o cora��o e com a intelig�ncia, pouco importa: n�o deixa de ser um Esp�rito familiar quem os aconselha. Chamai-lhe esp�rito, raz�o, intelig�ncia, � sempre uma voz que responde � vossa alma, pronunciando boas palavras. Apenas, nem sempre as compreendeis. Nem todos sabem agir de acordo com os conselhos da raz�o, n�o dessa raz�o que antes se arrasta e rasteja do que caminha, dessa raz�o que se perde no emaranhado dos interesses materiais e grosseiros, mas dessa raz�o que eleva o homem acima de si mesmo, que o transporta a regi�es desconhecidas, chama sagrada que inspira o artista e o poeta, pensamento divino que exal�a o fil�sofo, arroubo que arrebata os indiv�duos e povos, raz�o que o vulgo n�o pode compreender, por�m que ergue o homem e o aproxima de Deus, mais que nenhuma outra criatura, entendimento que o conduz do conhecido ao desconhecido e lhe faz executar as coisas mais sublimes. Escutai essa voz interior, esse bom g�nio, que incessantemente vos fala, e chegareis progressivamente a ouvir o vosso anjo guardi�o, que do alto dos c�us vos estende as m�os. Repito: a voz �ntima que fala ao cora��o � a dos bons Es- p�ritos e � deste ponto de vista que todos os homens s�o m�diuns. (Channing). Livro: O Consolador Quest�o: 383 M�dium: Chico Xavier / Editora: FEB � justo considerarmos todos os homens como m�diuns? -Todos os homens t�m o seu grau de mediunidade, nas mais variadas posi��es evolutivas, e esse atributo do esp�rito representa, ainda, a alvorada de novas per- cep��es para o homem do futuro, quando, pelo avan�o da mentalidade do mundo, as criaturas humanas ver�o alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos. Na atualidade, por�m, temos de reconhecer que no campo imenso das potencialida- des ps�quicas do homem existem os m�diuns com tarefa definida, precursores das novas aquisi��es humanas. � certo que essas tarefas reclamam sacrif�cios e se constituem, muitas vezes, de prova��es �speras; todavia, se o oper�rio busca a subst�ncia evang�lica para a exe- cu��o de seus deveres, � ele o trabalhador que faz jus ao acr�scimo de miseric�rdia prometido pelo Mestre a todos os disc�pulos de boa-vontade. Refletindo com Emmanuel
  4. 4. 4 Conselho Diretor - Presidente: Jorge Hessen / Vice-Presidente: Jo�o Batista Secret�rio: Josias da Silva/2.� Secret�rio: Walter A. Costa/Tesoureira: Diomarsi Souza Conselho Fiscal - Wilson Barbosa, Jurandir Correia e Ismael de Jesus Editor - Jorge Hessen / Diagramador: Fabiano Augusto Site - Departamento de Forma��o Doutrin�ria - http://opaespirita.wixsite.com/opae Blog - http://paespirita.blogspot.com.br/ DFD http://opaespirita.wixsite.com/opae/blank-phzg1 QNM 40 AE N.� 2, Taguatinga Norte/DF. Expediente - Reuni�es P�blicas - Escala de Mar�o QUARTAS-FEIRAS / 20 HORAS Dia - Palestrante/tema 04 - Paulo de Tarso O homem Jesus 11 - Wallid Koury O homem em busca do �xito 18 - S�rgio Rossi Ser e pessoa 25 - Jorge Hessen Prova��es S�BADOS / 18 HORAS Dia - Palestrante/tema 07 - Carmelita Indiano Lit�gios 14 - Jorge Hessen Problemas e desafios 21 - F�tima Guimar�es O ser real 28 - Fabiano Augusto Doen�as contempor�neas Matricule seu filho na evangeliza��o do PAE. Turmas dos 3 aos 21 anos. S�bados das 18h �s 19h. Equipe DIJ Nos dom�nios da mediunidade Andr� Luiz-Cap. 13 Pensamento e mediunidade (...) Para conquistar a posi��o de trabalho a que nos destinamos de con- formidade com os princ�pios superiores que nos enaltecem o roteiro, � necess�- rio concretizar-lhes a ess�ncia em nossa estrada, por interm�dio do testemunho de nossa convers�o ao amor santifican- te. N�o bastar�, portanto, meditar a gran- deza de nosso idealismo superior. � pre- ciso substancializar-lhe a excelsitude em nossas manifesta��es de cada dia. (...) Nossos pensamentos geram nos- sos atos e nossos atos geram pensa- mentos nos outros. Inspiremos simpatia e eleva��o, no- breza e bondade, junto de n�s, para que n�o nos falte amanh� o precioso p�o da alegria. (...) Media��o entre dois planos dife- rentes, sem eleva��o de n�vel moral, � estagna��o na inutilidade.

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