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ADVERGAMES: uma melhor compreensão sobre suas peculiaridades

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Monografia de conclusão de curso apresentado ao curso de Publicidade e Propaganda da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Orientadora: Profa. Me. Luciana Hidemi Santana Nomura
Banca Avaliadora: Prof. Me. Cláudio Aleixo e Prof. Me. Murilo Beraldo.
Nota: 9,2

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ADVERGAMES: uma melhor compreensão sobre suas peculiaridades

  1. 1. Guilherme XavierCosme Leite
  2. 2. Advergames umamelhorcompreensão sobresuaspeculiaridades
  3. 3. GAMES + DIGITAL = ADVERGAMES �1�1� 11�11� �1�11 TEMA
  4. 4. Delimitação do tema Advergames como ferramenta de comunicação digital
  5. 5. QUESTÃO PROBLEMA Hácategorias,classificações deadvergamesassociadasa níveisdeinteração e/ou imersãomaisadequadospara cadaespecificidadede comunicação?
  6. 6. Coletarinformações. Descobrir formasmaisadequadas. Investigar a existência de níveis de advergames, interatividade e imersão, bem como tipos de competitividade, narrativas literárias, interface OBJETIVOS
  7. 7. HIPÓTESES Existem categorias específicas e adequadas de advergames; Os níveis de interatividade do jogo influenciam na percepção do consumidor; O envolvimento e lúdico são superados pelo uso de tecnologias avançadas; Os jogos analógicos também são advergames;?
  8. 8. Tá, mas por onde a gente começa?
  9. 9. objetivo - regras - sistema de retorno participação voluntária TRAÇOSPRESENTESNOSJOGOSPOR MCGONIGAL(2011,p.21)
  10. 10. descarga de pressão satisfação do instinto de imitação - relaxamento preparação - treinamento dominação - competitividade realização de desejos (HUIZINGA, 1996, p. 16) OJOGOÉ O QUE ELE SIGNIFICA PARAOS JOGADORES
  11. 11. Os advergames possuem em sua base a mesma essência de um jogo comum, mas elaborados para fins comerciais estratégicos.
  12. 12. Os advergames conseguem envolver o consumidor em uma atmosfera lúdica. Gonzáles Dias (2009) ““
  13. 13. MASE OS JOGOSDIGITAIS, DE ONDESURGIRAM?
  14. 14. INSTITUTODETECNOLOGIADEMASSACHUSETTS 1961
  15. 15. 1960 PONG 1970 Produção 1979 BOOOOOM 1980 Entretenimento 1983 Advergame
  16. 16. Os advergames surgem como uma excelente alternativa para as marcas se comunicarem, criarem experiência e relacionamento com seus consumidores
  17. 17. advergames = advertainming + jogo (CAVALINI. 2008, p. 83)““
  18. 18. “forma híbrida entre publicidade e entretenimento” Mortarell e Rom (2011, p. 25) ““
  19. 19. Envolvimento da marca em um ambiente virtual, imerso somente no entretenimento. Nelson (2002. p. 80-92) ““
  20. 20. “advergame pode ser eletrônico ou analógico e usa em essência o game para divulgar uma marca, produto ou serviço.” Mastrocola (2012)
  21. 21. Escuta aqui queridinha, in-game-advertising não é advergame!
  22. 22. Ascensão dos advergames Titanium em Cannes em 2007 US$US$ 3 bilhões em 2011
  23. 23. O que antes era jogado individualmente e off-line, agora está mais interativo e online possível.
  24. 24. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Dando uma forcinha para responder nosso problema de pesquisa
  25. 25. Tipos de Jogos Tipos de narrativas Interfaces Interatividade Imersão Níveis de advergames
  26. 26. Cooperativo Habilidades coletivas. Competitivo Habilidades pessoais. TipodeJogos
  27. 27. Física = mouse Perceptiva = botão start Cognitiva = dança Tipo de Interface ROCHA(2009,p.101)
  28. 28. Linear = um caminho Não linear = dois ou mais caminhos Narrativas Arruda(2013,p.65)
  29. 29. ESPACIAL = simula ambientes EPISTÊMICA = movimenta e descobertas TEMPORAL = progressão do jogo EMOCIONAL = envolvimento emocional Imersão Marie-LaureRyan(2001,p.53)
  30. 30. TRIVIAL = sistema fechado NÃO TRIVIAL = sistema aberto Interatividade RoyAscott(1995)
  31. 31. NÍVEISDE ADVERGAMES Chen,Ringel(2001) ASSOCIATIVO:associaçãodeumamarcacomo estiloe propostadeumjogo. ILUSTRATIVO:amarcanãoémaisapenasvista, maspassaainteragircomojogador. DEMONSTRATIVO:osprodutoseserviços podemser testadosemambientesvirtuais.
  32. 32. #partiuMetodologia
  33. 33. Jogo competitivo Narrativa linear Interface perceptiva Imersão epistêmica/temporal Interatividade trivial Nível associativo/ilustrativo/demonstrativo
  34. 34. Jogo competitivo Interface perceptiva Narrativa linear Imersão espacial Interatividade trivial/não trivial Nível demonstrativo
  35. 35. Jogo competitivo Interface física Imersão epistêmica Interatividade trivial Nível associativo
  36. 36. Jogo competitivo Interface física Narrativa linear Imersão epistêmica Interatividade trivial Nível associativo
  37. 37. CONCLUINDO
  38. 38. Os advergames são basicamente a publicidade unida aos jogos e aliada ao entretenimento.
  39. 39. Coletamos muitos dados a respeito dos advergames.
  40. 40. Sim, existem níveis de advergames, interatividade e imersão, bem como tipos de competitividade, narrativas literárias e interface.
  41. 41. Jogos competitivos - Narrativa linear Interatividade trivial Pontencializam a experiência pessoal do usuário com a marca.
  42. 42. Físicas = teclado Perceptiva = start Cognitiva = movimento
  43. 43. Fator lúdico e outras características do game como tipo de competição, narrativas e imersão levam à fuga da realidade.
  44. 44. Quanto aos níveis de advergames, não se pode averiguar que um é mais eficaz que o outro, pois isso vai depender do objetivo de cada ação. presença -> nível associativo envolvimento -> nível ilustrativo teste -> nível demostrativo
  45. 45. NÃO EXISTE UMA FÓRMULA DE SUCESSO, MAS SIM UM RACIOCÍNIO LÓGICO.
  46. 46. E é isso...
  47. 47. Referências Bibliográficas: MCGONIGAL, Jane. A Realidade em Jogo. Editora BestSeller, 2012. Tradução: Eduardo Rieche. Rio de Janeiro. ARRUDA, Eucidio Pimenta. Fundamentos para o desenvolvimento de jogos digitais. Porto Alegre: Bookman, 2013. ASCOTT, Roy (1995). The A-Z of Interactive Arts in Leonardo Eletronic Almanac, vol. 3, n.9, disponível em <http://www.leoalmanac.org/journal/ Vol_3/lea_v3_n09.txt> Acesso em: 29 de abr. 2015. CAVALLINI, Ricardo. O marketing depois do amanhã: explorando novas tecnologias para revolucionar a comunicação. São Paulo: Ed. do Autor, 2008. HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1996. MARTORELL, Cristina; ROM, Josep A. La cara oculta de los advergames. La explotación crítica de un nuevo recurso de la publicidade. Questiones Publicitarias, Barcelona, v. 1, n. 16, p. 24-39, 2011. MASTROCOLA, Vicent Martin. Marcas: modo de jogar. Revista Propaganda, São Paulo, n. 700, p. 44, Jul. 2009. MCGONIGAL, Jane. A Realidade em Jogo. Editora BestSeller, 2012. Tradução: Eduardo Rieche. Rio de Janeiro. NELSON, Michelle R. Recall of Brand Placements in Computer/vídeo Games, 2002. Journal of Advertising Research p.80-92. ROCHA, Cleomar. Três concepções de interfaces computacionais na artetecnológica. Anais do 9° Encontro Internacional de Arte e Tecnologia (#9ART): sistemas complexosartifciais, naturais e mistos. Brasília, ed. 1, p. 101-105, 2010. RYAN, Marie-Laure. Narrative as Virtual Reality: Immersion and Interactivity in Literature and Electronic Media. Baltimore: Johns Hopkins UP, 2001. RYAN, Marie-Laure. From narrative games to playable stories: toward a poetics of interactive narrative. Disponível em: <http://muse.jhu.edu/journals/storyworlds/v001/1.ryan.html>. Acesso em: 04 de mai. 2015.
  48. 48. Advergames umamelhorcompreensão sobresuaspeculiaridades

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