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Estruturalismo das Paixões

Estética, Espinosa, desejos, alegrias, tristezas, estruturas, capitalismo e consumo.

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Estruturalismo das Paixões

  1. 1. Estruturalismo das Paixões Recife, 31/10/2017 
 Estética, Cultura e Tecnologia
 Mestrado em Indústria Criativas, UNICAP. h.d.mabuse
  2. 2. mabuse@cesar.org.br
  3. 3. todos objetos que colocamos no mundo são articulados em 3 dimensões
  4. 4. epistemologia ética estética
  5. 5. ciência política arte
  6. 6. estética
  7. 7. estética “é a ciência do
 conhecimento sensitivo.” Alexander Gottlieb Baumgarten
  8. 8. afetos como o conhecimento construído pelos sentidos nos afeta
  9. 9. uma rápida história…
  10. 10. Alegria como força revolucionária, ética e estética dos afetos - Daniel Lins Café Filosófico - Márcia Tiburi
  11. 11. baruch espinosa
  12. 12. Samuel Hirszenberg, Spinoza (1907)
  13. 13. "Por afeto compreendo as afecções do corpo, pelas quais sua potência de agir é aumentada ou diminuída” – Ética III, Def 3
  14. 14. conatus “toda coisa se esforça, enquanto está em si, por perseverar no seu ser“ - Ética III, prop. 6
  15. 15. afetos primários
 alegria e tristeza
  16. 16. 
 amor a alegria que surge de uma causa exterior
  17. 17. ódio tristeza que surge de uma causa exterior.
  18. 18. O desejo é a própria essência do homem, enquanto esta é concebida como determinada, em virtude de uma dada afecção qualquer de si própria, a agir de alguma maneira”
 – Ética III, Definição dos Afetos 1
  19. 19. "Desiderium, é o desejo ou apetite de possuir alguma coisa cuja lembrança foi conservada e ao mesmo tempo, está entravada pela lembrança de outras coisas, que excluem a existência da desejada (… ) aquele que se recorda de uma coisa com que se deleitou deseja possuí-la nas mesmas circunstâncias em que na primeira vez com ela se deleitou (…) essa tristeza, enquanto referida a ausência do que amamos, chama-se desiderium.” – Ética III, Definição dos Afetos
  20. 20. "Talvez precisemos partir da constatação de que sociedades são, em seu nível mais fundamental, circuitos de afetos. Enquanto sistema de reprodução material de formas hegemônicas de vida, sociedades dotam tais formas de força de adesão ao produzir continuamente afetos que nos fazem assumir certas possibilidades de vida a despeito de outra…"
  21. 21. "Há uma adesão social construída através das afecções. Nesse sentido, quando sociedades se transformam, abrindo-se à produção de formas singulares de vida, os afetos começam a circular de outra forma, a agenciar-se de maneira a produzir outros objetos e efeitos. Uma sociedade que desaba são também sentimentos que desaparecem e afetos inauditos que nascem…” Por isso, quando uma sociedade desaba, leva consigo os sujeitos
  22. 22. "Por isso, quando uma sociedade desaba, leva consigo os sujeitos que ela mesma criou para reproduzir sentimentos e sofrimentos”
 – Vladimir Safatle, Circuito dos Afetos, p. 17
  23. 23. “as ciências sociais tem problemas com desejos e afetos (…) as ciências sociais se construíram como ciências dos fatos sociais”
  24. 24. “existem sim sujeitos, e existem afetos. Esses afetos são efeitos das estruturas onde os sujeitos estão mergulhados”
  25. 25. fim-de-semana
  26. 26. fim de semana 
 é uma 
 alegria passiva
  27. 27. o que faz que com que os trabalhadores trabalhem?
  28. 28. o medo da miséria ou o desejo da realização?
  29. 29. mabuse@cesar.org.br

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