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Rolé Jovem

O Rolé Jovem é um estudo qualitativo de cunho etnográfico que teve o objetivo de identificar o retrato do jovem carioca.

Acreditamos que o conceito de ser jovem em nada tem a ver com cronologia, mas sim com um estilo de vida. Com esse mindset, o Rolé Jovem foi idealizado.

Fizemos uma pesquisa com 140 jovens, dando um rolé por todas as Zonas da cidade, sem estereótipos e de forma humana, analisando 5 drivers comportamentais comuns aos jovens do Rio.

Queremos provocar você a enxergar o jovem sob um novo olhar pulsante. O do Rolé Jovem. #PARTIUROLÉ

Rolé Jovem

  1. 1. xx” Êx ¡___l, . HUN Ã lynlnuuuuuyjl , .fz, " ¡Inlmw '. I' u' u L
  2. 2. (4íl F"ÇÍNFL; ÁWVA _ “x ~L “JU V( [Fl _n LX A uy / x | 5h/ A” l L / VVÍ' I N ~ Í_ . _wi v# . ~ »A 4 ' 1 - V/ "àM/ ' L. ) Agora não importa! Você vai sair daqui com um novo míndset sobre essa galera.
  3. 3. Juicy tie: nomeçarmzs; q É , . Je: : o llldllh: ¡nullixurue : um: um: ' r: nnvnvlêhroflea @ht-ah llllllr-: Liülâñê Iommi: / / "Í Vswsct/ Wgrhí : um luu-. uliuib.
  4. 4. IIÍIÍEÊSEDEBÍÃÊÉE' RELAÇÃO COM A CIDADE 4M MOMENTO DA CIDADE É ASSOCIADO A DINAMICA GLOBAL Polilillaoflnralnikcnftow ; lundi : me _BIElICIe_ a¡ (ima: ,Illujpxãki ~ *mamona Ii : Itu dia . Ielntaflnwoumrcv «anita ci a : lvlamlus lnik-¡nnraton-¡mne 'inmu- vmIIÍolIIIcfI/ aluík- , avaliar : l audiencia» e : l pitbull-Haas¡ Innpllloliial ÍÍÊOIÍ$1IÍÍÍIIÉIIIÍIA ! hlsltlclílÍIwtlcllirIINIIWHllel-llllllculIhlíhlü. -r-. Innnnlinnnr-Lugnml nmuqutanuara augxzinpxunxnliar-&t-t REDEFINIÇÃO DO "JEITINHO CARIOCA" tmn-m 5.x ¡Inlkini-: Ii-. .urunnl : às plãlqlllâlllilü ololllllplçfnhla oíllàmn t") : Rudi: -knranlow-. Innalilll! amam a ; Jardim : mr Lavar-jim íhemúm a Ev-Õklll Iílanolinr-oibnll CIilâkgf-fllilo a : i : EÍÍIIf: @E10›-ÍÍOHIIllldIilIlwqlllwãbiqplÍlllãl o› -Iííaawjta
  5. 5. ãpxivzizspaiiwãurs: 'I RELAÇÃO COM A CIDADE ! si? ?? DESTERRITORIALIZAÇÃO smaóuchs s NÃO APENAS GEOGRÁFICAS os cam REGIÃO. É In' REMNDICAÇÁO DA causam DAS BARREIRAS REVISÃO Dos CÓDIGOS ESTÊHCOS e COMPORTAMENTNS l NA CIDADE. n oimgqinjggjunillilnlnll lnioicnpiciiaioíhi : ici-Ilelllnislnitr: Filaglolvlailleçlíuoiclllçllnsiiilfalnwovdnlslilone»011íolllhltñb' girauíluiallnmaniia llãlliiíãlIklãllÍhl , ami koxviamemaiuíhl viam nulla , citaram Iunonuimll Axgioinial II. É"QISIIEIGIOBIÍHIQÉXM-iI-? IIÍÍIMÍIIIB UIÚIÍII! [ILVÉIWOÍI]IIÍI¡Ihhplíñplúllelñhülikklsunêloi nasua? os REFERÊNCIAS. lVihluñíakitai-fêln). ltollamnliioi ! IL-iaiziinnntaiçfaovdlamillhum-dial hvialhuoioiim rcilipnuiainrdlamiaa. IVÁÊIIIIÍQ-"ÍÍELUÊÍU) ÀÍIMÍÉI, VkII'-I@ÍL('-'il, MIO LJIÍIIIMÊI E CIÃI-TIÃRÂ DA ÍÓNA SUL- Inltollnaít: *IlllunminmàllI¡| ~íI= IIIIí| i!lI'êl°ÊÍh6|ÍllÍI6l illmtlílo» lftalvmlovài *hllw-Iílsualeilíilllltoi mhnñhicibiçfto) PMP-ie. lllnianamnie [Villclbliila vma winrar-mil
  6. 6. DRIVERS os ANÁLISE RELAÇÃO COM A CIDADE #I COLAPSO DE MOBILIDADE A cidade não comporta os fluxos que hoje ela abriga. O Rio de . Janeiro é refém de um sistema de transporte precário, com preços altos e pouco eficiente - o caos no trânsito e' o ponto mais visível da situação atual da cidade, #2 AUMENTO no CUSTO DE VIDA A cidade tornou-se abusivamente cara em um curto espaço de tempo - a diferença e' sentida por todos. As entregas não são compatíveis com os valores cobrados e as consequências redesenham o modo de vida dos cariocas.
  7. 7. z 7% '/1. / ./› I llz. , - i / yr D A AlNtlít/ S Foram mapeados 5 drivers de comportamento que se manifestam em cada uma das esferas contempladas por este estudo: EDUCAÇÃO TRABALHO RELACIONAMENTO DINHEIRO/ CONSUMO POLÍTICA ><><><><>< E il qi: r . .in LJITI» - l I 'Í 'P' 'i L j / IJ/ “
  8. 8. ^ ! Êllnl ol: :nanquim: : ; mama oioinnipioienimanrzne ioii pi-imilvid tciunlíliiom dllralínue giqnmtmnik : tmn: inviqnni-oniitoion. *iai 'ieÊssaliariqireesiasT idiféliitéipiléfãmíãomm _JIILIZÍÍCIEQDÂÍZÊIM peisoiiaüdãd 'essgaieni "
  9. 9. 'lillaiitaillleilllawol-illi lui-malta ; românti- ie [amam : lalalatclitaie : Iliane : 'alalelani pill plnnali : »canadiano aia _OIIIIQIÍRIÍIC : i aim: limiar: at: alaiialílvílatclata WWQM 'Íilillpllllftl ua›. ~<-iñampi. ~ vmiami-. ie rm. alalviele : :Ialíldtale : me llíllngllh' alaliaalnrle : amem_ íalanmlale _allaialítale ai: alalalalalr: :nalaki alaislslltalanlalal: Olll ami omni aliam: gls": :lolallsiilclai: aleluia IIIIl mala. -íiãtr-. ilmi 1ll. -r. lí'i›. ~li= lof*ta~ik›: l-i›lo1Ill: :Ilai : rzqplaílaalaaltalgfêi _alalenllaúltahlaizle_ . n larguei: .m. IIal: l=li : renal : .m. llaüãüiüãllkllllàllll: :: lt 'ÍÍÉP-llllIIlIHÍlI-'iltlllallillr-ÍICP? 21-614: ? Mueller-ma at: í: l:lal“anlalt aialalelnlall: : aia1aial¡: líb1=la, ñ1a›alaialilalaisi at: :tam: :lsaíalaelaie : ' mar: íalaami ai: aalzlamlinli a Inlalclallm-a¡ i: la: laa› : : anlpnlenaklal: ai: etanol: Iãlgtãlill.
  10. 10. “v '-'i i "l" * z' '.77 ' . _ u. . ', .~ ag. l oklAgora vamosà x r* r , i __, , u_ análisede cada um | ” r o dos drivers: __. í. , , j f, - , A Ir I I V (l 7 x) l 'k ¡¡ n q_ _ v i_~ Ç / _ . _, K7 x / r j / _ 4 , Z l l l / ^ '_ l l l , ,' v / j j I , ¡ . 1 _e › - 5]: v li , l/'I i! /y _E I l” A _z / ' v ' / Í ¡ , I ç , -
  11. 11. EDUCAÇÃO A FACULDADE É O PRIMEIRD PASSO PARA A CONSTRUÇAO DO JF: mu: c pum-cbnnmur; -romnrnxvtlvnuu-n¡ 0mm: : : :Liam-Lousa : lnunor: u: mmnnnxon pnlfbnll: :uumenmofílo | (O~<O(Oll| il=1Inlll= lIllI âloítllllâlb): ul: hum: : : lllmnllllm FACULDADE X COLÉGIO *ráarínuíaar ! abtívfürarnm _ A " A A POR OUTRO LADO, HÁ UMA s'¡. '«: ^~. ›'l. 1: . :w : e DO MODELO TRADICIONAL DE ENSINO ' ? animam Mamma. inunnlanlnlnlo-«unn ¡Ílecoflplfllnle : VÍIIIOIUIPJIOIO = ~ um dmmnm : to uommluluuñomuonupnlnlin, : hnuur-ulcur atuaram 31:10:10,610. N: Inmñluflomcae ? mma-ne cl: :ana-nm pluulun : :axollumvncklcl: 0mm¡ ímmmuomnn at: u-nlimmunxqnlto¡ um: prulnnmunuln lamina-n prum! ! : :Havanna amam-taum»-l: ›-uo1n'l'vá1u~n= .
  12. 12. ivxnzrxsbzaímí' EDUCAÇÃO OS PAISLAINDA EXERCEM "›'u'. ›'. °*Í 'v '~- SOBRE A ESCOLHA DOS FILHOS ! Ian piraízuain quizwie ¡Ilime oipllzm pm : mlurnhii mmaflnn: :mile "wanna" OIIIIIIC pm azqanuipllo nnraulllnnn. :Illgmllinlú: :anlzñlm "clan. :IlzlwíllkimllIuplíllfleítfñck-! Llhüzllln 'r-Ii uIIuv-*ilhh* VR-hkxupitoigiñzñicp. FALAR OUTRA LÍNGUA É UMA FORMA DE SE INSERIR NA CULTURA *fi « 73'» ti» @minuta _mma clone tavam: pnuerqiulkmclon granada: m lugifàe : puRvIIÊIIII-hul: ¡I'- imml' 1mm omni , tratem-nte alo ¡IIIIII-l- Loule a lui aluminio» : :o qm: :: alii ulklncto» il: :mlk nmonlm.
  13. 13. EDUCAÇÃO EGOTRUÍSMO TRANSITORIEDADE Eizo-i«IT-n»-il-«gizigizil--tuaidliimiitoiamava: 'lankInii~. ›-~. ~:iiio~ ihuollcic-iciiiniiaioñtw-Iu-I-lcmia amam: uibintgiai : i iúlhiaii ui¡tunning¡iiu~dtalílniiílvlo~ »zqpiaimniainln knviaini . a : :Falha : im Ininienltiiii Owâiâlll oioinliiaionniaialita vlê Vtñínn _oinimiibílllikiil- - : na-amam : :Ii : i qiuiamane ai: aiilaiqiuni Diamar: _omaenigianni Iinni Iommi dia' Ílâllhihlillhlifilmilldifli : im : iam piroipiñalilc. 1,4 n, .me, 'Il RESSIGNIFICAÇÃO IMEDiATIsMo : IgmmI-IIII¡hi-taudi-Rwaoiiiraifiil-io le oiomiailicloie ¡altamaimaie em. :iqiuiallaie _niiraieiaimaie H-iiiiici-f-? twgillinil ! muiniullar-azqpiaiúãniolkle : lllrllhlãllüãle mania : :lina-imã: itaim-Ia : mimar ¡Iaieiainviolivla o~pioiilaii dia Ianlfnali lllllhrh-Iillllàlmàk. :ml “m” ¡ " 4' "mt
  14. 14. TRABALHO EM P H S N A N li Imuniallm-ita- -raia¡M: ramo~adlaieiaiuivzcilvnnniamc› DE UM #É I! ? irc** BACANA : jglâllhlüñ-*llpllàlllllhlllàltlàlxixilíiãlilt-l ãouniallogomra-qinia-uinm Bu S c o rürç mai¡ : :Eitkkín otonaullviounnraltnii eiafiaialtoraniqaioítci, aiailiialmanliar*Iuinioltnmall A . ralleiam»qiuiueiaaelialíiallaioiauàíla- -niaoianxndkiita i aieioioiliiai ! llhIuI-Ilu-v-ihlinlI¡Iv-Umuaram-@IInim¡: Lami: -ouIIiuolhIiI-va-Liei-i,
  15. 15. X IDTRTÃEÍÊTIEÊÍGÍÊÍITÍÍÍÓNÂÊ TRABALHO , ¡i_. j ! Il ' . n. , l EGOTRUÍSMO v*Inlinilli--í-wiiiznn-ilaInim¡t-iiimziiamwi-initziikiílu Cieiçkoxviainimiaigili 'lr-Inelsll impiíteliloi= ta¡¡idlonioinin-Iijtaiílvioi : rali ¡aiíaifalnionai n . . . :nr-. illraigâxnaiaioiollhllaílavai, clamam Itoinnaiat, cíkalbztaii Ill'l›«I=1gl= .lI. IIh-: <IIXIIT'-. Ii RESSIGNIFICAÇÃO : i;i-ieihinuiio-: iuiyiraiaiiidlaiit-ininim Cioimaiguii o» : Lanna praIiÍIi dlav-¡Inu¡iaigiñ-nwgimpmsaãnwílnnoui 'to ¡aran- : Ílãllklíllllllíli oepiainieiainiainiionioii, , Ii 7' Ill* 1 'n ç ; TRANSITORIEDADE : temragi-iaitofíto~itangizigiã'l~w Aioiiiirniullein»animam-institutos mais: : i : iaiaigimíioll-aniqiiiramim : EI-union I. Italia¡n»: iaiiaibtllldlaidtaoeiiililollamtaugiaitai. aliar-idioma c» r 'italhiallhioi "ilaldlhflolllall ; Lu-i: igimaiiauih-gi-ieit-fít-«ziliiiqhiibuzina-iii¡i--= i-igizi-i-~it= nt= iii1pi-› 81a- *IIHQÍIHIIIMHIII 10min]llàíàllllpllâlâllliiilillll* -uoailioiasninmiqraiiliklni Qlllàfâl . naun. invaorfiaiéio-«cneiulíl-ftaniiau; ainsi«dtaoiíniiiiaii ãl vii-iranianas¡ 'ininiqiullllcíiaioíkai
  16. 16. L_ É . . l ' : br-mibr : imiimawmitiui: iu: uma: Caioiiniiiiimiainnie / CONTEXTO AMOROSO CONTEXTO FAMILIAR j CONTEXTO AMIZADE 'a
  17. 17. O olhar sensível ao outro abre portas para relacionamentos entre realidades distintas. ? ill-TIICIIUIIVLIIIIIEIIIÍII @ISIHIIHOI Sinceridade consigo mesmo e perante o grupo: "EU sou assim". _DRIVERS DEANALIÊEEII ' ' : IELAQIONYAWIÉIIOB (5 L " 1'! , _', __L', *'| i j 'EFHLIi-Tlir" V: ' . -' W -v j paçr _L P! i L* 'l | / L l' MLM' . i f ih' Li if 4AlÁ'i Iii” i” i : Li-ip MJ _ 'l f' ilililrlillhl: _nacirilstiiaic: iic; ioi ma; limits; Ninguém é perfeito em tudo - a inspiração acontece através de traços especificos de ícones relativos a cada uma das esferas de realização. Os ícones são próximos - pessoas reais, com uma trajetória de vida com a qual se identificam. aziruiaiqtw iris: :latlif-*i : iucims: Visão critica acerca da felicidade exibida x a necessidade de participar Não percebem como real os cotidianos compartilhados, porém buscam a inserção neste modelo através da conformidade com o padrão.
  18. 18. DRIVER: DE ANÁLISE | : LÍLJÍÍÍÍIÊÍAÍLTIIÃLIIÍIH IL Dyk' 'i i _ [Ií L i' , A i il 'i' ¡ie ; i i , UI , , Ml fil e ; iiii: n:iii; i:Iiiiiiiaririrrii #Ellilllllllíl A ' Negação da submissão feminina. Mulheres mais independentes e homens que reconhecem e gradualmente aceitam esse cenário. :I; mC. iiç; AI; i : liliI, F'I-$“I_IEI_IIAILI , j pvp¡ j jm¡ liillil A lim: : IIIW ÚlgiíwiIãIiFil ' ã” "w " ' A r* I r * ' c' s” _SIEILAICIIEl_l_i: tli_lãl. lil'i'lt: É preciso estar bem consigo e realizado para encontrar alguém. Abertura para relacionamentos mais efêmeros. O par ideal Surge da conjunção de Objetivos e OS filhos SOLTEIROS: Fluidez nas relações, vínculos menos profundos. só passam a ser considerados a partir da estabilidade CASADOS: Isenção da pressão do 'pra sempre'. financeira. 'O mindset jovem não contempla ñlhos cedo ~ é um evento de estabilidade.
  19. 19. DRIVER: DE ANÁLISE | : ÍÍLAÍÍÍÍINÍAÍLTIIÉLIIÍIH . 'i I'd” , ii pilFi i ' A * l . i -ilm 5 ? IEIÍIÍÍÀÍOIIIIÊIÊLÍÍI ! IEC : KHCIEIIIÇÃEI Buscam evolução em relação aos pais. Carregam a obrigação moral de fazer com que o suporte oferecido pela família dê frutos. : :AMIIOIA E: UM : :nitro asiciiiiiii I' Grupo onde ojovem se sente reconhecido e aceito independente dos agentes externos. Além do suporte emocional, é à família que ojovem recorre 'U A : i J financeiramente. j# Está atrelada a uma equivalência no padrão de vida. sentem a liberdade de permanecer na casa dos pais a. ; até se sentirem confortáveis para um passo em direção '-' à maturidade. Pais receptivos ao diálogo: drogas, relacionamentos e sexualidade. Desfrutam de uma abertura maior do que a que os pais tiveram com os avós.
  20. 20. DRIVER: DE ANÁLISE | : ÍÍLAÍÍÍÍINÍAÍLTIIÉLIIÍIH , IilFii “l ~ itlIIiÍ-IM “i i F7AIIIIIIL. iA «tuga A Retira atrial/ AI; Relações pautadas por cumplicidade, muito conhecimento e identiñcação através de valores. Osjovens diferenciam racionalmente amigos de parceiros: têm consciência do seu circulo mais próximo, mas convivem com outras pessoas com as quais 1,¡ possuem afinidade. AIIIIIIEfIC B"? W IME! ? ff INES? ? Jovens com alto poder de articulação. São centrais na formação de grupos de convivência pois transitam entre diversos perfis comportamentais. : :lêlzllílêl ! IE Iliiíltlããfoiií Aproximação por temas de relevância compartilhada. Amizades presenciais resultantes da interação virtual acerca de um assunto. . :i_ili_IE. _:_| lE$-5â C1l_. íl_= t_: tl_. _i; ;:i_|1:. ?í Desterritorialização das referências estéticas e comportamentais. Conexão com pessoas ao redor do mundo e contato com o contexto de outros paises sob a ótica de quem tem o mesmo mindset.
  21. 21. DRIVER: DE ANALISE DIRETRIzE: GERACIONAIS | EIELATIIIIIHVAIMIHIIIR. #CPI asiitrat ! Limit › Uma geração focada no prazer As relação afetivas são pautadas por pouca doação e muito hedonismo. : Issxiisiiiiaicnicêiri Declínio do casamento como instituição A validação formal da união perde força frente a uma lógica num contexto de novos formatos de união. Novos formatos familiares A família deixa de ser necessariamente matriarcal e permite formatos que não eram cogitados: incorporação de indivíduos fora do núcleo tradicional. I #ç 'Flttill-flifl; lillêlliàílii Dissolução das tribos As condutas são cada vez menos estereotipadas, pois os individuos absorvem referências distintas para a formação da sua personalidade. Maior liberdade sexual Permissão para maior diversidade de parceiros, orientações e posturas questionadas socialmente. 'r #'- . IIIIIÉIÊIIÀIÃIJIÍIWIÍÀ I Relações instantâneas Menor nível de profundidade e comprometimento com os pares.
  22. 22. oxwsxs os ANÁLISE | : :uniram »a « ç 'e ' L_% Í' [-: :m; ~¡;1 ; JEÍ Átia: - cr [Emi h À 'A' í k / V ' ¡f! :'l. "J 515; '_F_1EÍÉ'¡E: ,›“_Fí, AK_í WH w IE. ” “ ¡n ; A HIM-M' í A política e uma esfera que não permite a intervenção direta, Ser politizado é ser MILITANTE. então ela é negada. Se consideram mais CIVILIZADOS Os jovens buscam através da ação autónoma amenizar as do que politizados. lacunas percebidas na atuação do Estado. ¡ T¡ s. . . A f p: .~z›^'í: ítí_ . . ,4 5..
  23. 23. DRH/ BRS os ANÁLISE i nenhum É] l LA Í n i _ »iiiw ›vl, ,l'. lbl irmfn¡ 'FW/ M rt_ f_ iva, L* l i_ ' v a L If i Nf* O confronto com a reaiidade resulta na quebra de expectativas. Busca por gerar impacto nos contextos onde habitam e na própria rotina. MAIS NOVOS: EXPECTATWA PELO VOTO COMO FERRAMENTA l Relevância do papei das lideranças comunitárias em a¡ _ DE TRANSFORMAÇAD; contexto de ausencia JOVGHS comprometidos com *e o empoderamento de suas comunidades frente MMS VELHOS: ao descaso do governo RUPTURA DA LIGAÇÃO COM o SISTEMA POLÍTICO. i
  24. 24. DRIVERS os ANÁLISE l : :uniram _í 3?; ;ÊÍt',7l, ~l”Í_. '-íj, â.¡° l -; Í :131. ͧ_f4t i: 7” _iii i . l|E'ÍE*›. A_Íl'EÃ. O debate político NÃO É MAIS EXCLQSMDADE da elite intelectual. Diversas fontes de informação contribuem para a formação da opinião politica em vários extratos e nichos sociais.
  25. 25. DRIVERS os ANÁLisE l . v DIRETRIZES crERAciaivIiis l rxoiuilmi n i u: : 1, ãíilllitl. ; ll-? iililfi O"plíljglíñlc-ol-lnllv-¡IlvlmlhãliltlFíhlíkfüáénptclnnñik* mutante-n, mms-nite-u: umanauimui-nunuoionnudlluaiduais dlo-: bzclulloflo-oniletiñtci n u¡ x A 'rá : lSt-ÍllE1I_I_IEF'_IC¡: C; ÉE i ! Nuit-Ell-at! )“ll-hml¡&I'ma-QÍ= I|IlÍ-l(-l| í=t'lIll! lIí¡Í= le< Axe l¡leiíliunommwgtoxvmnnrannntamails px: :ldl= unusmpmgmmrlnwstglatlim IIiBra¡lumito¡laiitoie-itàellilolntcnnnai : llüllllãldâlllhalãll _nnipidheicxofr-tll : Íihlllâ-*IÍHIIHalÍH'lami-iBr: (Kñàlwilàrllllyhltllo-«gtchñntlcnsvriki oílkierannnnntgptuila--uinnrai gxoniiumi lalihzútlawanulâlklofàowràwolláklíla V. .n u( 'v i 'l' . 'ilmll-? llFEMJEJIÀHEÉ : lÍ-x-iit-. mn; meant-i; ii-ni: :ie-nlumagxqniétqnltwéknillkt-âto-pnimimmi ÀxJIÉLQEIÉC-'Ílikníülllhl ltalinoñtlmlLalolM10lnar-ckçlnvntuta-dlnk- _m1l¡no(»La-: niq¡nemlovlntdllvniluoie italanloiute-¡ta- -glnjtaloie-e : inlíiaiqtuiaot-a-«puidlai Chi. ÍGLQIGIIIÔÊL . lmlilttmFl-'ttlilií i ntaeittvltennm l__iIg|1›n¡cj[u= jof. §Ío›-: u[: upfbi : i IIIOÍIÍÍÍÍAGIOÉÍOW-JOIGIIOENUÍÍOR ¡sites- pnclliüucie a. ummacia-I¡ieliatnmmzmmanli: m» tadlaiea-atoxolklle. ! leal-liminarplntalenotlraln¡nckwulalnlia-«giolñüulow _ami Ill 'I: :iriamnmlava¡iumas-dia»Im¡a-oxonniorsiiílliicinnta : mi ! mm-alertam me¡to¡nom¡uta¡uiiaililumuadlbtulnxaiki , oxcipintlaigêtoi _nmaiiullei
  26. 26. MJ CONSUMO/ DINHEIRO Ilbllltdllllll a nnllllhl. otoilmlinlktnlw i alguem-Aula : un Il: oioilmuiníl s Illl nlaiemupicieilu ul¡ ¡nioiulaàlo : :uam-Emotion uma-u: :q: ciliniunm. :q: VISOHÍL t: : mui. W: otolnlplnle clautqllílalâlcbls riliilolliolnll¡ Olllll t : muitu: qu; :: até : tâllulci-gjllcmnnllhl-lo, lnr; ima-r: ta -i-mm-. ifwi : Autumn-tha i: *uouwww íiamnmaiiun : iàiumicr: na. nrilk unmL-. Lgninllie Ir: :iqilll-*lTofêln-cr; -Iuuiulclnluc VÍWÊÂIIOÍPCR : :Iluvnlmzie ; many/ sb: el: :iguugm : ic u: :
  27. 27. DEM CONSUMO/ DINHEIRO MATURIDADE PRlORlDÁpE AO CONSUMO NO CONSUMO DE BENEFICIOS ^ Iullllhlltm Inu-inilruollilltoíitul: :ioioiulc-«Itlin : _Inlewinlgiull um: :uma Wfàn Il: :)í10l= IlE! lO“°: l-*_ Iommi: c. gmllgiale lllC-llültâlllv nlamnilm: : lucia: otailrãxzlo $104): oiúiciiqioi: incilvtaei: at: _uizliet-Jnhlll-hl-lz, Çrl-lnkwlllllhllhn-l ulmllllc :1: : Lumi: ¡i-w-z o-¡Ílnlltàllll uam¡ : me _Inlle_ *ulmn omni¡ : tam: nl: ¡nmmwào : m3: ¡nwun : Ju oioilltmnmlílul: : lurcwiotra: gnlnllrzc«onímIiouiI-I-icilro, o vralloi -hiwuoILw-. ic vniloiímiqfic picmim: 0v-g| |I| _III ein-nai_ a Iiaroialnitcln.
  28. 28. DRIVERS DE ANÁLISE Kamen]mlmnltlãlãluli ilííil . lvlll il . li5l I lvl? ? lwli . v . .V1 Í: :. 'VA<HVVA': ] ll 'lvl Vit-AI' Mt” X DECLÍNIO DA LOJA FÍSICA Marcas representam padronização e adequação a uma cultura X FOCO EM EXPERIÊNCIA. “lb” p“é'e$iabe'e°¡da- x AUMENTO DO USO DA TECNOLOGIA. Colocar os jovens num estereótipo é anular a sua liberdade. X PRODUTOS ÍNTELIGENTES. X O DESCARTE NÃO E UMA PREOCUPAÇÃO. ljlp m1 lí A' _tjj | ¡1:, < 'iví-'iiillízi' ' 5”. ruim¡ . +5 ', :.I! AI. ~4¡[: . . '_IV vlçi. l[íuí k1k" rise varre- J r 7% 'i , x Os MMS NOVOS: FORMAÇÃO DE PERSONÀUDADE. 05 QUE 'ÍEM MENOS RENDÀZ ÍNSEHÇÃO SOCÍÀL.
  29. 29. DRIVERS DE ANÁLISE lllltllêlllMlllllllllilililli ; - [P1 'i ' j. 1:. A / " « !4 h '¡r: › Í. . 'r 17,”, l v FA ¡ A 4 [ll " , , í. "<¡ Á fl' a- A¡ ', l;1,J i 4 Fbyll ¡, : ta' ' _J ; (4,1 il . Ilw , m. p' 3 a t. -r _/ . › ' "~r3 lp¡¡! 4¡ l¡ 'ÍIJVA ¡ f, _ ! ¡¡ls 'I r e. H l' 4, n¡ 4 A 4 _t V p ¡ / ,, '¡l _ a I x' v' 71.». ~ , - D1_ (1,5 a *Lx l PV! A ' A' I . ¡u! !Hb N_ * J! l r = ¡l¡: 'l›4 ' : Ítl "llx 'A ".31 llli lillll* : li ZZ Al'lAi. l'A~1:CJ“. ' ritililÍi" V' Enfraquecimento da lógica do acúmulo O beneficio central dos bens passa a ser experenciado através do uso e não da posse iliflilsdl lillli~ Z'. lilil Illltilllfifftliiiâii ? 'ili.1"lí,2 Através das marcas escolhidas, compra-se não só um produto, mas uma forma de pensar Comprar é um exercício de poder no momento em que gera impacto para o mundo. EIÍ: AL¡]›YEFI iii nlililflln 11ml , v,| E' ": Iii: ,;› : I: : Ii liil-'Êtkd Ser bem sucedido transcende a esfera financeira O sucesso é fruto da realização integral - dinheiro é apenas um dos fatores relevantes. i". t'll"i”i, ^till |7Í3I| I'I| v". ›'ll' i ll* litro* I'Iv. ^i5l3.. ^x~“i í"lIl«"_: A O discurso tornou-se defasado - é crescente a crítica à conduta e aos valores propostos pelos grandes players de mercado Numa lógica de consumo político, o custo-benefício dos bens volta a ser avaliado.
  30. 30. “x70 @nas _l 'n . ¡Iiiiiiujjuwj , o. . l KI lllllllulfç'.
  31. 31. A , , ESSES CAR r . , (1 l ii, , 1;', A N / , l '". .› l ' r ' PARA TRANSFORMAR O MUNDO, É NECESSÁRIO CRIAR NOVAS ESTRUTURAS. Percebendo a saturação do modelo em que estamos inseridos, ojovem cumpre a sua postura questionadora. Emprega a sua energia para a criação de novas dinamicas sociais ~ novas formas de consumo, de se relacionar, de pensar o trabalho.
  32. 32. › xx . d. 'U' 'E' j y WI( _À - ~ ' i" l' "ei Willi. . il. ; l/ »I E* I 'i Lü/ "MIM/ 'ÀÍJ I' 7/ “ 'i “l jfq_ A' 'jlx/ xi émonetizaroque seama 1 j, l, * l »gl / I “l . x4 "i ' i/ Ã/"kFL/ Ãwát_ / , › t. n» «j Em' “IE , L-Ay ill: a eencontraremVest" ir . rg - W O AL . _ r' ' ~ ' A r y/ g T / 1/ l ' , UA 'a ' i r lmdixLAl_ [um l ; l o éencontrara Uemcom s *= ~</ _/ mes os objetivos / _Z<Ír O' / .. ./ /
  33. 33. SUCESSO 'A ideia de felicidade parte do l pressuposto de uma realização integral, alcançada através do l sucesso em todas as esferas. ” A . ¡ñv-oronrureiiímoftovolakmui : :nllhcioñtoi lniiqg¡ ; Term-nie temente êlãr-Omllllplillilllwtlillli -é mu: : Im oie ellníllallsls-qjuraaleiF-ow pxaluslhmlale oro o» ¡Ir= ¡›1|¡ro›-: ¡s1_n=1o; ot
  34. 34. q, Í Will; :IPM/ Refil: 'w i ; ru valium): n: : ' : nntlwculilhla i » . lulvllivi : mir Ii p ri: i IJ: , -›: »mit ii Llml* Nmli" : iam: :t: i i: ILYIWCWE, :ia: i lllNlü , Hi lãülülkvlãl: : v1' ILYILÍWÍI: u: 'nriimsi-i: lf-ILVAFÍ: : , A i irinui Turn» i : racistas rw¡ m: : 'II-IIMrilima-ii: ioia-ieia: iinnuti: i~ Ililmtlillu-ukilltllii . .IIIIILIII
  35. 35. A transição geracional apresenta l l) T 7a . í í R. E é' *il/ l «It A( ílfiCEuLÍ x BUSCAM SEU PROPÓSITO x SÃO PROTAGONISTAS x ACREDITAM NO SEU PODER DETRANSFORMAÇÃO T . -,§/ ' , ,,, .I_, , wi' «pie a guria ; T v» i- f / ” l_ L &IJL . a( , (144 'ç/ < / pá¡ g* xi A '¡ , , i x SÃOCRÍTICOS l , * f* x PENSAM OBJETIVAMENTE U AK f” rir? ) *é r a . 4 . Em
  36. 36. Cruz ando as dir Chile s gêra ' Clonak foi Passiva¡ eo asma, lille Reinterpreta os códigos para : :e elis façagrsiitstaentido dentro Penso SSO hoje' mas p p pode er diferente Quero agora, porque amanhã ei O que vai ser
  37. 37. QXRTF; Jmr* rr~ii_. ›vir › 'ÊHPJAÊI/ «D51 : iaãimiizi u . l vlEml I i^i= IICQA E _ft
  38. 38. Í/ 5'/ faIe@ro| ejovem. cOm '

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