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It's the end of the World as we know it - na publicidade brasileira

Palestra realizada por Michel Lent no evento 20 Anos Digital de O Globo em 28 de julho de 2016 no Rio de Janeiro

It's the end of the World as we know it - na publicidade brasileira

  1. 1. It’stheendofthe Worldasweknowit
 Napublicidadebrasileira @lent Michel Lent
 Founder, CPO
 Lent/AG
  2. 2. Apré-história dainternet.br
  3. 3. JornaldoBrasil,1996
  4. 4. BiquiniCavadão,1996
  5. 5. BancoItaú,1996
  6. 6. Shell,1996
  7. 7. OGlobo,1997
  8. 8. Mudanças estruturais
  9. 9. Meios digitais fragmentaram a audiência
  10. 10. Ao mesmo tempo, grandes plataformas
 passaram a permitir falar com muita gente
  11. 11. E falar com muita gente
 ficou mais barato e mais acertivo.
  12. 12. Os canais tradicionais
 perderam muito em alcance e eficácia
  13. 13. Metidos na disputa pelas 24 horas do dia
  14. 14. Disputando com tudo
 disponível na internet
  15. 15. Agora sempre ao alcance das mãos
  16. 16. Mudanças conjunturais
  17. 17. Pra piorar, veio a crise político-financeira
  18. 18. Gerando desemprego
  19. 19. Diminuindo o poder de compra
  20. 20. Abalando a confiança
  21. 21. Impactoda mudançanas empresasde conteúdo
  22. 22. Líderes sentem o impacto direto
  23. 23. Disputando não só com os concorrentes diretos, mas pelo tempo das pessoas
  24. 24. Concorrendo com produtores
 de conteúdo "amadores"
  25. 25. Perdendo a disputa pelo tempo para a internet como um todo
  26. 26. Menos audiência, menos
 anunciantes e menos receita
  27. 27. Queda de receita com efeito
 direto nos quadros das empresas
  28. 28. Impactoda mudançanos anunciantes
  29. 29. Anunciantes vendem menos e investem menos
  30. 30. E diminuição de eficácia dos meios impacta diretamente os modelos de marketing.
  31. 31. Menos vendas, menos eficácia,
 menos verba, menos agências.
  32. 32. Demanda por novas soluções, novos formatos, menos custosos
  33. 33. Impactoda mudançanas agências
  34. 34. Redimensionamento de times,
 novas ofertas e serviços
  35. 35. Grandes salários afetados diretamente
  36. 36. Grupos promovem fusões, revisões, reduções
  37. 37. O fim da mídia como modelo de remuneração
  38. 38. Verbas menores demandam
 estruturas menores
  39. 39. Menos foco em criação e mais foco em
 estratégia e solução de negócio
  40. 40. Muito foco em ROI
  41. 41. Osnovos anunciantes
  42. 42. Novos entrantes constroem
 marcas sem publicidade
  43. 43. Anunciantes cada vez mais
 auto-suficientes
  44. 44. Growth-hacking é uma realidade para empresas novas em mercados novos e velhos
  45. 45. Indivíduos com o poder de
 influência de corporações
  46. 46. Nova geração assumindo as lideranças das marcas, com forte bagagem digital
  47. 47. Alta demanda de articulação e parcerias
 com empresas especializadas
  48. 48. Asnovas empresasde conteúdo
  49. 49. As plataformas vão sendo resignificadas
  50. 50. Novos modelos de negócio mostram caminhos
  51. 51. A demanda por bom conteúdo se mantém
  52. 52. A receita que o conteúdo gera é diferente, menor em geral e mais distribuída
  53. 53. Manter as estruturas antigas para produzir
 novos conteúdos parece impossível
  54. 54. As empresas “tradicionais”
 buscam a reinvenção
  55. 55. Achandoaluz nofimdotúnel
  56. 56. Neste novo cenário, boas
 marcas continuam tendo valor
  57. 57. A experiência ganha um papel
 central na sobrevivência dos negócios
  58. 58. A reengenharia das corporações é muito difícil, mas possível e indispensável
  59. 59. E, independente de formato, modelo de negócio ou plataforma, bom conteúdo reinará.
  60. 60. obrigado. MICHEL LENT m@lent.ag | www.lent.ag www.slideshare.net/mlent68

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