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A Providência Divina oportuniza ao
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Mensagem dos amigos espirituais
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O Livros dos Espíritos
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Boletim o pae novembro 2019

Boletim informativo

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Boletim o pae novembro 2019

  1. 1. 1 A Providência Divina oportuniza ao Espírito falido uma experiência reencarnató- ria desafiadora, como um convite (amoroso e/ ou doloroso), para reparação e reaprendizado das derrocadas de vidas passadas e atuais. Precisamos ajuizar o preceito de Causa e Efeito com o máximo discernimento, a fim de nos conscientizarmos sobre seu mecanis- mo, que desfere tanto reparações desafia- doras, quanto gratificações surpreendentes, sucessivamente, justas, criteriosas e con- troladas, as quais expressam a resposta da Providência Divina contra a desarmonia cons- tituída ou submissões aos Códigos divinos da consciência em suas profundas estruturas. Ninguém está sujeito ao império aleató- rio da “casualidade”, pois o acaso não existe. A casualidade não pode governar nossos destinos. É o código de causa e efeito ou a Providência Divina, que tudo ordena, corrige e atua na imensidade colossal do Universo. Tal divino ditame é para que nós nos resguar- demos de nós mesmos e não objetiva pro- cessos punitivos sem indultos. Experimentamos, após a desencarna- ção, os resultados das imperfeições que não conseguimos corrigir na vida física. As Leis divinas, ínsitas na consciência, asseguram que felicidade e desdita sejam reflexos na- turais das nossas escolhas em grau de pu- reza ou impureza moral. A felicidade relativa reflete a concernente ascensão moral do Espírito, enquanto a imperfeição causa dor e a dor quando não é aceita amorosamente se transforma em sofrimento. Portanto, quanto mais evoluído é o Espírito maior o grau de felicidade e menor é a amplitude da dor. Pelas nossas livres escolhas somos res- ponsáveis pelas consequências determinan- tes da trajetória do nosso destino, podendo delongarmos as dores pela persistência no mal, ou atenuá-las e até anulá-las pelo exer- cício do bem. Um dos mecanismos que su- avizam o açoite da dor é o arrependimento. Entretanto não nos basta o arrependimento, ou seja, termos a consciência da dimensão do delito com o firme propósito de não rein- cidir no mesmo, pois são imprescindíveis a expiação (como ação de extrair a pureza), isto é, extrairmos a pureza que há em nossa essência divina, a fim de que haja a necessá- ria e amorosa reparação. A reparação, por sua vez, consiste em, ao fazermos o bem primeiramente a nós mesmos, bancarmos em seguida o bem àqueles a quem fizemos o mal. Em que pese a diversidade de gêneros e graus de dores dos Espíritos imperfeitos, a Lei de Deus es- tabelece que a dor (que jamais será punitiva) seja inerente à impureza espiritual. Toda “imperfeição”, assim como todo delito dela decorrente, traz consigo a neces- sidade de inevitável reparação. Assim, a do- ença é um convite divino para a reeducação reparadora dos excessos. Do emprego men- tal irresponsável nasce o tédio, sem que haja mister de sentença condenatória especial para cada erro ou indivíduo. Podendo nos li- bertar das nossas imperfeições por efeito da vontade, pensamentos e sentimentos pode- mos igualmente anular as dores decorrentes e assegurar a atual felicidade relativa. Informativo Mensal do Posto de Assistência Espírita - Ano V, Número 50 - Novembro/2019. Editorial / Jorge Hessen Nos códigos de Deus não há canchas para castigos Boletim O PAE Órgão de divulgação Espírita Cristão
  2. 2. 2 Mensagem dos amigos espirituais Perante os momentos desafiadores, quando somos convidados ao exercício da resignação, mobilizemos os mecanismos da fé racional inabalável, para que a ideia de deserção não receba alento e arrase o bom ânimo. Saibamos que o estágio do serviço Espírita é alavanca propulsora para o alcance da leveza, doçura e alegria de viver. Compreendamos que somos chamados ao trabalho do amor, da lida caridosa e dos testemunhos existenciais frente às experiências desafiadoras da brandura e da humildade como reverso às nossas disposições para o desamor. Na íngreme caminhada das avenidas dos códigos evangélicos será estabele- cida, aos imersos no aperfeiçoamento moral, a prática da virtude do desinteresse mesquinho e da indispensável humildade. Somos educandos apontados pela ope- rosa equipe de Maria Dolores, a fim de desenvolvermos as virtudes do coração que precisam ser conectadas aos subsídios doutrinários já adquiridos. Ponderemos que o essencial para o trabalho espírita deve ser a ascensão na escala do serviço abne- gativo em prol daquelas almas que vagueiam nas estradas enevoadas da ignorância. O Espiritismo é o fanal natural para iluminar as mentes confusas daqueles es- píritos afundados nas angústias dos próprios sentimentos. O conhecimento Espírita dissolve as espessas nuvens da odiosidade que interrompe o fluxo da razão dos viajores que ainda se repletam nas alucinações das fugazes aclamações terrestres. Somos arautos da Terceira Revelação que necessita ser esparzida através das atitu- des consistentes de benignidade, comiseração e clemência. Sejamos resignados perante os transeuntes vacilantes e embaraçados que nos estimulam o exercício do bem nos múltiplos planos da vida. Não consintamos que a insegurança arremetida na incredulidade ou nos logradouros agrestes da dúvida bloqueie a nossa capacidade de discernimento ante os desafiadores convites da Pro- vidência Divina para o exercício das virtudes cristãs. Diante das provas e advertências que contrariam as ilusões egóicas aprisio- nadas às caças das facilidades terrestres é importante avaliarmos o valor do soldo creditado para que concretizemos as tarefas sem lamentações. O triunfo da tarefa será uma consequência natural na vida dos que não se consentirem sequestrar pela preguiça moral. Jamais cedamos guarida ao desalento preguiçoso e mergulhemos na inutilidade de nada fazer em benefício do ser essencial que somos. Recordemos que todo em- penho para reconquista do bom ânimo passará pelo domínio do autoconhecimento. O fazer coisas “materiais” eficaz e eficientemente para os outros deve ter como base o fazer o bem a si essencialmente. Isto porque, ninguém doa o que não possui e aqui cabe a seguinte reflexão: somos um fazer humano, um ter humano ou um ser humano? Ora, como essência divina que somos, trabalhemos com foco no princípio do autoamor a fim de que possamos amar o próximo e assim desempenharemos as leis da própria consciência. Espírito Carlos Stuart Psicografado no grupo de desobsessão do sábado - 19/10/2019.
  3. 3. 3 ............ Espaço da Codificação ............ O Livros dos Espíritos Questão 115 - Dos Espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus? “Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu determinada missão, com o fim de esclare- cê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade, para aproximá-los de si. Nesta perfeição é que eles encontram a pura e eterna felicidade. Passan- do pelas provas que Deus lhes impõe é que os Espíritos adquirem aquele conhecimento. Uns aceitam submissos essas provas e chegam mais depressa à meta que lhes foi assinada. Outros só a suportam murmurando e, pela falta em que desse modo incorrem, permanecem afastados da perfeição e da prometida felicidade.” Livro: Plantão de respostas - Pinga Fogo II Médium: Chico Xavier Comportamento Editora: CEU Como devemos agir para não “pecarmos” por omissão ou intro- missão, não sendo nem comodista e nem inconvenientes a ponto de interferirmos no livre-arbítrio das pessoas? Com o livre-arbítrio, o espírito enfrenta as lutas, provas e experiên- cias da vida material e espiritual, respondendo com a responsabilidade pelos atos que pratica, no contexto da Lei de Causa e Efeito. Ora, vemos assim no livre-arbítrio um bem intocável que não merece interferências, porque Deus permite que os espíritos tenham liberdade de pensar e, consequentemente, de agir. Desta forma, o melhor conselho que se pode dar é agir em conso- nância com os ditames do Senhor e ter presente que todos os espíritos tendem para a perfeição. Refletindo com Emmanuel
  4. 4. 4 Conselho Diretor - Presidente: Jorge Hessen / Vice-Presidente: João Batista Secretário: Josias da Silva/2.º Secretário: Walter A. Costa/Tesoureira: Diomarsi Souza Conselho Fiscal - Wilson Barbosa, Jurandir Correia e Ismael de Jesus Editor - Jorge Hessen / Diagramador: Fabiano Augusto Site - Departamento de Formação Doutrinária - http://opaespirita.wixsite.com/opae Blog - http://paespirita.blogspot.com.br/ DFD http://opaespirita.wixsite.com/opae/blank-phzg1 QNM 40 AE N.° 2, Taguatinga Norte/DF. Expediente Reuniões Públicas - Escala do mês de Novembro SÁBADOS / 18 HORAS Dia Palestrante 02 - Carmelita Indiano (FEB) 09 - Jorge Hessen (PAE) 16 - Wallid Koure (Cantinho da Fé) 23 - Fátima Guimarães (FEB) 30 - Haroldo Eleutério (FEDF) QUARTAS-FEIRAS / 20 HORAS Dia Palestrante 06 - Jorge Hessen (PAE) 13 - Nazareno (Comunhão Espírita) 20 - Carlos Alberto (CEFE) 27 - Sérgio Rossi (CEPT) Matricule seu filho na evangelização do PAE. Turmas dos 3 aos 21 anos. Sábados das 18h às 19h. Equipe DIJ Jesus perante a cristandade Trecho do cap. V, Bittencourt Sampaio Percorrendo a História Sacra, encontramos Jesus realizando curas pela ação da lei dos fluidos, e nunca obrando milagres pela derrogação das leis estabele- cidas pelo Criador; é assim que não o vemos dando membros ao corpo que os tivesse perdido. O que ele fazia era do domínio da lei dos fluidos, que, por ser desconhecida dos homens, era por eles considerada sobrenatural, e o será até que chegue o mo- mento de lhes serem desvendados os mistérios que o acanhamento da sua inteli- gência lhes não permite ainda compreender, e aos quais só poderão atingir quan- do, livres da lepra do pecado, pela prática constante dos ensinamentos do Divino Modelo, puderem receber a luz que se transfunde das páginas do Seu Evangelho! Jesus dava vista aos cegos por atrofiamento da íris; restituía a palavra aos mudos por atrofiamento das cordas vocais, enfim, curava os enfermos, mas de enfermidades curáveis, pela simples imposição dos fluidos, que ele conhecia como governador deste planeta, e dos quais dispunha, pelo Seu poder absoluto sobre toda a Natureza.

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