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O DESENHO INFANTIL marita martins redin [email_address]
<ul><ul><li>O DESENHO INFANTIL </li></ul></ul><ul><li>“ Por em movimento palavras e imagens.. todos os usos da palavra a t...
Expressar-se através do traço, da cor, do movimento, do sorriso, do choro.. Descobrir a possibilidade de deixar marcas no ...
<ul><li>“ DESENHAR É ATIVIDADE LÚDICA, REUNINDO, COMO EM TODO JOGO, O ASPECTO OPERACIONAL E O IMAGINÁRIO. TODO O ATO DE BR...
A CRIANÇA PEQUENA EXPLORA DIVERSOS TIPOS DE RISCOS, ENTRE ELES O PONTO, A LINHA RETA , A LIHA CURVA, LINHAS SOBREPOSTAS, L...
Os rabiscos ou garatujas <ul><ul><ul><ul><li>Primeiras tentativas   </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>exploração do espaço,...
O caminho das formas se faz experimentando. Depois de fechado o “círculo” traços repetidos em direções diferentes, ou orde...
A forma <ul><li>As crianças  percebem, repetem e  lembram rabiscos que sugerem formas </li></ul><ul><li>Do todo, indiferen...
O grafismo surgido é mágico: quando a mão para, as linhas não acontecem. Aparecem, desaparecem <ul><li>A percepção se torn...
Repete as formas até sentir-se segura da descoberta
A criança elabora seus desenhos: <ul><li>Do rabisco descontrolado ao rabisco controlado. </li></ul><ul><li>Do rabisco nome...
 
Conhecidas? Nem sempre.   O imaginário faz a ponte!
As formas se relacionam, se justapõem, se completam.. Bolinhas enfileiradas, círculos maiores, círculos menores; cruzes, t...
Figuras de bolinhas etc... Scaner da transparência
O círculo: O gesto circular é inerente ao homem: pertence ao coletivo, é um gesto arquetípico O aparecimento do círculo é ...
<ul><li>Diferenciação entre o mundo interior e exterior, dentro- fora,  aberto- fechado,  eu- outro </li></ul>
Figura de círculo Aparecem os círculos concêntricos, os círculos cruzados, as “mandalas”( círculo mágico): Junção de círcu...
<ul><li>Adaptação da “mandala” para desenvolver a figura humana : </li></ul>Relação entre pensamento, realidade e formas
<ul><li>Os raios formam braços e pernas, com base no círculo </li></ul><ul><li>Os braços saem da cabeça, evolução do círcu...
Eis que surge! Figura humana? Bicho? Sol? <ul><ul><li>A CRIANÇA APRENDE A DESENHAR A PARTIR DE SUAS PRÓPRIAS PESQUISAS GRÁ...
 
 
As experiências ampliam as possibilidades de representação
Nas suas pesquisas: <ul><li>Utiliza a cor emocionalmente, pelo prazer </li></ul>
Explora combinações possíveis de traço
O desenho é flexível, variável, pode ser transformado
Utiliza formas geométricas para compor suas representações
Procura meios inéditos de representar o mundo
<ul><li>Procura o esquema corporal básico </li></ul>
Não tem preocupação com representações reais
A representação do espaço ainda não segue a lógica do adulto
Cada criança chega a um conceito de pessoa. E esquema básico é repetido.
 
  O esquema próprio Repete símbolos Cria um esquema próprio (conceito, síntese sobre as coisas) Enriquece e ou desvia o es...
 
 
Procura  relacionar  a cor com o real características:
<ul><li>Descobre relação entre cor e objeto, repetindo, mesma cor, para o mesmo objeto. </li></ul>
<ul><li>Exagera ou omite coisas ou partes importantes </li></ul>
<ul><li>Descobre novas relações espaciais - linha de base, céu, chão... </li></ul>
<ul><li>Desenho decorativo: usa intencionalmente a repetição ou alternância para decoração </li></ul>
Utiliza combinação de linhas retas, curvas e perpendiculares para enriquecer o desenho
 
 
<ul><li>Transparência: Desenha como se os objetos fossem transparentes </li></ul>
<ul><li>Rebatimento: Desenha os objetos como se fossem vistos de cima. </li></ul>
É também chamado de desenho ponta de lápis
<ul><li>Procura diferentes maneiras de representar o espaço </li></ul>
 
Ensaia combinações de perspectiva, combinada com o desenho visto de cima
Enriquece a sua produção com experiências significativas
As experiências significativas possibilitam variações de posição, inclusão de movimentos, associação de outros simbolos...
As experiências, conhecimentos,  percepções, observações, enriquecem  cada vez mais  a representação
O desenho Infantil Algumas características a partir de: <ul><li>ARNHEIM, Rudolf.  Arte & percepção Visual  - Uma psicologi...
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Material para aula de Grafismo Infantil da professora Marita, Unisinos.

Grafismo Infantil - Marita Redin

  1. 1. O DESENHO INFANTIL marita martins redin [email_address]
  2. 2. <ul><ul><li>O DESENHO INFANTIL </li></ul></ul><ul><li>“ Por em movimento palavras e imagens.. todos os usos da palavra a todos.. não exatamente porque todos sejam artistas, mas porque ninguém é escravo.” RODARI,1973 </li></ul>
  3. 3. Expressar-se através do traço, da cor, do movimento, do sorriso, do choro.. Descobrir a possibilidade de deixar marcas no mundo. Poder ser criança, enquanto não houver o compromisso de ser adulto... Exercer o direito à alegria e ter a possibilidade de sonhar e fazer acontecer um mundo próprio e pleno de sentidos e significados.
  4. 4. <ul><li>“ DESENHAR É ATIVIDADE LÚDICA, REUNINDO, COMO EM TODO JOGO, O ASPECTO OPERACIONAL E O IMAGINÁRIO. TODO O ATO DE BRINCAR REÚNE ESSES DOIS ASPECTOS QUE SADIAMENTE SE CORRESPONDEM. A OPERACIONALIDADE ENVOLVE O FUNCIONAMENTO FÍSICO, TEMPORAL, ESPACIAL, MATERIAL, AS REGRAS; O IMAGINÁRIO ENVOLVE O PROJETAR, O PENSAR, O IDEALIZAR, O IMAGINAR SITUAÇÕES.” </li></ul><ul><li>Edit Derdyk </li></ul>Desenhar
  5. 5. A CRIANÇA PEQUENA EXPLORA DIVERSOS TIPOS DE RISCOS, ENTRE ELES O PONTO, A LINHA RETA , A LIHA CURVA, LINHAS SOBREPOSTAS, LAÇADAS, ZIGUEZAGUES OU ONDULADOS
  6. 6. Os rabiscos ou garatujas <ul><ul><ul><ul><li>Primeiras tentativas </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>exploração do espaço, dos movimentos </li></ul><ul><li>prazer cinético </li></ul><ul><li>falta de focalização do papel </li></ul><ul><li>Movimentos controlados </li></ul><ul><li>repetição </li></ul><ul><li>variação da intensidade, direção, repetição </li></ul><ul><li>prazer de registrar </li></ul><ul><li>prazer motor aliado ao prazer visual </li></ul>
  7. 7. O caminho das formas se faz experimentando. Depois de fechado o “círculo” traços repetidos em direções diferentes, ou ordenados, ajudam a identificar algumas formas.
  8. 8. A forma <ul><li>As crianças percebem, repetem e lembram rabiscos que sugerem formas </li></ul><ul><li>Do todo, indiferenciado, nasce o mundo das formas </li></ul><ul><li>A forma pode ser associada ou não à uma figura </li></ul><ul><li>As formas se relacionam, se justapõem, se sobrepõem, se repetem. </li></ul><ul><li>Bolinhas enfileiradas, uma bola grande cheia de bolinhas, pontinhos que se agrupam, cruzinhas que se sobrepõem... </li></ul>
  9. 9. O grafismo surgido é mágico: quando a mão para, as linhas não acontecem. Aparecem, desaparecem <ul><li>A percepção se torna aguçada </li></ul><ul><li>Dos rabiscos surgem as formas básicas: </li></ul><ul><li>Com uma só linha: círculos, ovais, retângulos, triângulos.. </li></ul><ul><li>Com repetições: vários círculos, cruzes, xis </li></ul>
  10. 10. Repete as formas até sentir-se segura da descoberta
  11. 11. A criança elabora seus desenhos: <ul><li>Do rabisco descontrolado ao rabisco controlado. </li></ul><ul><li>Do rabisco nomeado ao rabisco em formato. </li></ul><ul><li>Da forma com um traço até à junção das formas descobertas </li></ul>
  12. 13. Conhecidas? Nem sempre. O imaginário faz a ponte!
  13. 14. As formas se relacionam, se justapõem, se completam.. Bolinhas enfileiradas, círculos maiores, círculos menores; cruzes, traçados em forma de xis ....
  14. 15. Figuras de bolinhas etc... Scaner da transparência
  15. 16. O círculo: O gesto circular é inerente ao homem: pertence ao coletivo, é um gesto arquetípico O aparecimento do círculo é o aparecimento da forma fechada
  16. 17. <ul><li>Diferenciação entre o mundo interior e exterior, dentro- fora, aberto- fechado, eu- outro </li></ul>
  17. 18. Figura de círculo Aparecem os círculos concêntricos, os círculos cruzados, as “mandalas”( círculo mágico): Junção de círculos com outros elementos <ul><li>Aparece o asterisco: sol, primeira simbolização da criança </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Adaptação da “mandala” para desenvolver a figura humana : </li></ul>Relação entre pensamento, realidade e formas
  19. 20. <ul><li>Os raios formam braços e pernas, com base no círculo </li></ul><ul><li>Os braços saem da cabeça, evolução do círculo cruzado </li></ul><ul><li>No início, o círculo é o homem, não a cabeça dele. Tudo o mais é enfeite </li></ul><ul><li>A criança não representa a figura humana com realismo, e sim simboliza algumas coisas que sabe dela . </li></ul>
  20. 21. Eis que surge! Figura humana? Bicho? Sol? <ul><ul><li>A CRIANÇA APRENDE A DESENHAR A PARTIR DE SUAS PRÓPRIAS PESQUISAS GRÁFICAS </li></ul></ul>
  21. 24. As experiências ampliam as possibilidades de representação
  22. 25. Nas suas pesquisas: <ul><li>Utiliza a cor emocionalmente, pelo prazer </li></ul>
  23. 26. Explora combinações possíveis de traço
  24. 27. O desenho é flexível, variável, pode ser transformado
  25. 28. Utiliza formas geométricas para compor suas representações
  26. 29. Procura meios inéditos de representar o mundo
  27. 30. <ul><li>Procura o esquema corporal básico </li></ul>
  28. 31. Não tem preocupação com representações reais
  29. 32. A representação do espaço ainda não segue a lógica do adulto
  30. 33. Cada criança chega a um conceito de pessoa. E esquema básico é repetido.
  31. 35. O esquema próprio Repete símbolos Cria um esquema próprio (conceito, síntese sobre as coisas) Enriquece e ou desvia o esquema:
  32. 38. Procura relacionar a cor com o real características:
  33. 39. <ul><li>Descobre relação entre cor e objeto, repetindo, mesma cor, para o mesmo objeto. </li></ul>
  34. 40. <ul><li>Exagera ou omite coisas ou partes importantes </li></ul>
  35. 41. <ul><li>Descobre novas relações espaciais - linha de base, céu, chão... </li></ul>
  36. 42. <ul><li>Desenho decorativo: usa intencionalmente a repetição ou alternância para decoração </li></ul>
  37. 43. Utiliza combinação de linhas retas, curvas e perpendiculares para enriquecer o desenho
  38. 46. <ul><li>Transparência: Desenha como se os objetos fossem transparentes </li></ul>
  39. 47. <ul><li>Rebatimento: Desenha os objetos como se fossem vistos de cima. </li></ul>
  40. 48. É também chamado de desenho ponta de lápis
  41. 49. <ul><li>Procura diferentes maneiras de representar o espaço </li></ul>
  42. 51. Ensaia combinações de perspectiva, combinada com o desenho visto de cima
  43. 52. Enriquece a sua produção com experiências significativas
  44. 53. As experiências significativas possibilitam variações de posição, inclusão de movimentos, associação de outros simbolos...
  45. 54. As experiências, conhecimentos, percepções, observações, enriquecem cada vez mais a representação
  46. 55. O desenho Infantil Algumas características a partir de: <ul><li>ARNHEIM, Rudolf. Arte & percepção Visual - Uma psicologia da Visão criadora. São Paulo: Editora Pioneira,1980 </li></ul><ul><li>GLOTON, Robert; CLERO, Claude. A atividade criadora na criança . Lisboa: Editorial Estampa, 1971 </li></ul><ul><li>DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho- desenvolvimento do grafismo infantil . São Paulo: Scipione, 1989. </li></ul><ul><li>FERREIRA, Sueli . Imaginação e linguagem no desenho da criança . Campinas;SP: Papirus, 1998. </li></ul><ul><li>FREINET, Celestian. O método Natural II: a aprendizagem e o desenh o. Lisboa: Editorial Estampa, 1977. </li></ul><ul><li>GARDNER, Howard. As Artes e o desenvolvimento humano . Porto Alegre: Artes Médicas, 1997 </li></ul><ul><li>IAVELBERG, Rosa. O desenho cultivado da criança . Prática e formação de educadores. Porto Alegre: Zouk, 2006 </li></ul><ul><li>LOWENFELD, Viktor e BRITTAIN, W. Lambert. Desenvolvimento da capacidade criadora . São Paulo: Mestre Jou,1970 </li></ul><ul><li>MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M.Terezinha Telles. Didática do ensino de arte- A língua do mundo: Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998 </li></ul><ul><li>OAKLANDER, Violet - Descobrindo crianças: a abordagem gestáltica com crianças e adolescentes . São Paulo, Summus, 1980 </li></ul><ul><li>PILLAR, Analice Dutra . Desenho & escrita como sistemas de representação . Porto Alegre: Artes Médicas,1996. </li></ul><ul><li>STANT, Margaret. A criança de 2 a 5 anos- Atividades e materiais . Rio de Janeiro: F. Alves, 1985. </li></ul><ul><li>SILVA, Walburga Arns da. Cala – boca não morreu ... 2ª edição. Petrópolis, Ed. Vozes, 1989. </li></ul><ul><li>SILVA,Silvia Maria Cintra da. A constituição social do desenho da criança .Campinas: Mercado das Letras, 2002. </li></ul>
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