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Guerras nativistas

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As primeiras guerras nativistas no Brasil colonial

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Guerras nativistas

  1. 1. Autarquia Belemita de Cultura, Desportos e Educação – ABCDE Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco - CESVASF  Prof. : Vanderley  Disciplina: Brasil Colonial I  Grupo: Débora, Ingridy, Elayne e Mirelli
  2. 2. As primeiras guerras nativistas SÉCULO XVI I AO XVI I I
  3. 3. Principais causas  Monopólio português do comércio de mercadorias.  Preços elevados cobrados pelos produtos comercializados pelos portugueses.  Medidas da metrópole que favoreciam os portugueses, principalmente os comerciantes.  Conflitos culturais, políticos e comerciais entre colonos e portugueses.
  4. 4.  Altos impostos cobrados pela coroa portuguesa, principalmente sobre a extração de ouro realizada pelos colonos brasileiros.  Exploração colonial praticada por Portugal.  Rígido controle, através de leis, imposto pela metrópole sobre o Brasil.
  5. 5. Movimentos Nativistas  Aclamação de Amador Bueno: 1641  Revolta da Cachaça: 1660-1661  Conjuração de "Nosso Pai": 1666  Revolta de Beckman: 1684  Guerra dos Emboabas: 1708-1709  Revolta do Sal: 1710  Guerra dos Mascates: 1710-1711  Motins do Maneta: 1711  Revolta de Filipe dos Santos: 1720
  6. 6. Aclamação de Amador Bueno  A primeira manifestação nativista do Brasil ocorreu em São Paulo de Piratininga no ano de 1641, quando da Restauração Portuguesa, em que este país recobrou a independência de Espanha e aclamou o novo rei, Dom João IV. Na vila paulista alguns elementos julgaram ser a oportunidade para proclamarem a independência, e aclamaram a Amador Bueno da Ribeira como seu rei. O incidente foi logo contornado.
  7. 7. Revolta da Cachaça  Revolta da Cachaça é o nome pelo qual passou à História do Brasil o episódio ocorrido entre final de 1660 e começo do ano seguinte, no Rio de Janeiro, motivado pelo aumento de impostos excessivamente cobrados aos fabricantes de aguardente. Também é chamada de Revolta do Barbalho ou Bernarda.
  8. 8. Conjuração de “Nosso Pai”  Logo após a expulsão dos holandeses de Pernambuco, em que os "nacionais" tiveram maior importância do que os militares da metrópole, a nomeação de Jerônimo de Mendonça Furtado, apelidado de "Xumberga", gerou um clima de insatisfação pois muitos pernambucanos se julgavam merecedores da governança.  Na religião católica o viático, também chamado de Nosso Pai, é o sacramento da Eucaristia ministrado aos enfermos que não podem sair de casa. Os golpistas valeram-se do costume então vigente de o governador acompanhar tal procissão, se a encontrasse na rua. Isto foi conseguido na tarde de 31 de agosto de 1666.
  9. 9. Revolta do sal  A chamada revolta do sal foi uma revolta nativista ocorrida na Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, no Brasil, em 1710.  À época, sal, gênero de primeira necessidade para as pessoas e o gado, era explorado a título de monopólio pela política econômica mercantilista da Coroa Portuguesa. O seu comércio era praticado por um reduzido número de pessoas que arrematavam contratos para a exploração e venda do produto, geralmente por um período de três anos. A estes negociantes da Coroa associavam-se outros que viviam nas colônias.
  10. 10. Motins do Maneta  Os Motins do Maneta foram duas sublevações ocorridas no Brasil Colônia em Salvador contra o monopólio da comercialização do sal e aumento de impostos, ocorridos, respectivamente, em:  19 de outubro de 1711 - primeiro motim;  2 de dezembro deste mesmo ano - segundo motim.
  11. 11. Revolta de Beckman  A Revolta de Beckman, também Revolta dos Irmãos Beckman ou Revolta de Bequimão.  Ocorreu no Maranhão em 1684. Liderada por Manuel Beckman e Tomás Beckman, teve como causa principal a falta de mão de obra escrava e o desabastecimento e altos preços das mercadorias comercializadas pela Companhia de Comércio do Estado do Maranhão, criada pela coroa portuguesa em 1682.
  12. 12.  Objetivo principal:  Finalizar as atividades da Companhia de Comércio do Maranhão, para acabar com o monopólio.  1 Antecedentes  2 Eclosão da Revolta  3 A Junta Revolucionária  4 A repressão ao movimento  5 Consequências
  13. 13.  A última declaração de Manuel foi: "Morro feliz pelo povo do Maranhão!"
  14. 14. A Guerra dos Emboabas  A Guerra dos Emboabas, em Minas Gerais, foi motivada pela disputa pela primazia na exploração do ouro recém-descoberto, entre os chamados "vicentinos" (nativos) e os "emboabas" (forasteiros). Teve por consequência maior a emancipação de Minas e São Paulo do Rio de Janeiro, formando ambas a partir de então uma só capitania.
  15. 15. Data 1707 - 1709 Local Atual Minas Gerais. Desfecho Derrota dos paulistas. Criação da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Combatentes Bandeirantes Paulistas "Emboabas" da metrópole (reinóis ou "europeus").
  16. 16. Guerra dos Mascates  Ocorreu em Pernambuco entre 1710 e 1711. Teve como principal causa a disputa política entre os senhores de engenho de Olinda e os mascates (comerciantes portugueses) pelo controle de Pernambuco.
  17. 17. Revolta Felipe dos santos  Também conhecida como Revolta de Vila Rica, ocorreu em Vila Rica (Minas Gerais), atual Ouro Preto, no ano de 1720. Liderada por Filipe dos Santos, teve como causas:  A cobrança de altos impostos e taxas pela coroa portuguesa sobre a exploração de ouro no Brasil.  A criação das Casas de Fundição, criada para controlar e arrecadar impostos sobre o ouro encontrado na colônia.
  18. 18.  Proibição da circulação do ouro em pó, com punições severas para quem fosse pego com o ouro nesta condição.  Monopólio das principais mercadorias pelos comerciantes portugueses.
  19. 19. Julgamento de Filipe dos Santos

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