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Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)

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A 2ª parte de uma geral de dados da Unidade de Terapia Intensiva.

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Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)

  1. 1. PROCEDIMENTOS REALIZADOS NA UTI 1. SINAIS VITAIS 2. MONITORIZAÇÃO 3. ACESSOS 4. SONDAGENS 5. PVC 6. PAM 7. EOT 8. ASPIRAÇÃO TRAQUEAL 9. TIPOS DE CATETERES 10. MARCAPASSO
  2. 2. SINAIS VITAIS EM PEDIÁTRIA Sinais Vitais “FREQUÊNCIA” RESPIRATÓRIA CARDÍACA TENSÃO ARTERIAL 1 ano 30 > 40 FR/min 110 – 160 FC/min 70 – 90 mm/Hg 2 – 5 anos > 25 – 30 FR/min 95 – 140 FC/min > 80 mm/Hg 5 – 12 anos > 20 – 25 FR/ min 80 -120 FC/min > 90 – 110 mm/Hg 12 anos > 15 – 20 FR/min 60 – 100 FR/min > 100 – 120 mm/Hg
  3. 3. TEMPERATURA CLASSIFICAÇÃO RETAL °C AXILAR °C BAIXA TEMPERATURA (HIPOTERMIA) < 35,5 °C < 35,0 °C TEMPERATURA NORMAL (NORMOTERMIA) 35,5 – 37,9 35,0 – 37,4 FEBRE (HIPERTERMIA) 38,0 – 38,9 37,5 – 38,4 FEBRE ALTA (HIPERTEMIA SEVERA) > 39,0 > 38,5
  4. 4. MONITORIZAÇÃO CARDÍACA A monitorização serve para observar as arritmias cardíacas já existentes e prevenir que outras arritmias se instalem, assim como, determinar os efeitos de algumas medicações que o paciente esteja recebendo, como: digitálicos, antiarrítmicos e vasodilatadores.
  5. 5. MONITORIZAÇÃO
  6. 6. PRESSÃO ARTERIAL Condição em que a força exercida pelo sangue contra as paredes da artéria é muito intensa.
  7. 7. TEMPERATURA CORPORAL A temperatura corporal normal em humanos, também conhecida como normotermia ou eutermia, é um conceito que depende do local do corpo no qual a temperatura é medida, hora do dia, e nível de atividade do corpo.
  8. 8. FREQUÊNCIA CARDÍACA • É a quantidade de vezes que o coração bate por minuto e o seu valor normal varia entre 60 e 100 batimentos por minuto. Porém, ela pode variar de oscilar com a idade, atividade física ou a presença de doenças cardíacas.
  9. 9. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA Frequência respiratória ou ritmo respiratório é a designação dada em fisiologia animal e em medicina ao número de ciclos respiratórios que um animal completa num lapso específico de tempo, sendo mais comum ser expressa em respirações por minuto.
  10. 10. OXIMETRIA • Aferição do grau de saturação de oxigênio no sangue.
  11. 11. OXIMETRIA • A oximetria é um exame não invasivo que serve para medir a quantidade de oxigênio no sangue. Este exame é usado com frequência nos hospitais para monitorar os sinais vitais do paciente internado. • Este exame é feito com um oximetro colocado sobre o pulso, na orelha, no dedo (mais comum) e em recém- nascidos pode ficar no pé, tornozelo panturrilha, palma das mãos ou antebraço.
  12. 12. OXIMETRIA • Uma leitura normal, para uma pessoa respirando um ar ambiente, fica acima dos 90. Uma leitura de 96% a 99% normalmente não é motivo para alarme. Uma leitura de 95% ou menos pode indicar hipóxia e deve ser investigado. Uma leitura de 90% ou menos indica hipóxia e exige uma ação imediata.
  13. 13. PAM E PAI • PAM – Pressão Arterial Média • PAI – Pressão Arterial Invasiva • Material que será explicado após apresentação de trabalho.
  14. 14. ACESSOS ACESSO VENOSO PERIFÉRICO ACESSO VENOSO CENTRAL
  15. 15. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO Introdução: A punção de veia periférica esta entre os procedimentos mais comumente realizados na área da saúde, seja realizada em atendimento pré-hospitalar (até mesmo na residência do paciente, em via pública ou em ambulância) ou em ambiente hospitalar (no pronto atendimento, na enfermaria ou na Unidade de Terapia Intensiva), este procedimento tecnicamente simples e frequentemente essencial para tratar os nossos pacientes.
  16. 16. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO Deve ser executado com segurança e eficácia por qualquer profissional da enfermagem ou médico, independente de sua especialidade. As veias dos membros superiores são as mais frequentemente utilizadas em função de seus calibres e facilidade de visualização. Na seleção da veia a ser puncionada devem ser preferidas as de trajeto mais retilíneo, evitando regiões de flexão. Na seleção do tipo de cateter, no caso de necessidade de rápido fluxo, deve-se dar preferência aos cateteres curtos e calibrosos.
  17. 17. INDICAÇÕES Pacientes estáveis hemodinamicamente; Pacientes chocados; Pacientes politraumatizados.
  18. 18. CONTRA - INDICAÇÕES Evitar puncionar em locais com infecção ou Lesões de pele; Presença de Trombose reconhecida no trajeto do vaso limita o procedimento neste local; Evitar puncionar veias onde haja lesão óbvia, presumida ou potencial entre o sítio de punção e o coração.
  19. 19. VANTAGENS Podem ser procedidas mesmo na vigência de alterações da coagulação; Mínimo risco de complicações tais como punção arterial ou pneumotórax; Outras complicações possuem menor gravidade: trombose, flebite, hematomas; Alguns dispositivos podem permitir que sua extremidade distal seja posicionada em veia central.
  20. 20. DESVANTAGENS Necessidade de troca de cateter a cada 72 horas visando evitar flebite ou infecções.
  21. 21. COMPLICAÇÕES Flebite; Celulite;
  22. 22. COMPLICAÇÕES • Infecção • Trombose
  23. 23. TIPOS DE CATETERES A escolha deve ser baseada na indicação de acesso, avaliando as medidas e velocidades de infusão possíveis com cada tipo. Em relação à técnica de introdução, encontram-se dois tipos mais empregados de cateteres.
  24. 24. METÁLICO Butterfly: Inicia-se a punção com uma angulação de cerca de 15° com bisel da agulha voltada para cima. Após a punção a angulação é diminuída para cerca de 10° e a agulha é progredida até estar inteiramente posicionada na luz da veia. Normalmente são pouco calibrosos e não devem ser usados para reposição volêmica.
  25. 25. PLÁSTICO OU SILICONADO Cateter sobre a agulha (Jelco): Inicia-se a punção com uma angulação de cerca de 15° com bisel da agulha voltada para cima. Após punção a angulação é diminuída para cerca de 10°. A agulha é deixada imóvel e o cateter é deslizado sobre a mesma até ser inteiramente posicionado na luz da veia. A agulha é então retirada. Devem ser usados preferencialmente quando há necessidade de reposição volêmica, notadamente os mais calibrosos (Ex.: Jelco 14G).
  26. 26. LOCAIS DE PUNÇÃO Membro superior: Plexo venoso dorsal da mão, veia radial superficial, ulnar superficial, ante cubital, basílica, cefálica (Normalmente são mais simples em função de seus calibres médios, serem mais facilmente visíveis e palpáveis, são considerados como a primeira linha dos acessos venosos para o politraumatizado); Pescoço: Jugular externa. (Punção alternativa quando as primeiras são impraticáveis tecnicamente, tem como desvantagem a frequente interrupção do fluxo caso o paciente assuma certas posições do pescoço).
  27. 27. ACESSO VENOSO CENTRAL Introdução: A técnica para a obtenção de um acesso venoso central é essencial no tratamento de muitos pacientes hospitalizados. Trata-se de procedimento que pode ser executado por qualquer médico independente de sua especialidade. Diferentemente dos acessos venosos periféricos, são procedimentos que exigem maior perícia (treinamento) por serem de maior complexidade e potencialmente gerarem complicações mais graves.
  28. 28. • As punções mais comumente realizadas: Jugular interna; Subclávia; Femoral. Obs.: As dissecções são factíveis, entretanto são procedimentos do âmbito da cirurgia vascular e não serão aqui exploradas.
  29. 29. INDICAÇÕES Impossibilidade de punção de veias periféricas; Monitorização hemodinâmica; Introdução de cateter de marca-passo cardíaco ou Swan Ganz; Administração de soluções hipertônicas ou irritantes (Nutrição Parenteral Total - NPT); Suporte para infusão rápida de fluidos durante ressuscitação; Hemodiálise.
  30. 30. CONTRA - INDICAÇÕES Coagulopatias (Relativa – avaliar risco-benefício do procedimento e outras possibilidades para o acesso); Evitar puncionar em locais com infecção ou Lesões de pele; Presença de Trombose reconhecida no trajeto do vaso limita o procedimento neste local; Não devem ser tidas como primeira escolha nos politraumatizados pelos riscos de dano adicional a estes.
  31. 31. VANTAGENS Maior vida útil que os cateteres periféricos; Possibilidade de monitorização hemodinâmica invasiva; Possibilidade de administração de solução de alta osmolaridade (NPT); Possibilidade de administração de drogas em lumens distintos.
  32. 32. DESVANTAGENS Envolvem potencialmente maiores riscos inerentes à introdução da agulha às cegas; Complicações em decorrência da permanência do cateter potencialmente mais graves (trombose/septicemia).
  33. 33. COMPLICAÇÕES Punção arterial; Pneumotórax; Hemotórax; Infecção; Embolia gasosa; Edema pulmonar de reexpansão; Arritmias cardíacas.
  34. 34. TIPOS DE CATETERES A escolha deve ser baseada na indicação de acesso, avaliando as medidas e velocidades de infusão possíveis com cada tipo. Em relação à técnica de introdução, encontram-se dois tipos de cateteres.
  35. 35. 1. Cateter introduzido através de agulha ( Intracath ) Após punção, o cateter é passado por dentro da agulha, que em seguida é retirada ficando fora do paciente, entretanto a agulha fica permanentemente junto ao cateter. Visando evitar guilhotinamento do cateter pela agulha procede-se adaptação de protetor que mantem alinhamento entre ambos. Obs.: Catéter de menor custo, entretanto agulhas mais calibrosas com potencialmente maior dano (laceração) no caso de acidentes. VER VIDEO!!!
  36. 36. CATETER INTRACATH
  37. 37. 2. Cateter através da técnica de Seldinger  Após punção, o fio-guia metálico flexível é introduzido através da agulha, esta é retirada em seguida, procede- se dilatação do trajeto com o dilatador, retira-se o dilatador e introduz-se o cateter sobre o fio-guia, por fim o fio-guia é então retirado. Obs.: Catéter de maior custo, entretanto agulhas mais delicadas com potencialmente menor dano (laceração) no caso de acidentes. VER VIDEO!!!
  38. 38. CATETER DE SELDINGER (DUPLO LUMÊN)
  39. 39. CATETER DE SELDINGER
  40. 40. LOCAIS DE PUNÇÃO É importante a avaliação do local de punção de acordo com as características dos pacientes e com a experiência do profissional que realizará a punção. Pode ser em três vias de acesso venoso profundo: v. jugular interna, v. subclávia e v. femoral. Uma alternativa é a realização da punção guiada pelo emprego do intensificador de imagem, que permite o correto posicionamento da extremidade do cateter na “desembocadura” da cava, no átrio direito.
  41. 41. LOCAIS DE PUNÇÃO Quando disponível, o procedimento deve ser realizado com auxílio de Ultrassonografia para a visualização direta do vaso puncionado, reduzindo as potenciais complicações do procedimento.
  42. 42. LOCAIS DE PUNÇÃO Uma alternativa é a realização da punção guiada pelo emprego do intensificador de imagem, que permite o correto posicionamento da extremidade do cateter na “desembocadura” da cava, no átrio direito.
  43. 43. MATERIAL PARAPUNÇÃO VENOSACENTRAL 1. Gorro; 2. Óculos de proteção; 3. Máscara; 4. Avental de manga longa; 5. Luvas; 6. Campo; 7. Gaze; 8. Pinça Kelly; 9. Degermantes (PVP-I ou clorexidina 10. Ringer Lactato; 11. Anti-séptico tópico; 12. Anestésico lidocaína a 2%; 13. Intracath ou Kit de cateter duplo lúmen (contendo agulha de punção, fio-guia flexível ponta em J, dilatador e bisturi de ponta fina); 14. Porta-agulha; 15. Mononylon 3-0 agulhado; 16. Tesoura; 17. Fita adesiva (Esparadrapo / Micropore); 18. Modelos de simulação.
  44. 44. SONDAGENS • SONDAGEM VESICAL Quando a urina não pode ser eliminada naturalmente, deve ser drenada artificialmente através de sondas ou cateteres que podem ser introduzidos diretamente na bexiga, ureter ou pelve renal.
  45. 45. SONDAGEM VESICAL A sondagem vesical é a introdução de uma sonda ou cateter na bexiga, que pode ser realizada através da uretra ou por via supra púbica, e tem por finalidade a remoção da urina.
  46. 46. SONDAGEM VESICAL
  47. 47. PRINCIPAIS INDICAÇÕES DA SVD Obtenção de urina asséptica para exame; Esvaziar bexiga em pacientes com: • retenção urinária; • preparo cirúrgico; • pós operatório. Monitorizar o débito urinário horário; Pacientes inconscientes, Para a determinação da urina residual ou com bexiga neurogênica que não possuam um controle esfincteriano adequado.
  48. 48. SONDAVESICAL DE DEMORAX ALÍVIO A sondagem vesical pode ser dita de alívio, quando há a retirada da sonda após o esvaziamento vesical, ou de demora, quando há a necessidade de permanência da mesmo.
  49. 49. SONDA VESICAL DE DEMORA • Nestas sondagens de demora, a bexiga não se enche nem se contrai para o seu esvaziamento, perdendo com o tempo, um pouco de sua tonicidade e levando à incapacidade de contração do músculo detrursor; portanto antes da remoção de sonda vesical de demora, o treinamento com fechamento e abertura da sonda de maneira intermitente, deve ser realizada para a prevenção da retenção urinária. • VER VIDEO!!
  50. 50. DRENAGEM VESICAL SUPRA PÚBICA • É realizada através da introdução de um cateter após uma incisão ou punção na região supra púbica, a qual é preparada cirurgicamente, sendo que o cateter é posteriormente conectado à um sistema de drenagem fechado.
  51. 51. PRINCIPAIS INDICAÇÕES • Pacientes com retenção urinária por obstrução uretral sem possibilidades de cateterização, em pacientes com neoplasia de próstata ou em pacientes com plegias, ou seja quando há necessidade de uso crônico da sonda. • VER VÍDEO!!
  52. 52. SONDAGEM GASTROINTESTINAL É a inserção de uma sonda de plástico ou de borracha, flexível, pela boca ou pelo nariz, cujos objetivos são: • Descomprimir o estômago • Remover gás e líquidos • Diagnosticar a motilidade intestinal • Administrar medicamentos e alimentos • Tratar uma obstrução ou um local com sangramento • Obter conteúdo gástrico para análise
  53. 53. SONDAGEM GASTROINTESTINAL
  54. 54. PVC • PRESSÃO VENOSA CENTRAL • Material ao qual será apresentado no trabalho de classe.
  55. 55. EOT • Entubaçãoorotraqueal • Material a ser apresentado no trabalho.
  56. 56. ASPIRAÇÃO TRAQUEAL • Consiste na remoção de secreções das vias aéreas superiores (naso e orofaringea) com a utilização de um cateter. • O Objetivo é de manter as vias aéreas do paciente, intubado ou traqueostomizado, permeáveis e libres de secreções.
  57. 57. INDICAÇÕES Presença de sons adventícios (roncos) à ausculta; Aumento de pico de pressão no ventilador; Movimento audível ou visível de secreções; Declínio da saturação de oxigênio.
  58. 58. TIPOS DE ASPIRAÇÃO Orotraqueal Nasotraqueal Endotraqueal Ver vídeo!!!
  59. 59. MARCAPASSO • Desfibrilador, Cardioversor.....na apresentação de trabalhos.....
  60. 60. REFERÊNCIA • Guia de Medicina de Urgência, Higa EMS, Atallah NA, UNIFESP-EPM, 2ª Edição. • Cirurgia Ambulatorial, Guanabara Koogan, Franklin Pinto Fonseca e Paulo Roberto Savassi Rocha, 3ª edição; • Tubos, Sondas e Drenos, Guanabara Koogan, Frederico Filgueira Pohl e Andy Petroianu; • ATLS - Manual do Curso de Alunos, Colégio Americano de Cirurgiões- Comitê de Trauma 8ª edição; • BARBOSA, Pedro Marco Karan; SANTOS, Branca Maria de Oliveira. Alterações morfológicas em traquéias de pacientes intubados em função do tempo de intubação. • BITTAR, Daniela Borges; PEREIRA, Lílian Varanda; LEMOS, Rejane Cussi Assunção. Sistematização da Assistência de Enfermagem ao Paciente Crítico: Proposta de Instrumento de Coleta de Dados. Texto Contexto Enfermagem, Florianópolis, 2006. • BORK, Anna Margherita Toldi. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
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A 2ª parte de uma geral de dados da Unidade de Terapia Intensiva.

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