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Boletim OPAE outubro 2019

Boletim informativo

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Boletim OPAE outubro 2019

  1. 1. 1 Muitas crianças são induzidas a agir de forma sempre “correta”, conforme o padrão do seu meio ambiente, dos valores éticos, das pressões existentes. Quando a criança é obrigada a fazer as coisas dessa ou daquela maneira, todas as vezes que faz de forma diferente desenvolve a culpa. A virtude do discernimento deve ser-lhe ensinada desde cedo pelos pais cônscios, por ser a virtude fundamental para que ela possa escolher com segurança aquilo que é certo, de acordo com as leis divinas ínsitas na consciência. Deve-se ensinar a criança a compreen- der as leis divinas; mostrá-la que errar é na- tural e faz parte do aprendizado, tanto quan- to o erro deve ser reparado como condição natural para o desenvolvimento do senso moral. Mas, se a criança desenvolve e cultua culpa e se acostuma com isso, quando che- ga à fase adulta a culpa se intensifica e se soma às culpas do passado, situando a vida numa condição insuportável. A culpa ocasiona comoções, desordens autopunitivas e contribui para ausência de autoestima. Provoca compulsão autoexter- minadora, como decorrência dos movimen- tos de autojulgamento, autocondenação e autopunição em que o culpado arruína a autoestima, tornando impossível o autoaco- lhimento amoroso. A autoestima está conectada aos sen- timentos básicos de autoaceitação, auto- confiança, autovalorização e autorrespeito, como anseios fundamentais para o equilíbrio do ser. Fora disso, surgem várias dificulda- des de ordem mental e emocional, refletin- do-se no corpo físico através do bombardea- mento mental, comprometendo o organismo. Sempre seremos amados pelo Criador, independentemente dos nossos erros. Será que um pai ou uma mãe ama o filho só quan- do ele faz as coisas certas? Na verdade, os pais amam os seus filhos do mesmo jeito, in- dependentemente das condições morais dos filhos. Será que um ser humano é mais amo- roso do que Deus? Em face disso, não há razões para sustentarmos a baldia culpa im- pondo-nos a “distimia” (conduta mal-humo- rada), perdendo o interesse pelas atividades diárias normais, sentindo-se sem esperança, tendo baixa produtividade, baixa autoestima e um sentimento geral de inadequação como precursor da depressão. Há os que mantêm o mal humor quase ininterruptamente. São aqueles que acordam mal-humorados, passam o dia mal-humora- dos e vão dormir mal-humorados, porque es- tão o tempo todo num processo de culpa em autojulgamento, autocondenação e autopu- nição. Para sair desse estado é imperioso desenvolver os sentimentos básicos da auto- estima, da autoaceitação, da autoconfiança, da autovalorização e do autorrespeito. Várias são as consequências da culpa, a saber: insegurança, isolacionismo, ausência de si mesmo(a) e dos outros. A pessoa entra em estado de isolamento psíquico e amplia o sentimento de abandono existencial. Não é possível alguém assim se sentir pertencente ao universo, e é exatamente o sentimento de pertencimento ao universo que gera em nós existencialismo e alegria de viver. Informativo Mensal do Posto de Assistência Espírita - Ano V, Número 49 - Outubro/2019. Editorial / Jorge HessenResultados da culpa Boletim O PAE Órgão de divulgação Espírita Cristão
  2. 2. 2 Mensagem dos amigos espirituais Amados companheiros, Nas distintas ocasiões que determinaram prudentes reflexões sobre a forma pela qual devem ser recepcionados e/ou oferecidos tratamentos às pessoas que adentram os espa- ços físicos do PAE, foram sugeridas as maneiras pelas quais devem ser acolhidas. Lembramos da simplicidade no trato com os visitantes, quase sempre envoltos por naturais curiosidades sobre o Espiritismo. Alguns são originários de outras instâncias reli- giosas, há os que advêm das instituições congêneres. Há os frequentadores tradicionais, os dirigentes ou prestadores de serviços que necessitam de um ambiente irrigado pela deferência, desvelo e entusiasmo. A meta da atual administração não precisa ser obrigatoriamente a multiplicação nu- mérica de frequentadores, quiçá posteriores trabalhadores, contudo, cabe uma importante sugestão, visando a base do princípio da qualificação do lidador das tarefas doutrinárias, considerando a atual conjuntura, com foco nas novas propostas doutrinárias comprometi- das e pactuadas com os abnegados dirigentes do Plano Maior da Vida. Historicamente, a conflitante competição entre confrades no PAE foi predominante, e tal batalha conspurcou seriamente a psicosfera da instituição. Foram registradas circuns- tâncias catastróficas entre os antigos trabalhadores invigilantes. Presentemente, paira uma atmosfera largamente adequada para o renascimento dos prioritários compromissos har- moniosos, onde deve vigorar a conformidade coletiva em torno do Evangelho e de Kardec. Nas plagas do PAE há um fanal de intensa luminosidade, de grande abrangência evangélica, abarcando as complexas oscilações políticas e econômicas com vistas à paz da coletividade no Brasil. Há, sem sombra de dúvidas, nos planos desafiadores abraçados pelas equipes espirituais da instituição, muitos desafios em torno da segura difusão do Espiritismo. Em verdade, atualmente existem diversas casas espíritas comprometidas com os ide- ais de pacificação social de maior abrangência no País. Contudo, lamentavelmente, há muitos núcleos espíritas sob os nevoeiros das competições entre confrades que miram a conquista do poder com a consequente projeção pessoal. Diversas instituições espíritas coexistem debaixo das chibatas das desordens morais internas e externas. O PAE, seguramente, precisa ser um grupo de artesãos do bem, que deseja o bem e encalça o bem, a principiar nas profundezas da intimidade de cada trabalhador. A instituição percorreu, como precípua ideação kardequiana, uma extensa avenida. No transcurso ocorreram altos e baixos, avanços e recuos com indesejável estagnação ins- titucional, todavia, ultimamente nos mobilizamos através de consolidadas propostas cristãs com vistas à harmonização social. Dessa forma, sob a inspiração de Kardec e Jesus, promulgamos os pujantes e inadiá- veis convites para os sinceros trabalhadores do Posto de Assistência Espírita, a fim de que possam arregaçar as suas mangas e encarar os desafios da renunciação, da tolerância, da modéstia e do entusiasmo, professando o bem sem olhar para trás, para que não de- longuem na caminhada. A empreitada é simples e desafiadora, todavia, perfeitamente realizável. Enfatizamos as observações iniciais.Abriguem-se, respeitem-se, abracem-se e recep- cionem-se com espírito cristão. Prodigalizem as simpatias leais e irradiem contentamento. Não consintam jamais que o mal humor, a maledicência, a separatividade corrompam e infectem o campo psíquico daqueles que procuram no PAE um porto seguro para sua estabilização emocional. Amem-se e comemorem o amor entre todos os dirigentes, trabalhadores e frequenta- dores do PAE. Um espírito amigo - Psicografado no grupo de desobsessão do sábado - 21/9/2019.
  3. 3. 3 ............ Espaço da Codificação ............ O Evangelho segundo o Espiritismo Necessidade da encarnação - S. Luís, item 25, Cap. IV. É um castigo a encarnação e somente os espíritos culpados estão su- jeitos a sofrê-la? A passagem dos espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a atividade que são convidados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, os mesmos comprometimentos a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encar- nação para todos os espíritos, é apenas um estado transitório. E uma tarefa que Deus lhes convida, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso que farão do livre arbítrio. Os que desempenham com zelo essas ta- refas transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna uma expiação. Livro: O Consolador Médium: Chico Xavier Pergunta 336 - Editora: FEB O culpado arrependido pode receber da justiça divina o direito de não passar por determinadas provas? A oportunidade de resgatar a culpa já constitui em si mesma, um ato de misericórdia divina, e, daí o considerarmos o trabalho e o esforço próprio como a luz maravilhosa da vida. Entendendo, todavia, a questão à generalidade das provas; devemos concluir ainda, com o ensinamento de Jesus, que “o amor cobre a multidão dos pecados”, traçando a linha reta da vida para as criaturas e representando a única força que anula as exigências da lei de talião, dentro do Universo infinito. Refletindo com Emmanuel
  4. 4. 4 Conselho Diretor - Presidente: Jorge Hessen / Vice-Presidente: João Batista Secretário: Josias da Silva/2.º Secretário: Walter A. Costa/Tesoureira: Diomarsi Souza Conselho Fiscal - Wilson Barbosa, Jurandir Correia e Ismael de Jesus Editor - Jorge Hessen / Diagramador: Fabiano Augusto Site - Departamento de Formação Doutrinária - http://opaespirita.wixsite.com/opae Blog - http://paespirita.blogspot.com.br/ DFD http://opaespirita.wixsite.com/opae/blank-phzg1 QNM 40 AE N.° 2, Taguatinga Norte/DF. Expediente Reuniões Públicas - Escala do mês de Outubro SÁBADOS / 18 HORAS Dia Palestrante 05 - Jorge Hessen (PAE) 12 - Verônica (CEPT) 19 - Márcio Costa (FEB) 26 - Edmar Jorge (CFRAT) QUARTAS-FEIRAS / 20 HORAS Dia Palestrante 02 - Fabiano Augusto (CEFE) 09 - Jorge Hessen (PAE) 16 - Sydney (FEB) 23 - José Luiz (CEAL) 30 - Sérgio Rossi (CEPT) Matricule seu filho na evangelização do PAE. Turmas dos 3 aos 21 anos. Sábados das 18h às 19h. Equipe DIJ Jesus perante a cristandade Trecho do cap. VI, Bittencourt Sampaio Cristãos em Cristo, meditai sobre as palavras do Evangelho, soerguei-vos, levantando os vossos Espíritos dos lodaçais da Terra: abri o seio vosso à luz divina, evocai do íntimo de vos- sas almas o Espírito de Verdade, e, num supre- mo esforço, ascendei aos páramos da luz, para que compreendais os sublimes ensinamentos do Divino Cordeiro, os únicos que vos podem dar a felicidade que tanto almejais, dirimindo as vossas culpas. Aí tendes o Espiritismo; estudai-o à luz do Evangelho e nele encontrareis a fonte que mitigue a vossa sede, o pão do céu — N. S. Jesus-Cristo!

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