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A Saga dos Bianchini de Goito

Floriano Bianchini - a saga. Livro póstumo de Mafalda Bianchini de Lima, por Noeliza B. S. Lima

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A Saga dos Bianchini de Goito

  1. 1. EXPLODE CORAÇÃO A Saga de Floriano Bianchini Maphalda Bianchini de Lima, 1917-1990 “ História esparsa, porque só me pediram para escrever a partir do nascimento de Floriano, mas há tanta coisa há ser contada...” - Má
  2. 2. O INÍCIO <ul><li>Giuseppe Bianchini e Rosina Donzelli Bianchini instalaram-se em Dourados – SP, assim que se casaram. Eram italianos, ambos de Goito – Mantova, e casaram-se assim que chegaram ao Brasil, por volta de 1890. O primeiro filho veio em março de 1983, 31. Giuseppe havia montado um hotel na nova cidade, em sociedade com um amigo também imigrante.Os filhos crescendo... Floriano fazia o primário. Levavam uma vida normal, e relativamente farta. José era pai amoroso e rígido ems eus principios, não descuidando da educação dos(as) filhos(as). Pretendia que Floriano fosse ‘Doctore’.Quando Floriano completou 9 anos, sua vida mudou. O pai foi traido pelo sócio, que levou tudo o que tinha, desaparecendo em seguida. Giuseppe nunca mais se recuperou. Não resistindo ao impacto, sofreu um derrame cerebral, ficou parcialmente paralítico, não podendo mais trabalhar.Ao mesmo tempo em que terminava o primário, Floriano passou a fazer pequenos serviços, como engraxar sapatos, limpar jardins, levar recados. Ao terminar o primário não pode continuar os estudos, já que precisava auxiliar a família. Empregou-se como menino de recados, ganhando a quantia de 5$000 (5 mil réis) mensais, e engraxava sapatos nas horas vagas., Uchila e Vitória empregaram-se como domésticas. João empregou-se como assistente de alfaiate, pois era habilidoso neste mister. Depois mudaram-se então para Santa Gertrudes, onde estava a tia Cesira Donzelli Ferranti , e lá Giuseppe (José) faleceu, tendo sido enterrado no Cemitério São João Batista de Rio Claro. A caçula Angelina (Angela) quando em tempo de trabalhar, ajudava em casa.Assim aos 15 anos Floriano já era chefe da família, lutando contra todas as dificuldades para que sua familia sobrevivesse. </li></ul>
  3. 3. Notas <ul><li>Quando no primário Floriano ficou muito amigo de Jose, da família de José Benedito Ferraz (Dr. Pudinha) .Estudavam juntos e nas horas vagas. pois ambos trabalhavam, jogavam futebol com bolas de meia. Conta Má :“Em 1968 no trem Campinas - Rio Claro, um senhor ao meu lado que dormia,a cordou na estação rioclarense e disse - Devo ter um amigo de infancia nesta cidade - eu perguntei. Quem? - o Bianchini, que nunca mais vi. Eu disse: e não o vera mais, Sr...mas está falando com sua filha mais velha...Era o José! </li></ul><ul><li>Joanin teve filhos com Maria Bianchini, cujos descendentes da nossa arvore genealógica vivem em Curitiba, pelo menos um dos filhos deles no bairro Santa Felicidade. É que tio Joanin separou-se e voltou para a família, tendo mais tarde sido companheiro de Zininha, e vivido na Ceramica já desativada,até a morte.Seus restos estão em Rio Claro. </li></ul><ul><li>O objetivo da autora era escrever um livro que lhe foi solicitado pelo irmão Floriano Bianchini Filho, assim algumas datas nãoe stão confirmadas, e os fatos relativos aos irmãos(as) de Floriano (seu pai) podeme star confusos emd ata. Foram 4 anos de trabalho em que ela se divertiu e chorou, devido as memórias abrasadoras. Ele esteve o tempo todo grata ao irmão que tanto amou e que lhe proporcionou este resgate emocional. </li></ul>

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