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Teorias da motivação

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Teorias da motivação

  1. 1. TEORIAS DA MOTIVAÇÃO•Visão Instintiva-Motivacional •Visão Psicanalítica •Visão Humanista •Visão Comportamentalista •Visão Cognitivista
  2. 2. A Tradição do Instinto-Motivo Do instinto animal ao motivo humano Instaura-se o costume de rastrear o comportamento animal para conhecer asbases da ação e das necessidades humanas.
  3. 3. Defenderam a existência de uma grande série deinstintos no ser humano que eram predisposições a atuar de forma adequada para conseguir certos fins e metas, comportamentos automáticos que apareciam sem que osujeito tivesse alguma experiência prévia nessa atuação. William James Willian McDougall Supôs que o homem, por sua maior capacidade de aprendizagem, apresenta tendências inatas que permanecem alojadas muito profundamente em sua personalidade.
  4. 4. William James listou cerca de 6.000 instintos diferentes,ocasionando inúmeras críticas e a posterior descrença em suashipóteses. Faltava o instinto maisimportante: “O instinto de crer em instintos”. Hoje em dia não se usa a noção de instinto. Padrões de comportamento sempre atuam em interação com outros atributos situacionais.
  5. 5. A Tradição PsicanalíticaA psicanálise surge exclusivamente comuma intenção terapêutica: proporcionar uma alternativa de cura à histeria.
  6. 6. Desejo e Pulsão em FreudEstamos dirigidos pelodesejo que surge dasinstâncias mais profundas einconscientes de nossapersonalidade... Essa forçaenergética se vincula naspulsões.O indivíduo nem sempre fazo que realmente deseja Sigmund(objetivo pulsional), sim o Freudque pode.
  7. 7. As primeiras dissidências: Jung e Adler O ser humano vem ao mundo com evidentes carências biológicas (tardamos muito em ser minimamente autônomos de nossos pais), com claras deficiências adaptativas em comparação com outras espécies (somos um primata débil e vencido), e essas circunstâncias o levam a plantar sua vida como uma necessidade de superação dessa inferioridade natural. Este é o ponto de partida de sua idéia do sistema motivacional humano.Alfred Adler O grupo social é o melhor remédio para livrar-se de sua inferioridade natural.
  8. 8. A Tradição Humanista Necessidades SuperioresAbraham Maslow Necessidades Inferiores
  9. 9. Defende a idéia da existência de um motivo básico e construtivo: a tendência à auto-realizar-se. O indivíduo adquire duas necessidades: a de ser positivamente estimado pelos demais, sentir amor e aceitação; e a de acabar considerando-se positivamente, que é Carl formar um juízo positivo de si mesmo.Rogers
  10. 10. A Motivação na Tradição Condutista É o conceito de impulso o que de formamais genuína reúne as principais característicasdo que hoje referimos com o de motivo. Oimpulso está estritamente ligado a perturbaçãode necessidades biológicas, é o recurso pararecuperar o equilíbrio quando algo básico noorganismo começa a diminuir.
  11. 11. * A energia e a direção de uma conduta já não dependem somente do impulso. * O potencial de excitação, se relaciona também com o hábito e com o incentivo. * O potencial de ativação é função de três fatores: de um estado temporal, chamado impulso ou drive, incentivo e por último depende de um fator de aprendizagem, que será a Leonard força dos hábitos relacionados com os comportamentos aprendidos peloClark Hull organismo.(1884-1952)
  12. 12. ...uma coisa é saber e outra fazer. A execução sim depende do reforço, e que só para essa execução é necessária a intervenção do impulso; em compensação, para a aprendizagem não tanto. O impulso não era já algo provocado por um déficit de origem biológica, como a fome e o sexo, também havia impulsos determinados por gostos mais mentalistas e Edmund R. dificilmente operacionalizáveis Tolman como a curiosidade.(1886-1959)
  13. 13. Um impulso é qualquer estímulo forte Miller, que impele à ação. EmDollar e Zajonc geral os estímulos de – muita intensidade facilitação social. sempre impulsionam. O impulso mais primário e básico é a dor. Não existe, então, a tendência a uma busca de prazer; a evitação da dor é a base primeira de muitas atividades.
  14. 14. A Tradição Cognitiva Segundo Gardner (1996, p.19), a ciência cognitiva é "um esforço contemporâneo, com fundamentaçãoempírica, para responder questões epistemológicas de longa data - principalmente aquelas relativas ànatureza do conhecimento, seu desenvolvimento e seu emprego." Afirma-se a existência de estados mentais internos (como as crenças, desejos e motivações) contrariamente à psicologia comportamental
  15. 15. O papel dos processos cognitivos na motivação Em geral, podemos dizer que as disposiçõesconscientes ou cognitivas caracterizam o processomotivacional, principalmente em duas circunstâncias:1- Caracterizam a interpretação que se dá às demandas dasituação em que se vai produzir a ação e do resultadodessa tarefa.2- De acordo com as crenças e valores que agreguemapreço a determinadas ações e metas.
  16. 16. Fritz Heider: Sua idéia básica foi que o homem estámotivado a buscar as explicações causais do que ocorre nomundo. O ser humano naturalmente tende a buscar oporquê das coisas que lhe acontecem. Weiner: Defende como um ponto de partida que a base da conduta motivada não é uma disposição estável de personalidade relacionada com uma necessidade natural. A chave da motivação começa com o desejo de arrecadar informações válidas para uma boa auto-avaliação. As explicações que damos às nossas ações e às ações dos demais determinam nossa tendência de ação.
  17. 17. Formação de crenças e planos O comportamento humano é melhorexplicado se levarmos em conta que todospossuímos um conjunto de crenças, deidéias sobre o mundo, sobre comofuncionam as coisas que temosinternalizado pacientemente ao largo denossa socialização.
  18. 18. A manutenção do auto-conceito A psicologia tem considerado quea construção de determinadascrenças sobre nosso eu constitui-senum dos motores que movem eorganizam nossa personalidade.

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