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Jpa de a à z por que conhecer jpa

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Palestra elaborada por Mateus Malaquias (@mmalaquias1) para os eventos do Java Bahia nas universidades.

Published in: Software
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Jpa de a à z por que conhecer jpa

  1. 1. JPA de A à Z: POR QUE CONHECER? @mmalaquias1
  2. 2. COM QUEM VOCÊ VAI? - Mateus Malaquias - Bacharel em Sistema de Informação - @mmalaquias1 - Filhote da comunidade JavaBahia - Ex-jogador de World of Warcraft
  3. 3. NÃO DEIXE DE PARTICIPAR!
  4. 4. O PROBLEMA SEMPRE FOI... OO RELACIONAL
  5. 5. SQL (STRUCTURE QUERY LANGUAGE)
  6. 6. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY) APLICAÇÃO JDBC DRIVER BANCO DE DADOS RESUMIDAMENTE O QUE JDBC FAZ? ● Estabelece conexão com o banco de dados ● Executa consultas ● Recebe o resultados das consultas ● Executa stored procedures, triggers e etc
  7. 7. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY)
  8. 8. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY)
  9. 9. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY)
  10. 10. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY)
  11. 11. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY)
  12. 12. JDBC (JAVA DATABASE CONNECTIVITY) ALGUMAS DESVANTAGEM AO UTILIZAR JDBC: ● Código SQL escrito no Java ● Normalmente não trabalha bem com dois bancos ao mesmo ao mesmo tempo. ● JDBC não é facilmente usado em grandes projetos. Por causa da grande quantidade de código gerada. ● O Programador deve saber como trabalhar com o SQL. ● Ilusão a respeito da independência de banco de dados ● Necessidade de realizar conversão de campos para objeto na unha
  13. 13. ORM (OBJECT-RELATIONAL MAPPING)
  14. 14. ORM - IMPLEMENTAÇÕES Se vai ter mais de um, vai virar bagunça!
  15. 15. JPA (JAVA PERSISTENCE API) ● Nasceu na JSR220 (Java Specification Requests) ● Sua função é padronizar o Mapeamento-Objeto Relacional (ORM) ● Integrar a plataforma Java EE ● Não depender de container (servidores) para funcionar ● Continuar utilizando o padrão POJO ● Utilizar freneticamente as Annotations (Programação Declarativa)
  16. 16. JPA (JAVA PERSISTENCE API) APLICAÇÃO JPA PROVIDER BANCO DE DADOS JDBC DRIVER
  17. 17. JPA - PROVIDER Batoo
  18. 18. JPA - ESTRUTURA PROVEDORES PERSISTENCE CONTEXT ENTITY MANAGER ENTITY Implementação da especificação Pool que mantem todos objetos manipulados pelo EntityManager Responsável por todas operações realizados junto ao banco de dados POJO, mas com pode ser usado com herença e polimorfismo.
  19. 19. JPA - LEMBRA DO POJO?
  20. 20. JPA - ENTIDADE
  21. 21. JPA - ENTIDADE
  22. 22. JPA - ENTIDADE COM JOIN
  23. 23. JPA - CRUD BASICO
  24. 24. JPA - CONSULTAS
  25. 25. JPA - JAVA PERSISTENCE QUERY LANGUAGE (JPQL)
  26. 26. JPA - CRITERIA
  27. 27. JPA - VANTAGENS ● Indepêndencia: Utilizando JPQL ou Criteria conseguimos ter uma indepêndencia com os bancos de dados porque agora fica a cargo da implementação da JPA em converter sua consulta em SQL nativo. Agora as ações básicas de insert, update e delete também ficam por conta da implementação. Com isso podemos criar uma única aplicação que vai se comunicar com diversos bancos de dados. ● Reduz a necessidade de conhecer SQL: Não me leve a mal, ainda penso que conhecer pelo menos o básico de SQL é fundamental para qualquer programador. Todavia você consegue trabalhar com a JPA sem esse conhecimento.
  28. 28. JPA - VANTAGENS ● Dê adeus a conversão de querys em objetos: No começo da apresentação você teve um gostinho do trabalho que braçal necessário para se obter um objeto com o JDBC. Justamente para não perdemos mais tempo com isso nasceram as implementações da JPA que são capazes de realizar esse trabalho para gente. ● Otimização automática: Nem sempre temos o trabalho de otimizar uma consulta, mas esse é um ponto que considero critico porque muda de implementação para implementação e nem sempre temos o resultado desejado. Caso você precise ter um sistema em que as consultas sejam sempre otimizadas recomendo que utilize o Batoo no lugar do Hibernate por exemplo.
  29. 29. JPA - DESVANTAGENS ● Base de dados legada: Nem sempre foi possível executar triggers, functions e procedures direto no banco de dados. Atualmente podemos fazer isso, todavia temos que ter cuidado com o impacto que isso pode gerar ao modelo objeto-relacional e a indepêndencia a respeito dos bancos de dados. Hoje em dia por exemplo passo boa parte da minha atividade migrando e otimizando procedures no Java justamente por isso. ● Chaves compostas: AH! Que raiva tenho de utilizar @embedded, trabalhar com chaves compostas na JPA significa aumentar drasticamente a complexidade de nossas entidades. Em determinadas situações para executar um update ou insert por exemplo precisamos gerar muito mais código.
  30. 30. JPA - DESVANTAGENS ● Curva de aprendizado para além do básico: Fazer o feijão com arroz utilizando JPA é fácil e muito pratico, isso é bom porque atrai sempre novas pessoas. Mas quando passamos para um nível mais avançado como por exemplo utilizar chaves compostas, chace, criteria e relacionamentos bidirecionais as pessoas começam a encontrar diversas dificuldades. Esse aqui é justamente um dos motivos de existir a serie JPA de A à Z no blog. ● Unir consultas: Esse pra mim é o defeito mais grave na especificação, simplesmente não conseguimos realizar união de consultas. Claro que podemos utilizar alguns artifícios para simular uma união, mas na grande maioria das vezes é necessários optar pelo SQL nativo e ai vai embora a independência de banco de dados.
  31. 31. ALTERNATIVAS PARA JPA
  32. 32. OBRIGADO POR TER AGUENTADO ATE AQUI! …. DÚVIDAS?

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