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Semiologia do Pescoço

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Semiologia do Pescoço

  1. 1. EXAME FÍSICO DO PESCOÇO <ul><li>GRUPO 2 </li></ul><ul><li>Élcio- 58 </li></ul><ul><li>Amanda Thomé- 59 </li></ul><ul><li>Vinícius- 60 </li></ul><ul><li>Derek- 61 </li></ul><ul><li>Amanda Michellis- 62 </li></ul>
  2. 2. PESCOÇO <ul><li>O pescoço normalmente é cilíndrico e de contorno regular sem abaulamento ou retrações a posição fisiológica é mediana e acompanha o grande eixo da coluna. A mobilidade deve ser livre e indolor os batimentos artérias são rítmicos fortes, amplos,com movimentos de expansão e retração. </li></ul><ul><li>Para um adequado exame físico do pescoço, devemos avaliar diversos fatores. Dentre eles, a condição do paciente e associá-la a uma boa anamnese. Os critérios de um bom exame físico do pescoço serão abordados a seguir. </li></ul>Derek
  3. 3. ANATOMIA Derek
  4. 4. ANATOMIA Derek
  5. 5. ANATOMIA Derek
  6. 6. ANATOMIA Derek
  7. 7. ANATOMIA Derek
  8. 8. ANATOMIA Derek
  9. 9. ANATOMIA Derek
  10. 10. ANATOMIA Derek
  11. 11. SEMIOTÉNICA <ul><li>Preparo do ambiente; </li></ul><ul><li>Preparo físico e psicológico do paciente; </li></ul><ul><li>Posicionar o paciente; </li></ul><ul><li>Explicar o procedimento em linguagem simples. </li></ul>Amanda Thomé
  12. 12. SEMIOTÉCNICA <ul><li>Devemos nos posicionar de acordo com o que vamos avaliar primeiro no pescoço do paciente; </li></ul><ul><li>Verificamos amplitude e movimento do pescoço, com as seguintes manobras: </li></ul><ul><li>- Tocar o tórax com o queixo, </li></ul><ul><li>- Virar a cabeça para ambos os lados, </li></ul><ul><li>- Tocar cada orelha com o ombro, </li></ul><ul><li>- Hiperextender a cabeça; </li></ul>Amanda Thomé
  13. 13. SEMIOTÉNICA Amanda Thomé <ul><li>Ser um bom observador; </li></ul><ul><li>Nos posicionando atrás ou na frente do paciente usando: </li></ul><ul><li>- A polpa digital dos três dedos médios, </li></ul><ul><li>- Palpando a região com movimentos rotatórios suaves. </li></ul>
  14. 14. EXAME DO PESCOÇO <ul><li>O exame é composto de: </li></ul><ul><li>1) Inspeção </li></ul><ul><li>2) Palpação </li></ul><ul><li>3) Ausculta </li></ul>Amanda Thomé
  15. 15. EXAME DO PESCOÇO <ul><li>Inspeção </li></ul><ul><li>Forma e volume </li></ul><ul><li>Posição </li></ul><ul><li>Mobilidade </li></ul><ul><li>Batimentos arteriais e venosos </li></ul><ul><li>Pele </li></ul>Amanda Thomé
  16. 16. EXAME DO PESCOÇO <ul><li>Palpação : </li></ul><ul><li>1) Musculatura </li></ul><ul><li>2) Tireóide </li></ul><ul><li>3) Glândula salivar (submandibular) </li></ul><ul><li>4) Parótida (quando aumentadas de volume) </li></ul><ul><li>5) Vasos </li></ul><ul><li>6) Linfonodos </li></ul><ul><li>Ausculta : </li></ul><ul><li>1) Trajeto dos vasos cervicais </li></ul><ul><li>2) Área da tireóide </li></ul>Amanda Thomé
  17. 17. TÉCNICA DO EXAME DO PESCOÇO LINFONODOS <ul><li>É um gânglio linfático, órgão responsável pela barreira entre as bactérias e células neoplásicas que migram pelo sistema linfático. </li></ul>Élcio
  18. 18. TÉCNICA DO EXAME DO PESCOÇO LINFONODOS Élcio <ul><li>Linfonodos : </li></ul><ul><li>1. Pré-auriculares 6. Submentonianos </li></ul><ul><li>2. Auriculares posteriores 7. Cervicais superficiais </li></ul><ul><li>3. Occipitais 8. Cadeia cervical posterior </li></ul><ul><li>4. Amigdalianos 9. Cadeia cervical Profunda </li></ul><ul><li>5. Submandibulares 10. Supraclaviculares </li></ul>
  19. 19. Élcio
  20. 20. TÉCNICA DO EXAME DO PESCOÇO LINFONODOS <ul><ul><ul><ul><ul><li>SEMIOTÉCNICA </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Expor o pescoço por completo </li></ul><ul><li>Inspeção e palpação </li></ul><ul><li>PALPAÇÃO: polpas digitais e face ventral dos dedos médio, indicador e anular </li></ul><ul><li>Médico se posiciona na frente ou atrás do paciente </li></ul><ul><li>Ficar atento para não confundir com estruturas da região (parótidas e glândulas salivares) </li></ul>Élcio
  21. 21. TÉCNICA DO EXAME DO PESCOÇO LINFONODOS <ul><li>Investigação Semiológica: </li></ul><ul><li>Localização </li></ul><ul><li>Tamanho </li></ul><ul><ul><li>0,5 – 2,5 cm diâmetro </li></ul></ul><ul><li>Forma </li></ul><ul><ul><li>“ caroço de azeitona”, “ovo de galinha”, laranja” </li></ul></ul><ul><li>Delimitação </li></ul><ul><ul><li>Coalescência (junção de 2 ou mais gânglios) </li></ul></ul><ul><li>Mobilidade (palpação deslizante) </li></ul>Élcio
  22. 22. TÉCNICA DO EXAME DO PESCOÇO LINFONODOS <ul><li>CARACTERES PROPEDÊUTICOS: </li></ul><ul><li>Consistência </li></ul><ul><ul><li>Duro ou mole </li></ul></ul><ul><ul><li>Com ou sem flutuação </li></ul></ul><ul><li>Sensibilidade </li></ul><ul><ul><li>Doloroso ou não </li></ul></ul><ul><li>Estado da pele </li></ul><ul><ul><li>Sinais flogísticos (edema, calor, rubor e dor) </li></ul></ul><ul><ul><li>Fistulização </li></ul></ul><ul><ul><li>Ulcerações </li></ul></ul>Élcio
  23. 23. TECNICADO EXAME DO PESCOÇO -LINFONODOS Élcio
  24. 24. TIREÓIDE <ul><li>A glândula tireoidiana se situa na frente do pescoço, entre a pele e a caixa vocal. Ela possui um lobo direito e um lobo esquerdo com aproximadamente 5 cm de comprimento, unidos no meio. </li></ul>Amanda Michellis
  25. 25. Amanda Michellis <ul><li>TIREÓIDE </li></ul><ul><li>- A tireóide é pequena, lisa e sem nódulos. </li></ul><ul><li>- Em pacientes magros e facilmente palpável. </li></ul><ul><li>A tireóide se move sob os dedos a medida que o paciente deglute. </li></ul><ul><li>O aumento da glândula tireóide pode indicar disfunção ou tumor da tireóide </li></ul>Crescimento da tireóide
  26. 26. TIREÓIDE: TÉCNICA DE AVALIAÇÃO <ul><li>Foco de luz ao lado do cliente; </li></ul><ul><li>Cliente deglute um gole de água ou saliva, com a cabeça hiperextendida; </li></ul><ul><li>É normal a glândula se deslocar para cima. </li></ul>Amanda Michellis
  27. 27. TIREÓIDE: TÉCNICA DE AVALIAÇÃO <ul><li>Se posicionar atrás do paciente, que deve estar sentado; </li></ul><ul><li>Os dedos da mão esquerda devem empurrar a traquéia em direção ao lado direito. </li></ul><ul><li>Com dedos da mão direita entre a traquéia e o esternomastóide, devemos pedir para o paciente deglutir e assim, sentimos a tireóide se mover. </li></ul>Amanda Michellis
  28. 28. TIREÓIDE <ul><li>INSPEÇÃO </li></ul><ul><li>- Localização da cartilagem tireóide – cricóide em repouso e à deglutição </li></ul><ul><li>PALPAÇÃO </li></ul><ul><li>- Técnica monomanual </li></ul><ul><li>- Técnica bimanual </li></ul><ul><li>- Identificar istmo / lobos </li></ul><ul><li>- Caracteres propedêuticos: tamanho / consistência / sensibilidade / superfície / mobilidade / frêmito / sopro </li></ul>Amanda Michellis
  29. 29. Amanda Michellis
  30. 30. Amanda Michellis
  31. 31. Amanda Michellis
  32. 32. TRAQUÉIA <ul><li>POSIÇÃO NORMAL </li></ul><ul><li>- mediana </li></ul><ul><li>DESVIOS </li></ul><ul><li>comparação do espaço entre traquéia e esternomastóideo </li></ul><ul><li>- retrações torácicas ou tumores mediastinais </li></ul><ul><li>PULSAÇÕES TRANSMITIDAS </li></ul><ul><li>- sinal de OLIVER </li></ul><ul><li>- sinal de CARDARELLI </li></ul><ul><li>- aneurisma da crossa da aorta </li></ul>Vinícius
  33. 33. Vinícius
  34. 34. Vinícius Traquéia Inspeção: desvios em relação a posição na linha média Palpação: palpar o espaço entre a traquéia e o esternomastóideo bilateral.Devem ser simétricos A cartilagem tireóide, cricóide e a glândula tireóide elevam-se durante a deglutição
  35. 35. ARTÉRIA CARÓTIDA Vinícius <ul><li>Inspeção : paciente de pé ou sentado </li></ul><ul><li>Palpação do pulso carotídeo: pulso carotídeo direito é palpado com a polpa do polegar esquerdo (ou dedo indicador e o médio esquerdo). No lado esquerdo a mesma técnica. </li></ul><ul><li>Importância: detectar estenose ou insuficiência da </li></ul><ul><li>valva aórtica </li></ul><ul><li>Ausculta: pesquisa de sopros </li></ul>
  36. 36. VEIA JUGULAR <ul><li>Inspeção </li></ul><ul><li>Pulso venoso : pulsações observadas na base do pescoço, dependentes </li></ul><ul><li>de modificações de volume nas veias jugulares internas. </li></ul><ul><li> Refletem modificações de pressão no interior do átrio direito. </li></ul><ul><li>Importância : indicador da função cardíaca das câmeras direitas </li></ul><ul><li>Estado de turgência das jugulares externas : </li></ul><ul><li>Normal – tornam-se túrgidas apenas quando paciente está em decúbito. </li></ul><ul><li>Posição semi-sentada(45º) = ingurgitamento jugular </li></ul><ul><li>Causas de ingurgitamento: compressão da veia cava superior; insuficiência ventricular direita </li></ul>Vinícius
  37. 37. OBRIGADO! DEREK Estase de veia jugular não pulsátil causada por Síndrome da veia cava superior.

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