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EDUCAR NO SÉCULO XXI

Presentación en portugués, que analiza la situación educativa actual, sus tendencias y retos, para la construcción de un modelo de diseño de soluciones educativas y de aprendizaje que integren la tecnología para el siglo XXI.

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EDUCAR NO SÉCULO XXI

  1. 1. EDUCAR NO SÉCULO XXI
  2. 2. CONTEÚDO 1. O Contexto 2. O Futuro 3. A Proposta
  3. 3. O CONTEXTO: O situação, o problema e a hipótese.
  4. 4. O Departamento de Comércio dos Estados Unidos avaliou 55 setores industriais pelo nível de uso intensivo de tecnologias de informação.
  5. 5. Educação ficou em 55° lugar. O mais baixo. Abaixo das minas de carvão.
  6. 6. Nos últimos cem anos as escolas são administradas como fábricas, com controle e ordem rigoroso. Com un modelo educativo e materiais tradicionais.
  7. 7. Outro dado importante: o uso de internet pelas pessoas é o mas baixo para actividades educativas, que para cualquier outra actividade.
  8. 8. Jovens têm um ambiente muito mas estimulante fora da escola do que na escola.
  9. 9. Jovens têm hoje muitos espaços de relacionamento e são grandes comunicadores através de emails, mensagens instantâneas, sms.
  10. 10. As fabricas e as atividades em tudos os sectores estão baseadas em tecnologia e inovação.
  11. 11. Temos que aceitar como educadores, que tecnologia não é uma escolha. Tecnologia é um elemento essencial pela aprendizagem e pelo ensino. Nosso problema.
  12. 12. A tecnologia criou um mundo novo. Um novo ambiente foi inventado. Um novo ambiente emergiu. Nossa oportunidade
  13. 13. Este novo ambiente é um ambiente de relacionamento, de comunidades em rede, de conectividade, de acesso.
  14. 14. É um espaço do envio de sms, da emails, da postagem no Facebook, no Twitter.
  15. 15. É um espaço em que se pode refletir, pesquisar, repetir.
  16. 16. É um ótimo mundo para aprender. Nossa hipótese
  17. 17. Nossa hipótese tem um marco teórico: a Teoria de Conectivismo
  18. 18. Conectivismo é uma teoria de aprendizagem que se baseia na premissa de que o conhecimento existe no mundo ao contrário do que rezam outras Teorias da Aprendizagem, que afirmam que a aprendizagem simplesmente existe na cabeça dos indivíduos. A Teoria do Conectivismo foi desenvolvida por George Siemens e Stephen Downes.
  19. 19. Siemens aponta as heranças de inúmeras teorias para o desenvolvimento do conectivismo. Entre estas estão as teorias de Vygotsky, Bruner, McLuhan, Papert, Wittgenstein e sua noção de compreensão negociada, a teoria da complexidade e conceitos como comunidades de prática, aprendizagem situada, cognição distribuída. (SOARES, 2013)
  20. 20. Siemens (2004, 2005, 2006, 2008; Siemens e Conole, 2011) defende o conceito de conectivismo ao observar que nenhuma das teorias - behaviorismo, cognitivismo e construtivismo - satisfaz as novas condições de aprendizagem e a nova ecologia que envolve abundância de informação, pessoas, software e, sobretudo, redes e conectividade. (SOARES, 2013).
  21. 21. Para Siemens (2005) o que faz o conectivismo imperativo é a sua emergência no contexto de caos, abundância, mudanças rápidas e diversidade. E neste contexto, o modelo representacional é o do cérebro e suas conexões neurais. A mesma estrutura de aprendizagem que cria conexões neurais pode ser encontrada no modo como nós conectamos as ideias e no modo como conectamos pessoas e fontes de informação.
  22. 22. “O indivíduo por si, não terá condições de suportar dados e informações que serão outorgados às redes e sua permanente conexão e reorganização. A ação do indivíduo será da ordem de buscar, agregar e avaliar a pertinência da informação para seus propósitos. E isso exigirá propor combinações inteligentes que serão realizadas por software em razão da impossibilidade para os sujeitos em lidar individual e solitariamente com a abundância de dados e informação. “(SIEMENS, 2005).
  23. 23. A abundância de dados e informação exige que o sujeito saiba propor questões, manejar ferramentas que possam realizar análises e, deste modo, gerar compreensão e conhecimentos...A inteligência se desloca do sujeito particular para as redes, os nós nas redes e a construção de relações entre esses. As conexões que nos permitem aprender são mais importantes do que o nosso estado atual de conhecimento. (Siemens, 2005) .
  24. 24. “Não é a mudança de estado do indivíduo que manifesta a aprendizagem nem mesmo é a experiência que a promove. É a auto-organização do sistema como um todo que envolve o indivíduo, inicia o processo com ele e se expande para fora do organismo singular. “(SIEMENS, 2005).
  25. 25. Para o conectivismo, o conhecimento é definido como o reconhecimento de padrões particulares de relações que ocorrem na rede entre nós e a aprendizagem é definida como a criação de novas conexões. (Siemens, 2005).
  26. 26. “O conhecimento será derivado e provisório para o sujeito e para o conjunto da rede.” (Siemens, 2005).
  27. 27. A educação é conectivista na era digital.
  28. 28. O futuro: Tecnologias, tendências e desafios no ensino superior nos próximos anos.
  29. 29. Neste contexto, qual é o futuro?
  30. 30. Quais são as tendênciaseducativas ?
  31. 31. Quais serão os desenvolvimientos que precisaremos integrar na educação?
  32. 32. Quais são as habilidades necessarias para o século XXI?
  33. 33. 12 tendências tecnológicas mais importantes na educação
  34. 34. MOOC’S
  35. 35. SALAS VIRTUAIS
  36. 36. APRENDIZAGEM AUTO-DIRIGIDA
  37. 37. SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE CURSOS
  38. 38. CLOUD-BASED LEARNING MANAGEMENT SYSTEMS
  39. 39. APRENDIZAGEM MOVIL
  40. 40. MODELO 1:1
  41. 41. CIUDADANIA DIGITAL
  42. 42. Digital Citizenship D Literacy D Access D Commerce D Law D Rights & Responsabilities D Communication D Health & Wellness D Etiquette D Security
  43. 43. E-LEARNING
  44. 44. BLENDED LEARNING
  45. 45. SALA DE AULA INVERTIDA
  46. 46. RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS
  47. 47. APRENDIZAGEM BASEADA EM JOGOS
  48. 48. Desenvolvimento tecnológico e educação superior
  49. 49. O grupo composto por 51 especialistas em educação, tecnologia e futuro, foram reunidos em 2013 pelo New Media Consortium e pela Educase Learning Initiave, para analisar as novas tecnologías dos próximos anos.
  50. 50. O grupo de especialistas foi perguntado que tecnologias teriam maior importância para o ensino, para a aprendizagem e para o questionamento criativo nos próximos anos, dividindo as análises em três espaços de tempo: até 1 ano, de 2 a 3 anos, e até 5 anos.
  51. 51. A pergunta, respondida por meio de uma complexa metodologia que envolviou análise de bibliografia e compilação de dados, tentava determinar muito mais do que uma moda, mas as ferramentas que passariam a ser usadas pelas principais instituições de ensino superior em 2018.
  52. 52. 1. Moocs (1 ano) Os Cursos Abertos Online Massivos se tornaram muito populares a partir do ano passado, com o lançamento de iniciativas como edX, Coursera e Udacity. Algumas das características que justificam essa popularidade é a possibilidade da aprendizagem superior continuada e gratuita 2. Tablet computing (1 ano) Como são portáteis, facilitam o acesso à internet, o compartilhamento de documentos em quase qualquer ambiente, a possibilidade de baixar uma variedade imensa de apps, e uma aprendizagem customizado.
  53. 53. 3. Gamificação (2 a 3 anos) Que tem como objetivo promover o engajamento dos alunos, uma vez que desafia seus conhecimentos em uma determinada disciplina. A gamificação é a integração dos elementos dos jogos, como níveis, badges e competição, ao currículo. 4. Learning analytics (2 a 3 anos) Ferramenta usada para decifrar tendências e padrões a partir de dados disponívels sobre a aprendizagem dos alunos. Ele é um recurso extremamente útil para fazer escolhas pedagógicas a partir da necessidade de eles. E tambem é útil para ter um processo de orientação mais preciso.
  54. 54. 5. Impressoras 3D (5 anos) As impressoras 3D oferecem uma forma muito mais barata e rápida de se prototipar projetos. Essas ferramentas têm sido usadas em uma gama muito grande de pesquisas e laboratórios, especialmente de Stem . A expectativa é que em cinco anos, elas passem a ser usadas em outras áreas para criar modelos tridimensionais. 6. Tecnologia para vestir (5 anos) A chamada “wearable technology” integra equipamentos eletrônicos a roupas e acessórios. Muitas dessas tecnologias já têm aparecido no mercado e mostram potencial para serem usadas no ensino. Realidade aumentada e telas finas que podem ser acopladas a superfícies são exemplos que devem se desenvolver.
  55. 55. Habilidades necessarias para o século XXI
  56. 56. As tecnologias estão cada vez mais presentes em sala de aula, o professor tem que se preocupar em preparar o aluno para ser atuante em um mundo em transformação e ajudá-lo a desenvolver as competências específicas para o século 21. Mas ninguém sabe exatamente que competências são essas .
  57. 57. • Intrigado com essa questão, National Research Council, reuniou especialistas para definir quais são essas competências. • Durante um ano, um comitê formado por educadores, psicólogos e economistas fez pesquisas sobre o que se espera que os estudantes alcancem nos seus ciclos escolares, nos seus futuros trabalhos e em outros aspectos da vida. • O resultado, foi publicado no fim de julho 2013 no livro digital “Educação para a Vida e para o Trabalho: Desenvolvendo Transferência de Conhecimento e Habilidades do Século 21”.
  58. 58. • Tais competências foram divididas em três grandes domínios. Dominio cognitivo, que é aquele que envolve estratégias e processos de aprendizagem, criatividade, memória, pensamento crítico. • O intrapessoal tem relação com a capacidade de lidar com emoções e moldar comportamentos para atingir objetivos. • O interpessoal envolve a habilidade de expressar ideias, interpretar e trabalhar com outras pessoas.
  59. 59. Os alunos conseguirão desenvolver estas habilidades quando realizarem trabalhos que exigem: Habilidades criativas e capacidade de sínteses Habilidades para entender o contexto Habilidades para trabalhar em equipe Habilidades para ser multidisciplinar, políglota e multicultural
  60. 60. O desafio é Saber Como encontrar informação Como validá-la Como sintetizá-la Como amplificá-la Como comunicá-la Como colaborar Como solucionar problemas Como desenvolver projetos
  61. 61. O desafio é desenvolver soluções para sustentar a aprendizagem do século XXI, que transforme positivamente as vidas das pessoas que aprendem: alunos, professores, pesquisadores, diretores; das organizações e da sociedade.
  62. 62. A proposta: Educação baseada em tecnologia, um modelo para o século XXI
  63. 63. Como criar soluções de aprendizagem para este século XXI, que integrem os desenvolvimentos tecnológicos, que consigam uma aprendizagem de alto valor e que transformem positivamente a vida das pessoas, das organizações e da sociedade?
  64. 64. Nossa proposta é a integração da tecnologia na educação.
  65. 65. A tecnologia sempre esteve presente e influenciou a humanidade, ela não causa mudanças apenas no que fazemos, mas também em nosso comportamento, ele influencia na forma como temos acesso e elaboramos o conhecimento e na forma como nos relacionamos com o mundo. (DE ANDRADE, 2011)
  66. 66. O primeiro é usar a tecnologia no processo de ensino e de aprendizagem. O segundo e mais importante, é o desenvolvimento de materiais de aprendizagem de base tecnológica. O uso da tecnologia fomenta novas situações de ensino e de aprendizagem. A integração da tecnologia na educação leva os benefícios de duas formas: uma melhor compreensão e construção do conhecimento e uma maior capacidade para utilizar e aplicar a tecnologia.
  67. 67. A inovação da proposta reside na construção do conhecimento como ocorre hoje no mundo científico e tecnológico.
  68. 68. O objetivo é usar a tecnologia para melhorar a formação dos estudantes vinculando o currículo com propostas inovadoras que envolvem o uso da tecnologia, como parte substantiva do processo educativo. O currículo é o que deve ditar as necessidades tecnológicas e não vice-versa. A integração da tecnologia no processo de ensino e de aprendizagem deve ser uma ferramenta fundamental na aprendizagem dos alunos.
  69. 69. Para integrar a tecnologia ao processo de aprendizagem, é preciso construir um modelo explicativo e uma metodologia.
  70. 70. Desenhar Solucões de Aprendizagem Para Educar IBL IBL Pr B L P B L CONECTIVISMO EDUCACAO BASEADA EM TECNOLOGIA HUMANISMO & CIENCIAS SOCIAIS STEAM Modelo Desenvolvido por Lucia Curiel e César Chávez. México. 2014
  71. 71. Esta é a nova educação do século XXI
  72. 72. Este modelo de desenvolvimento de soluções de aprendizagem não está completo sem talento humano, tecnología avanzada, trabalho em equipe, compromisso, gestão efetiva e paixao pela educação.
  73. 73. LUCÍA CURIEL ALCÁNTARA Maio, 2014
  74. 74. • AREA MOREIRA, Manuel (2011) LOS EFECTOS DEL MODELO 1:1 EN EL CAMBIO EDUCATIVO EN LAS ESCUELAS. EVIDENCIAS Y DESAFÍOS PARA LAS POLÍTICAS IBEROAMERICANAS. Revista ibero-americana de educação. N.º 56 (2011), pp. 49-74 • NATIONAL RESEARCH COUNCIL. EDUCATION FOR LIFE AND WORK: DEVELOPING TRANSFERABLE KNOWLEDGE AND SKILLS IN THE 21ST CENTURY. Washington, DC: The National Academies Press, 2012. • SIEMENS, George (2005) CONNECTIVISM: A LEARNING THEORY FOR THE DIGITAL AGE, em http://www.ingedewaard.net/papers/connectivism/2005_siemens_ALearningTheoryForTheDigitalAge.pdf • SOARES CARVALHO, Marie Jane (2013) PROPOSIÇÕES E CONTROVÉRSIAS NO CONECTIVISMO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Brasil). I.S.S.N.: 1138-2783 • U.S. DEPARMENT OF COMMERCE (2013) EXPLORING THE DIGITAL NATION. National Telecommunications and Information Administration. (USA). • U.S. DEPARMENT OF COMMERCE (2012). THE COMPETITIVENESS AND INNOVATIVE CAPACITY OF THE UNITED STATES. Em http://www.commerce.gov/sites/default/files/documents/2012/january/competes_010511_0.pdf

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