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Seminário
Análise de Discurso e
Análise de Conteúdo
Maria José da Costa Oliveira
Introdução
A adoção de uma metodologia é indispensável
para a construção da ciência e para a máxima
aproximação da verdade...
“Os pesquisadores costumam encontrar três
grandes obstáculos quando partem para a
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Dados coletados (estado bruto)
Procedimentos para
sistematizar, categorizar e
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Análise de comunicações
Dadosobtidospor: entrevistas
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geral
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. São possibilidades
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X
Análise de
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Seu objetivo é
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Análise de Conteúdo e de Discurso
Um paralelo
• Toma o texto como documento restrito a ser compreendido
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Quadro síntese das aproximações e afastamentos
(Deusdará e Rocha, 2005, p. 325)
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Sobre a análise de conteúdo
Possui elementos tanto da abordagem quantitativa como da qualitativa
(Berg, 1998, Insch et al....
Como método de análise de pesquisas
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Sobre a análise de conteúdo
Tratamento informático em três fases:
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Requisitos para a análise de conteúdo
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Categorias criadas
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Palavras-chave e sua relação com as
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Palavra do
Banco
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Análise qualitativa
Realizada a partir da relação entre:
Categorias
selecionadas
Tipos de
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chave
Referências bibliográficas
APPOLINÁRIO, F. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para a produção do
conhecimeneto ...
Referências bibliográficas
LIMA, Maria Emília Amarante Torres. Análise do discurso e/ou análise de conteúdo.
Psicologia em...
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Análises Discurso e Conteúdo (Zezé)

Análises Discurso e Conteúdo (Zezé)

  1. 1. Seminário Análise de Discurso e Análise de Conteúdo Maria José da Costa Oliveira
  2. 2. Introdução A adoção de uma metodologia é indispensável para a construção da ciência e para a máxima aproximação da verdade (Strelow, 2010, p.206), pois seu principal objetivo é fazer emergir o conhecimento.
  3. 3. “Os pesquisadores costumam encontrar três grandes obstáculos quando partem para a análise de dados recolhidos no campo(...) O primeiro deles(…) ‘ilusão da transparência’(…) O segundo(…) sucumbir à magia dos métodos e das técnicas(…) O terceiro(…) é a dificuldade de se juntarem teorias e conceitos muito abstratos com os dados recolhidos no campo”. (Minayo, 2000, p. 197)
  4. 4. Dados coletados (estado bruto) Procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível sua análise. Resultados de pesquisa
  5. 5. Análise de comunicações Dadosobtidospor: entrevistas mensagens documentos em geral
  6. 6. Mecanismos de análise de comunicações . São possibilidades metodológicas de pesquisa em comunicação; . Mecanismos teórico- metodológicos capazes de serem aplicados em dados obtidos por meio de entrevistas, mensagens e documentos em geral; . Utilizadas para análises de comunicações. Análise de conteúdo Análise de discurso
  7. 7. X Análise de Conteúdo Seu objetivo é alcançar uma pretensa significação profunda, um sentido estável, conferido pelo locutor no próprio ato de produção do texto. Análise do Discurso Propõe o entendimento de um plano discursivo que articula linguagem e sociedade, entremeadas pelo contexto ideológico.
  8. 8. Análise de Conteúdo e de Discurso Um paralelo • Toma o texto como documento restrito a ser compreendido e como ilustração de uma situação, limitada ao seu contexto. • Ela parte da estrutura do texto para interpretá-lo. • Parte do discurso para a enunciação. • Visa o que o texto quer dizer. Análise de Conteúdo • Considera que a situação está atestada no texto e busca mais a compreensão do processo produtivo do que a interpretação do texto como um fim em si mesmo. • Parte da condição de produção do texto para interrogar sua interpretação, que está relacionada aos diversos tipos de linguagem e, por isso, pode tomar formas variadas. • Parte da enunciação para o discurso. • Como o texto funciona diante de um determinado contexto social e histórico. Análise de Discurso
  9. 9. Quadro síntese das aproximações e afastamentos (Deusdará e Rocha, 2005, p. 325) Análise de conteúdo Análise de discurso Objetivos de pesquisa captar um saber que está por trás da superfície textual analisar em que perspectivas a relação social de poder no plano discursivo se constrói Eu pesquisador espião da ordem que se propõe a desvendar a subversão escondida; leitor privilegiado por dispor de “técnicas” seguras de trabalho agente participante de uma determinada ordem, contribuindo para a construção de uma articulação entre linguagem e sociedade Concepção de texto véu que esconde o significado, a intenção do autor materialidade do discurso Concepção de linguagem reprodução e disseminação de uma realidade a priori ação no mundo Concepção de ciência instrumento neutro de verificação de uma determinada realidade espaço de construção de olhares diversos sobre o real
  10. 10. Sobre a análise de conteúdo Possui elementos tanto da abordagem quantitativa como da qualitativa (Berg, 1998, Insch et al., 1997; Sarantakos, 1993 in Cappelle et al., 2003) Considerada um conjunto de técnicas quantitativas (Silverman, 1993 e Neuman, 1994 in Cappelle et al, 2003) Método mais comumente adotado no tratamento de dados de pesquisas qualitativas (Minayo, 2000) Muito utilizada na análise de comunicações nas ciências humanas e sociais (Cappelle et al, 2003)
  11. 11. Como método de análise de pesquisas quantitativas e qualitativas: • A contagem da manifestação dos elementos textuais que emerge do primeiro estágio da análise de conteúdo servirá para a organização e sistematização dos dados; Característica quantitativa • Fases analíticas posteriores permitem que o pesquisador apreenda a visão social de mundo por parte dos sujeitos, autores do material textual em análise. Característica qualitativa
  12. 12. Sobre a análise de conteúdo • Quem as emitiu, em que contexto e/ou quais efeitos se pretende causar por meio delas (Bardin, 1979). Abrange as iniciativas de explicitação, sistematização e expressão do conteúdo de mensagens, com a finalidade de efetuarem deduções lógicas e justificadas a respeito da origem dessas mensagens
  13. 13. Sobre a análise de conteúdo O rigor da objetividade A fecundidade da subjetividade
  14. 14. Sobre a análise de conteúdo Visa a revelar o que está escondido, latente ou subentendido na mensagem. As análises quantitativas voltam-se para a frequência com que surgem determinados elementos nas comunicações, preocupando-se mais com o desenvolvimento de novas formas de procedimento para mensurar as significações identificadas. Os enfoques qualitativos voltam-se para a presença ou ausência de uma característica ou conjunto de características nas mensagens analisadas, na busca de ultrapassar o alcance meramente descritivo das técnicas quantitativas para atingir interpretações mais profundas com base na inferência.
  15. 15. Marcos referenciais propostos por Krippendorff (1990): Os dados: evidenciam quais os dados estão sendo analisados, como foram definidos e de qual população estes foram extraídos; O contexto dos dados: tem a relevância de explanar o contexto dos dados com as delimitações de acordo com o que propõe o trabalho; O conhecimento do pesquisador: determina a construção do contexto pretendido para a realização de suas inferências; O objetivo da análise de conteúdo: evidencia os objetivos a que se propõe, de acordo com o enfoque do trabalho; A inferência como tarefa intelectual básica: relaciona os dados obtidos com o contexto; A validade como critério de sucesso: estabelece critérios para que os resultados possam ser validados, propiciando que outros pesquisadores comprovem sua exatidão.
  16. 16. Sobre a análise de conteúdo Conjunto de técnicas de investigação científicas utilizadas em ciências humanas caracterizadas pela análise de dados nos quais os elementos fundamentais da comunicação são identificados, numerados e categorizados (Appolinário, 2009, p. 27).
  17. 17. Toda análise deve considerar em sua estrutura: A organização A codificação A categorização As inferências As possibilidades de tratamento informático
  18. 18. Sobre a análise de conteúdo Tratamento informático em três fases: Análises estatísticas (classificação dos dados, reorganização, transformação e descrição); Auxílio nos estudos e descobertas (variedade, classes e distribuição dos dados de uma grande quantidade de documentos); Análise de conteúdo por computador (realização de inferências no contexto social dos dados obtidos).
  19. 19. Requisitos para a análise de conteúdo ter valor (Freitas at al., 1997, p. 108): Qualidade da elaboração conceitual feita a priori pelo pesquisador; Exatidão com que ela será traduzida em variáveis; Esquema de análise ou das categorias; Concordância entre a realidade a analisar e estas categorias.
  20. 20. Técnicas de análise de conteúdo Técnicas Definição Objetivo Analisa Análise temática ou categorial Operações de desmembramento do texto em unidades (categorias), segundo reagrupamentos analógicos. Descobrir os núcleos de sentido que compõem uma comunicação. A frequência dos núcleos de sentido, sob a forma de dados segmentáveis e comparáveis. Utiliza a significação da da regularidade Análise de avaliação ou representacional Fundamenta-se no fato de que a linguagem representa e reflete diretamente aquele que a utiliza Medir as atitudes do locutor quanto aos objetos de que ele fala (pessoas, coisas, acontecimentos) A atitude ou predisposição do emissor da mensagem para reagir sob a forma de opiniões 9nível verbal), ou de atos (nível comportamental, em presença de objetos, de uma maneira determinada).
  21. 21. Técnicas de análise de conteúdo Técnicas Definição Objetivo Analisa Análise de expressão Conjunto de técnicas que trabalham indicadores (estrutura da narrativa) para atingir a inferência formal. Investigar a autenticidade de documentos (literatura, história), na psicologia clínica (psicoterapia, psiquiatria), em discursos políticos ou outros suceptíveis de veicularem ideologias (retórica) (Bardin, 1979). A correspondência entre o tipo de discurso e as características do locutor e de seu meio (existe a necessidade de conhecer o autor da fala, sua situação social e dados culturais que o moldam.
  22. 22. Técnicas de análise de conteúdo Técnicas Definição Objetivo Analisa Análise das relações Extrai do texto a relação entre elementos da mensagem, complementando a análise frequencial simples Procurar a aparição de dois ou mais elementos no texto, atendo-se às relações que eles mantêm entre si. As co-ocorrências: com a escolha das unidades de registro e sua categorização; A análise estrutural: partindo da destruturação do texto, a fim de explicá-los para depois reconstrui-lo. Análise da enunciação Apóia-se na concepção da comunicação como processo e funciona desviando-se das estruturas e dos elementos formais presentes no texto. Trabalhar as condições de produção da palavra e as modalidades do discurso (Minayo, 2000). Lógica, elementos formais atípicos: silêncios, omissões, ilogismos e realce de figuras de retórica, análise sintática e paralinguística.
  23. 23. Aplicação em minha pesquisa Título Comunicação Organizacional e Comunicação Pública: Interações, Convergências e Conflitos Palavras-chave Comunicação Organizacional, Comunicação Pública, Democracia, Deliberação, Esfera Pública, Capital Social Objetivos analisar as imbricações entre público e privado, a partir dos entrelaçamentos e conflitos que se estabelecem entre comunicação pública e comunicação organizacional e as formas e limitações como são articulados esses conceitos na prática; analisar o impacto da Comunicação Pública como princípio orientador da Comunicação Organizacional.
  24. 24. Processo para realização de minha pesquisa Dados coletados (estado bruto) Procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível sua análise. Resultados de pesquisa
  25. 25. Resgatando • Abordagem quantitativa: A contagem da manifestação dos elementos textuais que emerge do primeiro estágio da análise de conteúdo servirá para a organização e sistematização dos dados; • Abordagem qualitativa: Fases analíticas posteriores permitem que o pesquisador apreenda a visão social de mundo por parte dos sujeitos, autores do material textual em análise.
  26. 26. Dados coletados (estado bruto) Levantamento de cases premiados do Guia Exame de Sustentabilidade e Prêmio ABERJE (edições 2011, 2012) que apresentam interface entre comunicação e sustentabilidade Seleção da Empresa Destaque na edição 2013 no Guia Exame e Prêmio ABERJE Monitoramento de posts no TWITTER relativo à empresa selecionada, para análise de conteúdo. (novembro de 2013 a março de 2014).
  27. 27. Procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível sua análise Contratação de empresa para utilização do Buzzmonitor, com levantamento de 2 mil posts no TWITTER relacionado ao Itaú/Unibanco Definição de categorias de análise Enquadramento dos posts nas categorias Análise dos posts a partir de palavras-chave
  28. 28. Categorias criadas Palavra do Banco (informações disparadas pelo Banco) Palavra do Banco (respostas dadas às solicitações ao Banco) Palavra do cliente e dos públicos em geral (respostas em relação ao que o banco emite de informação) Palavra do cliente e dos públicos em geral (manifestações, críticas e solicitações)
  29. 29. Palavras-chave e sua relação com as categorias Palavra do Banco (informações disparadas pelo Banco) Palavra do Banco (respostas dadas às solicitações realizadas por clientes e públicos em geral) Palavra do cliente e dos públicos em geral (respostas em relação ao que o banco emite de informação) Palavra do cliente e dos públicos em geral (manifestaçõ es, críticas e solicitações) Comunicação Diálogo Debate Respeito Participação Cidadania Sustentabilidade Comunicação Diálogo Debate Respeito Participação Cidadania Sustentabilidade Comunicação Diálogo Debate Respeito Participação Cidadania Sustentabilidade Comunicação Diálogo Debate Respeito Participação Cidadania Sustentabilidade
  30. 30. Palavras-chave e sua relação com as categorias CATEGORIAS X TIPO DE MANIFESTAÇÃO Palavra do Banco (informações disparadas pelo Banco) Palavra do Banco (respostas dadas às solicitações realizadas por clientes e públicos em geral) Palavra do cliente e dos públicos em geral (respostas em relação ao que o banco emite de informação) Palavra do cliente e dos públicos em geral (manifesta ções, críticas e solicitações Positiva XXXXX XXXXX XXXXX XXXXX Negativa XXXXX XXXXX XXXXX XXXXX Neutra XXXXX XXXXX XXXXX XXXXX Total XXXXX XXXXX XXXXX XXXXX
  31. 31. Análise qualitativa Realizada a partir da relação entre: Categorias selecionadas Tipos de manifestação Palavras- chave
  32. 32. Referências bibliográficas APPOLINÁRIO, F. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para a produção do conhecimeneto científico. São Paulo, Atlas, 2009. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa, Edições 70, 1979. CAPPELLE, M.C. A.; MELO, M. C. de O. L.; GONÇALVES, C. A. Análise de Conteúdo e Análise de Discurso nas Ciências Sociais. Revista da UFLA – Organizações Rurais & Agroindustriais. V. 5, n. 1, 2003. DEUSDARÁ, Bruno; ROCHA, Décio. Análise de Conteúdo e Análise de Discurso: aproximações e afastamentos na (re)construção de uma trajetória. ALEA, v. 7, número 2, julho – dezembro 2005, p. 305 – 322. KRIPPENDORFF, Klaus. Metodologia de análisis de contenido. Barcelona, Paidós, 1990.
  33. 33. Referências bibliográficas LIMA, Maria Emília Amarante Torres. Análise do discurso e/ou análise de conteúdo. Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 9, n.13, p 77, jun. 2003. MINAYO, M. C. De S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7ª. Ed. São Paulo, Hucitec, 2000. STRELOW, Aline. Reflexões sobre método de pesquisa em jornalismo e uma proposta oriunda do campo. Capítulo 9 in BRAGA, José Luiz; LOPES, Maria Immacolata Vassalo; MARTINO, Luiz Claudio. Pesquisa Empírica em Comunicação. São Paulo, Paulus, 2010. (Coleção Comunicação) Livro Compôs.

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