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Boletim o pae março 2018

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Boletim o pae março 2018

  1. 1. 1 Um atentado no dia 14 de fe- vereiro (quarta-feira de cinzas) na escola pública Marjory Stoneman Douglas High School em Parkland, sul da Flórida trouxe novamente à pauta o debate sobre o controle de armas nos Estados Unidos. O acu- sado pelo assassinato de 17 pes- soas, entre estudantes e professo- res, é o ex-aluno Nikolas de Jesus Cruz, de 19 anos, que havia sido expulso no ano passado. Segundo a organização Everytown for Gun Safety, que defende o controle de armas nos Estados Unidos, o tiroteio já entrou para as estatísticas como o 18.º massacre em escola americanas em 2018. Nikolas usou um rifle AR- 15, além de matar 17 pessoas, fe- riu outras 14 que foram conduzidas em estado grave para a Broward Health North, e outras para o Centro Médico Broward. Neste ano de eleições no Brasil, observamos um quadro po- lítico moralmente corrompido, em face dos inimagináveis desvios do erário público. O país tem sido go- vernado por pessoas ambiciosas e escroques impetuosos. Temos acompanhado com certa apreen- são a crescente popularidade de um “pré-candidato” à presidência, que, apesar não ter o estigma de uma trajetória política comprome- tedora, todavia, vem anunciando desenvolver uma política de arma- mento da população. Não duvidamos da honestida- de de tal pré-candidato, contudo, seu discurso é preocupante e suas promessas de governo têm sido aterradoras. Conquanto possa es- tar imbuído de boas intenções, mas cremos que o seu discurso “mes- Informativo Mensal do Posto de Assistência Espírita - Ano IV, Número 32 - Março/2018. Desarmamento já! Editorial / Jorge Hessen
  2. 2. 2 Livro: O Consolador / Chico Xavier / FEB Questão 345 O preceito evangélico – “se alguém te bater numa face, apresenta-lhe a outra” – deve ser observado pelo cristão, mes- mo quando seja vítima de agressão corporal não provocada? O homem terrestre, com as suas taras seculares, tem inven- tado numerosos recursos humanos para justificar a chamada “legítima defesa”, mas a realidade é que toda a defesa da cria- tura está em Deus. Somos de parecer que, agindo o homem com a chave da fraternidade cristã, pode-se extinguir o fermento da agressão, com a luz do bem e da serenidade moral. Acreditando, contudo, no fracasso de todas as tentativas pacíficas, o cristão sincero, na sua feição individual, nunca de- verá cair ao nível do agressor, sabendo estabelecer, em todas as circunstâncias, a diferença entre os seus valores morais e os instintos animalizados da violência física. Refletindo com Emmanuel siânico” para transformação social sob o látego do revide, da animo- sidade, da retaliação é cabalmente contraditório e desfavorável à paz entre os brasileiros. A criminalidade tem as suas raízes, dentre outras, na desigual- dade social, no elevado índice de desemprego, na urbanização de- sordenada e, destacadamente, no descrédito à classe política hipó- crita, corrupta e na difusão incon- trolada da arma de fogo, sobretudo clandestina, situações essas que contribuem de forma decisiva para o avanço do caos social, do tráfico de drogas, dos assaltos, dos rou- bos, dos sequestros e, por fim, dos homicídios. Muitos vivem sob o temor da doença das “balas perdidas”. O investimento de recursos em arma- mentos é inútil, perigoso e desne- cessário. As leis e a ordem impos- tas à sociedade como resposta à exigência coletiva são aceitáveis e compreensíveis, mas muito melhor será quando os homens se desar- marem e os cidadãos respeitarem seus direitos, sobretudo o mais fundamental, o direito à vida. Neste contexto, a aplicação do ensina- mento espírita em seu esboço cien- tífico, filosófico e ético-moral será o instrumento por excelência decisi- vo para a paz entre os homens.
  3. 3. 3 ............ Espaço da Codificação ............ - O Livro dos Espíritos - Questão 841 Para respeitar a liberdade de consciência, dever-se-á deixar que se propaguem doutrinas perniciosas, ou poder-se-á, sem atentar contra aquela liberdade, procurar trazer ao caminho da verdade os que se transviaram obedecendo a falsos princípios? “Certamente que podeis e até deveis; mas, ensinai, a exemplo de Jesus, servindo-vos da brandura e da persuasão e não da força, o que seria pior do que a crença daquele a quem desejaríeis convencer. Se alguma coisa se pode impor, é o bem e a fraternidade. Mas não cremos que o melhor meio de fazê-los admitidos seja obrar com violência. A convicção não se impõe.” Alguns do Movimento Espírita afirmam que o Espiritismo não é uma religião e ar- voram em sua defesa o Mestre Lionês, dei- xando de lado toda a literatura espiritista consagrada, que considera os 3 aspectos da Doutrina (ciência, filosofia e religião/mo- ral). Esquecem-se de estudar e de procu- rar entender o pensamento do Codificador. Desprezam o contexto cultural e filosófico do surgimento da Doutrina, onde se fazia necessário classificar a Religião Espírita de maneira inversa das existentes cor- rentes religiosas dogmáticas, irracionais e contrárias aos fatos científicos. É claro que sob a ótica do que tínha- mos e ainda temos no formato tradicional de “religião” o Espiritismo não se encaixa neste conceito. No entanto, quando con- sideramos a etimologia da palavra (como sendo um laço de vinculação com Deus e respeito pelo sagrado) e a proposta de ser a alavanca do progresso e da renovação moral, aí sim o Espiritismo é religião! Não se pode definir uma questão extre- mamente séria, como a que está em foco, apenas com alguns escritos esparsos de Kardec, mormente em seus primeiros en- saios. Precisamos considerar toda sua monumental obra com destaque para “O Evangelho segundo o Espiritismo” que consolida definitivamente a vertente moral e, portanto, religiosa do Espiritismo Cris- tão. Para os que ainda têm dúvida seguem trechos do artigo “O Espiritismo é uma Re- ligião?” de autoria de Kardec e publicado na Revista Espírita de dezembro de 1868: “(...) O laço estabelecido por uma reli- gião, seja qual for o seu objetivo, é, pois, essencialmente moral, que liga os cora- ções, que identifica os pensamentos, as aspirações e não somente o fato de com- promissos materiais, que se rompem à vontade, ou da realização de fórmulas que falam mais aos olhos do que ao espírito. (...) Se é assim, perguntarão, então o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida, senhores! No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos van- gloriamos por isto, porque é a Doutrina que funda os vínculos da fraternidade e da co- munhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as próprias Leis da Natureza. (...) Em razão de não haver senão uma palavra para exprimir duas ideias dife- rentes e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; porque desperta exclusivamente uma ideia de for- ma, que o Espiritismo não tem. Se o Espi- O Espiritismo é religião Fabiano Augusto
  4. 4. 4 .... Mural do DIJ/PAE .... Matricule seu filho na Evangelização! Turmas dos 3 aos 21 anos. Aos sábados das 18h às 19h. Não perca a oportunidade dessa integração. Conselho Diretor - Presidente: Jorge Hessen / Vice-Presidente: João Batista Secretária: Josias da Silva/2.º Secretário: Walter A. Costa/Tesoureira: Diomarsi Souza Conselho Fiscal - Wilson Barbosa, Jurandir Correia e Ismael de Jesus Editores - Jorge Hessen e Fabiano Augusto Site - Departamento de formação doutrinária - http://opaespirita.wixsite.com/opae Blog - http://paespirita.blogspot.com.br/ QNM 40 AE N.° 2, Taguatinga Norte/DF - Fone: (61) 3491-2552 Expediente Sábados - 18 horas Dia 3 - Jorge Hessen (PAE) Dia 10 - Mauricio Curi (Atualpa) Dia 17 - Oswaldo Bastos (Comunhão) Dia 24 - Fabiano Augusto (CEFE) Dia 31 - Wallid Koury (Cantinho da Fé) Quartas-feiras - 20 horas Dia 7 - Arildo Marques (B. Menezes) Dia 14 - Cirne Ferreira (FEB) Dia 21 - Maria Omilta (PAE) Dia 28 - Jorge Hessen (PAE) Quadro de Reuniões Públicas e Expositores do Mês de Março ritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí mais que uma nova edição, uma variante, se se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sa- cerdotal com seu cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não separaria das ideias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes a opinião se levantou. Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado.”

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